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quinta-feira, 16 de junho de 2016

O Diabo tem mais amigos do que Deus!


É bíblico a verdade de que o Demônio tem muitos amigos. Ele os adquire através de compras, promessas e mentiras. Porém o Demônio não é amigo de nenhum destes muitos. E ainda os faz escravos.

É também bíblico a verdade de que Deus tem poucos amigos. Ele os adquire através da paternidade amorosa, sem compra, com promessas e verdade. Entretanto, Deus é amigo de todos estes poucos. E os dá vida eterna e liberdade.

"Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram." São Mateus 7,13

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Eva, o mais belo presente para Adão!


O maior e mais belo presente que Deus deu para Adão NÃO foi a lua, estrelas, sol, terra, rios, vento, montanhas, animais, ouro... nada disto. O mais belo presente foi uma Mulher (Eva) que veio de um momento estasiante (casamento).

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Entenda porque a Bíblia deve ter lugar de destaque na família


Luciane Marins
Da Redação


"A Bíblia deveria ter em cada família um lugar de destaque". A afirmação é do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Dom João Carlos Petrini. 

No mês dedicado à Sagrada Escritura, o bispo explica que a Palavra de Deus não deve ficar em uma gaveta, mas sim em um lugar de fácil acesso. "De tal maneira que se crie pouco a pouco o hábito de chegar e ler meia página e depois, ao invés de comentar a fofoca dos artistas é muito melhor ler a Palavra de Deus".

Dom Petrini aponta dois caminhos para que a família inclua a Bíblia no seu dia a dia: o 1º é que se reúna por alguns minutos para ler 2, 3 ou 4 versículos. "Não precisa fazer grandes reuniões", destaca. Ele orienta especialmente a leitura de textos do Novo Testamento, por ter uma linguagem mais direta. O 2º é que se leia trechos do Evangelho que sejam significativos na vida do casal, como por exemplo recordar o Evangelho lido no dia do casamento. 

Para o bispo, os frutos desta prática são inúmeros. Ele chama atenção para a violência que tem crescido não só nas grandes cidades, mas também dentro de casa e afirma que a pessoa que reza tem um coração mais manso. 

"A pessoa que está ligada a Deus tem uma atitude mais amorosa, a pessoa que se alimenta da Palavra de Deus é claro que tem uma maneira mais atenta, tem mais disponibilidade para acolher, perdoar."

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A vida não tem sentido sem a Bíblia

Entendo que a vida não tem sentido para ninguém se não houver o tempero que brota da Bíblia Sagrada. Sem os ensinos bíblicos não dá para engolir uma vida tão fugaz,  tão passageira, composta de tantas perdas, sofrimentos traições, doenças, acidentes, mentiras e falsidades. Quando não estamos tomados destes inconvenientes, damo-nos a felicidade e logo em seguida plainamos em nosso ego, submetemo-nos logo as vaidades e a soberba.

Não ha sentido sem o Porto-seguro da palavra sábia de Deus. Por isto e por muito mais, nós a chamamos de Bíblia Sagrada.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Lectio divina (Leitura orante): dados históricos e metodológicos

TERMINOLOGIA

A expressão leitura orante (lectio divina) significa: leitura divina, leitura orante, leitura lenta e atenta da Palavra de Deus. É uma maneira orante de fazer a leitura da Bíblia, dialogando com Deus a partir de sua Palavra. A leitura orante da Bíblia para ser bem feita, exige atenção, disciplina, assiduidade, humildade, gratuidade e prontidão para acatar os ensinamentos divinos. E ainda, atenção ao método proposto (leitura, meditação, oração e contemplação).

A leitura orante não é estudo e nem experiência extraordinária. É um modo orante de ler a Bíblia, para “escutar o que Deus tem a lhe dizer, conhecer a sua vontade e viver melhor o evangelho de Jesus Cristo” (Frei Carlos Mesters).

É colocar-se a disposição de Deus: “Fala Senhor que teu servo escuta” (1 Sm. 3,10) ou “Faça-se em mim segundo a tua Palavra”. (Lc. 1,38).

1. Conhecendo a história

Para os judeus, é a obediência à Palavra de Deus que garante o cumprimento da promessa: bênção, terra, e descendência. Israel é convidado a ouvir o Senhor e amá-lo, obedecendo e praticando todos os seus estatutos (Dt. 6,4, Dt. 30,11 - 14; Ex. 19,8; Ex. 24,7). A Palavra era para ser meditada, rezada e ensinada, estando no coração e na mente. Deveria ser escrita na entrada das casas para que o povo nunca deixasse de meditar. (Dt. 6,1 - 13). Os judeus entendiam que a Torá era a presença de Deus no mundo e que deveria ser experimentada pela oração, meditação e contemplação (Ne 8,1 - 12), pois é através da meditação que o povo descobre a vontade de Deus em seu dia-a-dia. (Js. 1,8; Sl. 1,2).

O Novo Testamento relata a relação profunda de Jesus com as Sagradas Escrituras, a tal ponto de assumir a Palavra de Deus em sua vida e missão. Para ele a Palavra tem que ser atualizada no hoje da história (Sl. 21(22); Lc. 4,16 - 30; 24,13 - 35; At. 8,26 - 40). A Igreja primitiva, a exemplo de Jesus, continuou a rezar e a praticar a Palavra, e ainda, pela ação do Espírito Santo, foi capaz de interpretá-la e reescrevê-la a partir de Jesus Cristo; a Palavra Encarnada, (Jô. 1,14), Nele se cumpre toda a escritura (Lc. 4,20).

Os santos Padres, dentre eles se destaca Orígenes, assumiram a prática da Igreja primitiva, de fazer uma leitura orante da Palavra, e assim, difundiram aos fiéis. Para eles “a leitura divina supõe escuta e resposta”. Outro grupo importante pela prática da leitura orante são os monges. Eram assíduos na meditação, vivendo na intimidade com Deus por meio da Palavra.

Infelizmente, ouve um período, a partir do século VIII, em que o povo não teve mais acesso mais Palavra, passando a conhecê-la quase que unicamente por meio da História Sagrada e das pinturas dos vitrais das Igrejas. Entretanto, a Bíblia continuava sendo lida e meditada nos monteiros. Entretanto, a leitura orante, como é conhecida hoje, com seus quatro passos: leitura, meditação, oração e contemplação, foi sistematizada no século XII, por um monge Cartuxo, chamado Guido II da ordem cisterciense.

Lamentavelmente, na Idade Moderna, aconteceu outra crise de ruptura com a Bíblia, tudo passa a ser interpretado à luz da razão, ou de modo oposto, no fundamentalismo e sentimentalismo. Porém, Deus que jamais abandona o seu Povo, por meio de seu Espírito Santo, mobilizou a Igreja através do Vaticano II para que retornasse as Sagradas Escrituras (DV 21 - 26). Daí pra cá, a Igreja tem conclamado os fieis para se aproximarem mais da Bíblia, conforme recomendou a Conferência de Aparecida: “entre as muitas formas de se aproximar da Sagrada Escritura, existe uma privilegiada à qual somos convidados: a lectio divina ou exercício da leitura orante da Sagrada Escritura. Essa leitura bem praticada conduz ao encontro de Jesus Mestre” (DA 249). Também o Sínodo da Palavra lembra aos fiéis a importância de desenvolverem uma intima relação com a Palavra. Cada Igreja particular tem se empenhado em realizar atividades que concretizem esse projeto, como tem feito a Arquidiocese de Londrina, que vem estimulado muito a Leitura Orante da Palavra, através da oração pessoal e comunitária, também, por meio de retiros, encontros de capacitação da Leitura Orante, reuniões dos grupos bíblicos de reflexão, escolas bíblicas e teológicas.

2. Os quatro passos da leitura orante segundo Guigo II

No século XII, o monge Guigo II, enquanto fazia trabalhos manuais, trazia consigo uma escada. Pediu a Deus que lhe desse a graça de subir até Ele, assim como se sobe em um andaime, foi então, que teve uma visão, na qual, viu uma escada com quatro degraus que chegava até Deus, chamada “escada espiritual”, ou “escada dos monges”, onde cada degrau estava interligado com o outro, sendo que o primeiro degrau era sustentado pela Palavra. Os degraus eram: leitura, meditação, oração e contemplação. A base da escada unia a terra ao céu, chegando até Deus. Na escada de Guigo cada degrau precede e depende do outro, nenhum pode subsistir sem o outro. Assim acontece com a leitura, meditação, oração e contemplação.

A leitura oferece o material para a meditação. A assimilação da meditação leva a oração e a oração provoca a contemplação, segundo a qual, o fiel passa a ver o mundo com os olhos de Deus, ou seja, se compromete, tornando-se discípulo missionário.

Leitura (lectio): é o primeiro degrau da escada. Ela se propõe a responder a seguinte questão: O que o texto diz em si? É um processo lento, onde o leitor precisar ler várias vezes o texto, até se familiarizar com a Palavra, sendo capaz de contar espontaneamente o texto lido. Nesse passo, recomenda-se que se observe as palavras chaves, os verbos, as palavras repetidas, podendo grifar a expressão que mais chamou a atenção. Ao ler o texto sagrado não se pode desconsiderar o contexto em que foi escrito. Faz-se necessária uma leitura atenta e lenta para não manipular o texto, considerando os três níveis: literário, histórico e teológico.

“No nível literário vai-se analisar o texto, descobrindo a sua relação com o contexto literário. Algumas perguntas podem ajudar como: Quem? O que? Por quê? Quando? Como? Com que meios? Como o texto se situa dentro do contexto literário do livro de que faz parte? No nível histórico vai-se buscar conhecer o contexto nos aspectos: político, social, econômico, ideológico, afetivo, antropológico e outras. Procura-se descobrir quais os conflitos que estão por traz do texto ou nele se refletem para, assim, perceber melhor a encarnação da Palavra de Deus na realidade conflitava humana, tanto do povo do Bíblia como nossa. No nível teológico vamos procurar saber o que Deus tinha a revelar naquele tempo e como o povo respondia, assumia e celebrava a Deus. Busca-se o sentido de cada palavra. Aconselha-se a usar alguns recursos como: comentários, notas de rodapé, dicionário”... Depois de se ter obtido todas essas informações, quando se sente interrogado pela Palavra, então chegou o momento de se passar para o segundo passo.

Meditação (meditatio): é o segundo degrau da escada orante, o momento de atualizar a Palavra. A Leitura Orante, é como um espelho, que reflete o passado no presente, no chão concreto do dia-a-dia. A meditação busca uma resposta iluminadora para a vida a partir do próprio texto sagrado. “O que o texto me (nos) diz hoje”? Propõe-se uma reflexão profunda, e interpeladora como fez Maria (Lc. 2,19.51). A Palavra faz uma conexão entre o texto e a vida, entre nós e Deus. Algumas perguntas podem ajudar como: “Qual é para mim a idéia e o valor fundamental do texto lido? Por que é importante? O que me sugere e como me questiona? Com qual personagem me identifico? Que sentimentos e atitudes me transmitem? Como posso, com esses pensamentos, iluminar minha vida? Trata-se de deixar que a Palavra penetre profundamente na intimidade do meu coração, e depois mobilizar todas as energias para confrontar-se, ir dentro da Palavra e converter-se a ela. A meditação indica o esforço que se faz para atualizar o texto e trazê-lo para dentro do horizonte da vida e realidade, tanto pessoal como social”. Outro modo de meditar é “ruminar” a Palavra, repetindo várias vezes o versículo que mais chamou a atenção, saboreando-a até que ela ilumine a missão (Ez. 3,1 - 3). A meditação nos ajuda a compreender, pela ação do Espírito Santo, o próprio Deus (2 Tm. 3,16), e a entender o sentido pleno da Palavra (Jo. 16,13). Quando a Palavra provoca desejo de falar com Deus, então chegou o momento de subir mais um degrau.

Oração (oratio): é o terceiro degrau. Acontece quando se é capaz de perceber a luz da leitura e meditação os apelos de Deus. É quando a Palavra lida e meditada provoca um diálogo com Deus. “O que o texto me (nos) leva a dizer a Deus”? É o momento de resposta, de confrontação entre o projeto divino e a fragilidade humana. Os questionamentos feitos pela Palavra se tornam oração, motivo de louvor, súplica, ação de graças, arrependimento. A oração faz voltar a Deus o que ele mesmo disse pela Palavra e pela ação do Espírito Santo. Ela se insere na própria vida. O que se vive torna-se conteúdo da oração e expressão do amor de Deus. A oração leva à ação e a ação leva à oração (Lc. 10,29 - 42). Entretanto, os momentos reservados são essenciais para um encontro íntimo e profundo com Deus que se revela na Palavra e na vida humana. Toda a oração deve ser movida pela Palavra, deve-se falar com Deus a partir do texto. Quando as palavras se esgotam e brota no coração o desejo de ficar calado diante de Deus, apenas deixando-se ser amado por ele, então está na hora de passar para o passo seguinte.

Contemplação (contemplatio): é o último degrau da escada. Para a tradição da Leitura Orante, a contemplação é o ápice, o ponto alto do método, é o resultado da assimilação da Palavra de Deus no coração humano. Leva a dar uma resposta a Deus assumindo compromissos de acordo com a Palavra: “O que o texto me (nos) leva a viver”? A contemplação é o resultado dos três primeiros passos, é como a seiva de uma planta, é a doçura, o sabor, o que restou da leitura, meditação e oração. É a hora de fixar o olhar em Deus (Sl. 25,15a), deixando-se abraçar por Ele (Lc. 15,20). A contemplação não requer palavras, mas um silêncio contemplativo. Ela convida a conversão, ao compromisso, ela leva a ação.

irmã Solange das Graças Martinez Saraceni, ICP


REFERÊNCIA

BIANCO, Enzo. Lectio Divina: encontra Deus na sua Palavra. São Paulo: Salesiana2009;

CONFERÊNCIA DOS RELIGIOSOS DO BRASIL. A Leitura Orante da Bíblia. São Paulo: Loyola, 1990;

MESTRES, Carlos; BROLLO, Elda. Leitura Orante da Bíblia: São Paulo: Paulinas, 2008 (Florder);

ZEVINI,Giorgio. A Leitura Orante da Bíblia. São Paulo: Salesiana, 2006

 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Avemaria cantada por grandes interpretes, por Franz Schubert.

Que lindo e profético. Quantas Avemarias forem cantadas serão insuficientes diante de tanta graça, diante da Graça Plena."Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo". (Lc 1,28) Saudado por um enviado de Deus que a olhou e viu tantas graças diante de si, não conseguiu guardar esta palavra e a proferiu para marcar a história de todo o povo. Povo redimido pelo filho desta Santa Menina bem aventurada, bendita por todas as nações.
Milhões de vozes não selam, mas deixo aqui as vozes dos filhos que se dobraram e doaram a beleza da saudação angelical que contemplou a beleza maternal e sem igual de Maria.


O Senhor Franz Schubert é um grande compositor que deixou esta graciosa obra para graciosos interpretes se expressarem. E a nós a beleza saborosa de degustar uma santidade cantada, acalmando os pulsos pulsantes e docilizando a alma que quer repousar.


Segue para você amigo leitor, uma coleção de cantores, tenores, solistas e corais. Pessoas de um passado longe, próximo e contemporâneos que cantam o Avemaria de uma forma quase divina, ungida, cheia de dons e pura. Escolha um, dois ou todos e delicie-se!


Andrea Bocelli, Luciano Pavarotti, Celine Dion, Bono, Jessye Norman, André Rieu, Mario Lanza, Lara Fabian e outros.


Aqui a letra e abaixo mais vídeos maravilhosos:

Ave Maria Gratia plena
Maria Gratia plena
Maria Gratia plena
Ave, ave dominus
Dominus tecum
Benedicta tu in mulieribus
Et benedictus
Et benedictus fructus ventris
Ventris tui Jesus
Ave Maria

Ave Maria Mater dei
Ora pro nobis pecatoribus
Ora, ora pro nobis
Ora ora pro nobis pecatoribus
Nunc et in hora mortis
In hora mortis, mortis nostrae
In hora mortis nostrae
Ave Maria











terça-feira, 15 de maio de 2012

Incompatibilidade entre o Rico e o Pobre. (Eclo 13)


"1. Quem toca no pez ficará manchado; e quem trata com o orgulhoso, tornar-se-á orgulhoso.
2. Quem se liga com um mais poderoso do que ele, põe (sob os ombros) uma pesada carga. Não te tornes amigo de um mais poderoso do que tu.
3. Que ligação pode haver entre um pote de barro e um pote de ferro? Quando houver choque, (o pote de barro) será quebrado.
4. O rico comete uma injustiça e em seguida se põe a gritar; o pobre, ofendido, guarda silêncio.
5. Enquanto lhe servires, ele te empregará; quando nada mais tiveres, ele te abandonará.
6. Se tens haveres, ele se banqueteará contigo, te esgotará e não cuidará de tua sorte.
7. Se lhe fores útil, ele te dominará; com um sorriso ele te dará esperanças, com belas palavras te dirá: De que necessitas?
8. Confundir-te-á com seus banquetes, até que te tenha exaurido duas ou três vezes; e, por fim, zombará de ti; depois, vendo-te, abandornar-te-á, e abanará a cabeça, escarnecendo de ti.
9. Humilha-te perante Deus e espera que sua mão (execute).
10. Tem cuidado em não te deixares seduzir, para que não caias numa loucura aviltante.
11. Não te rebaixes em tua sabedoria, para não suceder que esse rebaixamento te arraste à loucura.
12. Se um poderoso te chamar, retira-te, e ele será ainda mais levado a insistir.
13. Não sejas importuno, para não acontecer que ele se canse de ti; não te afastes muito dele, para não suceder que ele te esqueça.
14. Não tenhas a audácia de falar de igual para igual com ele, e não confies em suas longas conversas. Pois fazendo-te falar muito, ele te experimentará, e com um sorriso te interrogará sobre os teus segredos.
15. Seu coração impiedoso relembrará todas as tuas palavras, e não te poupará nem aos maus tratos nem às cadeias.
16. Cuida de ti e presta bem atenção aos teus ouvidos, pois caminhas à beira de um abismo.
17. Mas, ouvido tudo isso, encara-o como um sonho, e serás vigilante;
18. ama a Deus durante toda a tua vida, e invoca-o para tua salvação.
19. Todo ser vivo ama o seu semelhante, assim todo homem ama o seu próximo.
20. Toda carne se une a outra carne de sua espécie, e todo homem se associa ao seu semelhante.
21. O logo jamais terá amizade com o cordeiro: assim é entre o pecador e o justo.
22. Que relação pode haver entre um santo homem e um cão? Que ligação pode ter um rico com um pobre?
23. O onagro é a presa do leão no deserto: assim os pobres servem de pasto aos ricos.
24. E como a humanidade é abominada pelo orgulhoso, do mesmo modo o pobre causa horror ao rico.
25. Um rico abalado é apoiado pelos seus amigos. O pobre que tropeça é ainda empurrado pelos seus companheiros.
26. Quando um rico é enganado, numerosos são aqueles que o vêm ajudá-lo; se diz tolices, o apóiam.
27. Quando um pobre é enganado, ainda merece censura, e, se falar com sabedoria, não o levam em consideração.
28. Se fala o rico, todos se calam, e glorificam suas palavras até às nuvens;
29. se fala um pobre, dizem: Que é este homem? E se ele tropeçar, fazem-no cair.
30. A riqueza é boa para quem não tem a consciência pesada, péssima é a pobreza do mau que se lastima.
31. O coração do homem modifica seu rosto, seja em bem, seja em mal.
32. O sinal de um coração feliz é um rosto alegre, tu o acharás dificilmente e com esforço".
(Eclo 13)

terça-feira, 6 de março de 2012

Pilatos: O que é a verdade?


É o homem que está diante de você

Anagrama: Frase elaborada usando exatamente as mesmas letras da sentença original. Exemplos: A pergunta, em latim, "Quid est veritas?" (O que é a verdade?), e a resposta "Est vir qui adest" (É o homem que está diante de você).


Com efeito, na Vulgata encontramos a frase: “O que é a verdade?”, traduzida ao latim por: “Quid est veritas?”. Ao utilizarmos as mesmas letras contidas nesta pergunta é possível formular a resposta de Cristo através de um perfeito anagrama: “Est vir qui adest”, ou seja, “o varão que está diante de vós”.


Pilatos perguntou: "O que é a verdade?". Jesus calou, pois a resposta está na pergunta: 'o varão que está diante de vós'


Fonte: WikiPedia

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Um Salmo para quem foge de Deus

Meu irmão, delicie-se neste Salmo, passeie por ele vislumbrando sua Carreira, Estudos, Fé, Família... Muitos estão por aí vivendo a procura de tantas coisas, em tantas religiões, em tantas neuras, ideologias, partidos, vícios, vaidades, prisões... e tudo não passa de uma enorme falta de Paz. Para onde ir, se não for a Deus? Aquiete suas lamúrias e lamentações, eis que chegou o fim, entenda que Deus é a Resposta!


Para quem gosta de mentir sobre si mesmo, aqueles que se dizem ser o que não é
Senhor, vós me perscrutais e me conheceis, 2. sabeis tudo de mim, quando me sento ou me levanto. De longe penetrais meus pensamentos. 3. Quando ando e quando repouso, vós me vedes, observais todos os meus passos.


Aos que andam somente sobre a Razão e encontram "inteligência" fora de Deus, que se consideram tão sábios ao ponto de duvidar do Criador

4. A palavra ainda me não chegou à língua, e já, Senhor, a conheceis toda. 5. Vós me cercais por trás e pela frente, e estendeis sobre mim a vossa mão. 6. Conhecimento assim maravilhoso me ultrapassa, ele é tão sublime que não posso atingi-lo.



Aos irmãos enganados pelo Espiritismo, achando que com suas reencarnações subirão com forças próprias.
7. Para onde irei, longe de vosso Espírito? Para onde fugir, apartado de vosso olhar? 8. Se subir até os céus, ali estareis; se descer à região dos mortos, lá vos encontrareis também.


Aos pesquisadores que querem descobrir o tudo sem ao que É Tudo perguntar, sem se doarem ao Culto Santo e com as próprias forças procurar.

9. Se tomar as asas da aurora, se me fixar nos confins do mar, 10. é ainda vossa mão que lá me levará, e vossa destra que me sustentará.



Aos que se encantam no ocultismo, feitiçarias, satanismo...

11. Se eu dissesse: Pelo menos as trevas me ocultarão, e a noite, como se fora luz, me há de envolver. 12. As próprias trevas não são escuras para vós, a noite vos é transparente como o dia e a escuridão, clara como a luz.



A todos que largando as imundícies, chegam ao ponto de reconhecer:

13. Fostes vós que plasmastes as entranhas de meu corpo, vós me tecestes no seio de minha mãe.



E após reconhecer, ser agradecido:

14. Sede bendito por me haverdes feito de modo tão maravilhoso. Pelas vossas obras tão extraordinárias, conheceis até o fundo a minha alma.



Não existe outro Deus, por mais que tenhas caminhado por vias enganosas...

15. Nada de minha substância vos é oculto, quando fui formado ocultamente, quando fui tecido nas entranhas subterrâneas. 16. Cada uma de minhas ações vossos olhos viram, e todas elas foram escritas em vosso livro; cada dia de minha vida foi prefixado, desde antes que um só deles existisse. 17. Ó Deus, como são insondáveis para mim vossos desígnios! E quão imenso é o número deles!

Deus é muito mais que sua procura e seus anseios!
18. Como contá-los? São mais numerosos que a areia do mar; se pudesse chegar ao fim, seria ainda com vossa ajuda.


E ao Mal que outrora tenhas seguido, pode desejar seu extermínio...

19. Oxalá extermineis os ímpios, ó Deus, e que se apartem de mim os sanguinários! 20. Eles se revoltam insidiosamente contra vós, perfidamente se insurgem vossos inimigos. 21. Pois não hei de odiar, Senhor, aos que vos odeiam? Aos que se levantam contra vós, não hei de abominá-los? 22. Eu os odeio com ódio mortal, eu os tenho em conta de meus próprios inimigos.



Na conversão, sabendo que o Paganismo, Cientificismo, Espiritismo, Satanismo etc. não leva a Deus, podes dizer:

23. Perscrutai-me, Senhor, para conhecer meu coração; provai-me e conhecei meus pensamentos. 24. Vede se ando na senda do mal, e conduzi-me pelo caminho da eternidade".

(Salmo 138)

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