São os que recebem dinheiro de forma corrupta para enriquecerem-se sem trabalhar, sem produzir e sem ajudar o Brasil. São os que não se importam como anda o Desemprego e a situação econômica das famílias brasileiras. São os que nunca se manifestaram em favor da Saúde dos Brasileiros que morrem nas calçadas dos Hospitais que sempre estão lotados e sem vagas para os assalariados.
São os mesmos favoráveis a liberação das drogas, aborto, homossexualismo, realização da parada gay com dinheiro publico, liberação da prostituição e pedofilia, favoráveis a ditaduras, perseguição à Igreja. São os mesmos que apoiam as cenas de nudismos nas novelas que aparecem nas TVs em plena luz do dia. São os que acham comum fazerem peças 'teatrais' nas ruas como se fosse arte usando cenas de homens e mulheres pelados e fazendo gestos sodomitas. Sãos os que destratam os versos Bíblicos dizendo que todos os que seguem a Igreja são fundamentalistas.
Arte não se faz com dinheiro público ou com apoio do governo. Arte se faz com quem tem em seu íntimo o dom de ser artista. Artista verdadeiro não se dá a corrupção e não desrespeita a sociedade. Artista é um cidadão de respeito e trabalhador, que paga impostos como todos nós, não invade locais públicos, não depredam patrimônio alheio e respeita a fé alheia. Respeita a vida e a pureza das crianças e a santidade das famílias.
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segunda-feira, 23 de maio de 2016
terça-feira, 12 de maio de 2015
Há 13 anos o ator Eduardo Verástegui consegue viver casto. O segredo? Uma vida espiritual intensa
ATLANTA, 12 Mai. 15 / 05:04 pm (ACI).- O ator e produtor mexicano Eduardo Verástegui foi entrevistado recentemente pelo jornalista Ismael Cala para o canal de televisão americano CNN, durante o período promocional do filme Little Boy, produzido pelo ator e que esta semana começa a ser estreado na América Latina. Em sua apresentação, Verástegui surpreendeu o entrevistador por seu testemunho e opção pela castidade durante 13 anos, e ensina que é possível vivê-la, mas não sem disciplina e sobretudo, oração.
Little Boy, filme em que Eduardo Verástegui desempenhou um papel de ator e produtor, estreou no dia 24 de abril nos Estados Unidos. Atualmente, o filme está ranqueado com 7 estrelas na página IMDB (Internet Movei Data-base) especializada em críticas de cinema.
Em sua entrevista, Verástegui confessou: “O segredo dos meus 13 anos de castidade é minha intensa vida espiritual”.
Verástegui assegurou: “Se eu não tiver esta disciplina espiritual de todos os dias, se não for ao ‘ginásio da alma’ para desenvolver uma vida virtuosa não consigo, é impossível”.
Diante da surpresa do seu interlocutor pela mudança de vida do ator e sua decisão de viver a castidade até o matrimônio, Verástegui explicou: “Quando faço algo, eu gosto de ir até a raiz, em tudo o que faço”.
“Sou uma pessoa que gosta muito da disciplina também, das coisas que custam trabalho, dos desafios”.
O ator mexicano recordou: “Eu era a ‘ovelha perdida’ da família, submerso no mundo do espetáculo até que uma professora de inglês, que contratei para aprender o idioma e alcançar papéis importantes nos Estados Unidos, me deu uma lição que mudou a minha vida aos meus 28 anos.
“Machuquei muitas mulheres”, confessou Verástegui, e assinalou: “Cresci em um ambiente onde eu pensava que o verdadeiro homem era o ‘dom Juan’, o ‘latin lover’, o mulherengo, o playboy, o casanova, o sedutor”.
“Um menino cresce assistindo esses filmes e acaba acreditando que para poder ser feliz tem que se converter nesse homem”, disse Verástegui.
“Eu tinha minha lista, bom agora me falta ficar com tal ou qual. E assim foi durante muitos anos, vivi assim e fui infiel”, declarou o ator.
Nesse momento, sua professora de inglês, “muito inteligente, filósofa, psicóloga”, questionou-lhe: “Você gostaria de casar e ter filhas? Eu respondi que ‘sim’, e ela continuou perguntando-me ‘que tipo de homem você gostaria que sua filha conhecesse para que forme uma família? Poderia descrever as características desse homem? ’, e obviamente descrevi um santo, para minha filha (quisera) um homem que seja fiel, leal, que a coloque em um pedestal como se fosse um diamante, que a ame, que a faça rir, que a cuide, que dê vida por ela, enfim, ainda me faltava terminar de descrevê-lo”.
A professora perguntou ao ator se ele acreditava ser o homem que ele gostaria que suas filhas se cassassem, e ele sentiu ‘uma dor de coração’, e respondeu: “Eu não sou esse homem”.
“Então fiz uma promessa a Deus de que trataria todas as mulheres como gostaria que a minha futura filha, a minha mãe ou as minhas três irmãs fossem tratadas”, assegurou Verástegui.
O ator e produtor assinalou: “Depois dos diálogos com minha professora de inglês entendi que o sexo é sagrado, é um presente de Deus, que deve ser cuidado, preservado. Para que? Para compartilhá-lo com a mulher mais importante da minha vida. No meu caso, quem será essa pessoa? A mãe dos meus filhos. Quem? Minha esposa. Quando? No dia em que eu me case”.
“Eu sempre disse às minhas três irmãs: quando vierem estes homens falando no seu ouvido e dizendo isto ou aquilo. Não entreguem a parte mais íntima de vocês a um homem somente porque dizem coisas bonitas. Se querem azul celeste, que lute para isso. Se quiser o mais íntimo de ti, que te leve ao altar. E se te diz ‘não estou seguro’, respondam ‘eu também não estou segura’”.
Verástegui recordou: “Eu me comprometi a ser fiel a essa pessoa que ainda não conheço, à mãe dos meus filhos, àquela a quem quero entregar minha vida e vou fazer uma promessa de castidade, uma disciplina de abstinência”.
“É uma disciplina de controlar suas paixões. As paixões obedecem a razão, a razão obedece a um poder superior”, explicou o ator.
Eduardo Verástegui afirmou: “O sexo não é uma necessidade física, pois “necessidade física é respirar porque se ficamos sem respirar morreremos, necessitamos comer porque se não comemos, morremos. Até hoje, eu não conheço ninguém que morreu por abstinência”.
O sexo, explicou: “É um desejo, um desejo muito forte que é possível ser controlado e os seres humanos não são animais, podemos ser controlados pela razão. As paixões são boas, mas devem ser ordenadas”.
O filme Little Boy ainda não tem data para estrear no Brasil e o trailer oficial pode ser visto no link:
Fonte: ACI Digital
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quinta-feira, 5 de março de 2015
Artistas sempre felizes e 'ensinando-nos' a ser família!
Artistas vão a TV mostrar suas vidas belas e ensinar o povo a ser feliz, causando inveja de tanta felicidade. Tempos depois estão os artistas na sarjeta, sem família, deprimido, mendigando, em clínicas para dependentes químico e em outros antros infernais.
Mas infelizmente os programas de TV não se faz um paralelo descente sobre a vida real do infeliz, a TV substitui por outro artista que está vivendo uma vida bela, no estilo BBB e novelístico. O Povo ama tudo isto!
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sexta-feira, 20 de junho de 2014
Pessoas vantajosas que se valorizam demasiadamente. São tantas vantagens... tantas mentiras
A moda está levando certas pessoas a se valorizar tão demasiadamente que está-se buscando recursos da mentira, de forma que uns estão deixando de ser o que são para serem aquilo que pensam ser, mas que com mentira nunca serão. Nos auto elogios sobram palavras e onde ha excesso de palavras, há poucas ou nenhuma virtuosidade.
Gera um enfado quando se ouve atores de novelas e alguns jogadores de futebol nas entrevistas. São tantas vantagens, tanta demonstração de vida boa e risos fáceis que fazem muitos que assistem a querer ser como eles.
Certos personagens midiáticos vivem uma vida devassa, relacionamentos sem fundamentos, amizades frágeis e quase nunca estão junto de suas famílias. Além de serem extremamente conhecidos e idolatrados, eles não se contentam com pouco número de fãs, querem estar sempre no auge e parecem não viver uma vida de cruz. São indivíduos apartados da religião, nunca falam da fé, da moral, da situação do Brasil. Tudo termina em risos, sexo e festanças. Comemora-se tudo!
Para finalizar, recorro-me ao Poema em linha reta de Fernando Pessoa:
"Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza."
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Os Artistas e suas críticas à Religião, Política e Moral
Quando este povo fala, buscam aplausos o tempo inteiro e tudo que falam parece ter peso para as famílias que os assistem. Gostam de seguir apenas as veredas das modas, vestem roupas escandalosas, casam e descasam com facilidades. Não criticam o governo corrupto, apoiam todo tipo de manifestação desde que não seja as morais. Criticam policiais e amparam traficantes em suas falas. Sustentam ódio pela Igreja e de tudo que a Igreja defende. Onde morreu a cultura destes artistas? Onde foi enterrada?
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