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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Viver Santamente e Castidade. Vocalista de Os Gonzagas conta que optou por não ter relações sexuais até o casamento

Achei super abençoado a fala do rapaz. Um testemunho de fé católica num canal costumeiramente depravado. Falou sobre castidade, conversão, fé, família e alegria. Que coragem para os tempos atuais




Parabéns meu irmão. Doravante muitos jovens seguirão sua decisão!


terça-feira, 19 de maio de 2015

O Homem ao casar


O Homem que conduz a Mulher ao Altar no compromisso mais lindo da vida, o santo matrimônio, diz ao mundo: Nunca verão meus lábios nos lábios de outra. E diz a Deus: Eis aqui o melhor que podias me dar, cuidarei com minha vida, não me permita falhar!


"O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada.”" (Gn 2,18)
"o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem". (Gn 2,22)

"“Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tomada do homem.”" (Gn 2,23)

terça-feira, 12 de maio de 2015

Há 13 anos o ator Eduardo Verástegui consegue viver casto. O segredo? Uma vida espiritual intensa


ATLANTA, 12 Mai. 15 / 05:04 pm (ACI).- O ator e produtor mexicano Eduardo Verástegui foi entrevistado recentemente pelo jornalista Ismael Cala para o canal de televisão americano CNN, durante o período promocional do filme Little Boy, produzido pelo ator e que esta semana começa a ser estreado na América Latina. Em sua apresentação, Verástegui surpreendeu o entrevistador por seu testemunho e opção pela castidade durante 13 anos, e ensina que é possível vivê-la, mas não sem disciplina e sobretudo, oração.

Little Boy, filme em que Eduardo Verástegui desempenhou um papel de ator e produtor, estreou no dia 24 de abril nos Estados Unidos. Atualmente, o filme está ranqueado com 7 estrelas na página IMDB (Internet Movei Data-base) especializada em críticas de cinema.
Em sua entrevista, Verástegui confessou: “O segredo dos meus 13 anos de castidade é minha intensa vida espiritual”.

“Sou uma pessoa muito fraca, e é por isso que tenho uma disciplina espiritual. Se não tenho minha disciplina espiritual, se tiro Deus do centro da minha vida, eu entro em crise em dois minutos. Não posso, vivo em um mundo cheio de tentações e a principal das tentações é nossa carreira”, disse o ator mexicano.

Verástegui assegurou: “Se eu não tiver esta disciplina espiritual de todos os dias, se não for ao ‘ginásio da alma’ para desenvolver uma vida virtuosa não consigo, é impossível”.
Diante da surpresa do seu interlocutor pela mudança de vida do ator e sua decisão de viver a castidade até o matrimônio, Verástegui explicou: “Quando faço algo, eu gosto de ir até a raiz, em tudo o que faço”.

“Sou uma pessoa que gosta muito da disciplina também, das coisas que custam trabalho, dos desafios”.

O ator mexicano recordou: “Eu era a ‘ovelha perdida’ da família, submerso no mundo do espetáculo até que uma professora de inglês, que contratei para aprender o idioma e alcançar papéis importantes nos Estados Unidos, me deu uma lição que mudou a minha vida aos meus 28 anos.
“Machuquei muitas mulheres”, confessou Verástegui, e assinalou: “Cresci em um ambiente onde eu pensava que o verdadeiro homem era o ‘dom Juan’, o ‘latin lover’, o mulherengo, o playboy, o casanova, o sedutor”.

“Um menino cresce assistindo esses filmes e acaba acreditando que para poder ser feliz tem que se converter nesse homem”, disse Verástegui.

Por isso, lamentou: “Desde muito jovem, desde adolescente, pensava que se eu não tivesse esse estilo de vida, de converter-me em um ‘dom Juan’, eu seria um ‘coser’, um perdedor”.
“Eu tinha minha lista, bom agora me falta ficar com tal ou qual. E assim foi durante muitos anos, vivi assim e fui infiel”, declarou o ator.

Nesse momento, sua professora de inglês, “muito inteligente, filósofa, psicóloga”, questionou-lhe: “Você gostaria de casar e ter filhas? Eu respondi que ‘sim’, e ela continuou perguntando-me ‘que tipo de homem você gostaria que sua filha conhecesse para que forme uma família? Poderia descrever as características desse homem? ’, e obviamente descrevi um santo, para minha filha (quisera) um homem que seja fiel, leal, que a coloque em um pedestal como se fosse um diamante, que a ame, que a faça rir, que a cuide, que dê vida por ela, enfim, ainda me faltava terminar de descrevê-lo”.

A professora perguntou ao ator se ele acreditava ser o homem que ele gostaria que suas filhas se cassassem, e ele sentiu ‘uma dor de coração’, e respondeu: “Eu não sou esse homem”.
“Então fiz uma promessa a Deus de que trataria todas as mulheres como gostaria que a minha futura filha, a minha mãe ou as minhas três irmãs fossem tratadas”, assegurou Verástegui.
O ator e produtor assinalou: “Depois dos diálogos com minha professora de inglês entendi que o sexo é sagrado, é um presente de Deus, que deve ser cuidado, preservado. Para que? Para compartilhá-lo com a mulher mais importante da minha vida. No meu caso, quem será essa pessoa? A mãe dos meus filhos. Quem? Minha esposa. Quando? No dia em que eu me case”.

“Eu sempre disse às minhas três irmãs: quando vierem estes homens falando no seu ouvido e dizendo isto ou aquilo. Não entreguem a parte mais íntima de vocês a um homem somente porque dizem coisas bonitas. Se querem azul celeste, que lute para isso. Se quiser o mais íntimo de ti, que te leve ao altar. E se te diz ‘não estou seguro’, respondam ‘eu também não estou segura’”.

Verástegui recordou: “Eu me comprometi a ser fiel a essa pessoa que ainda não conheço, à mãe dos meus filhos, àquela a quem quero entregar minha vida e vou fazer uma promessa de castidade, uma disciplina de abstinência”.
“É uma disciplina de controlar suas paixões. As paixões obedecem a razão, a razão obedece a um poder superior”, explicou o ator.

Eduardo Verástegui afirmou: “O sexo não é uma necessidade física, pois “necessidade física é respirar porque se ficamos sem respirar morreremos, necessitamos comer porque se não comemos, morremos. Até hoje, eu não conheço ninguém que morreu por abstinência”.
O sexo, explicou: “É um desejo, um desejo muito forte que é possível ser controlado e os seres humanos não são animais, podemos ser controlados pela razão. As paixões são boas, mas devem ser ordenadas”.

O filme Little Boy ainda não tem data para estrear no Brasil e o trailer oficial pode ser visto no link:

Fonte: ACI Digital

quarta-feira, 18 de março de 2015

Num casamento deve ter


Oração, seriedade, disciplina, humildade, diálogo, respeito, proximidade de pensamentos, comunhão de corpos, beijos, beijos, beijos, esforço por viver apaixonado, passeios, lágrimas conjuntas, danças...

deve ter ainda: festas, mãos dadas, sorrisos, paciência, sabedoria, dedicação total, devoção ao matrimônio, desejo, saudades, elogios, exortações, músicas, carinho, carinho, carinho, adoração a Deus, terço diário...

E também: trabalho, suavidades, sussurros, carícias, educação, higiene, planejamentos, perdão, perdão, perdão...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Mulheres preferem o lar a uma profissão



Por Gregorio Vivanco Lopes

Chegam-nos notícias de que uma tendência conservadora vai se afirmando entre as mulheres.

Há um surpreendente movimento de mulheres que, após serem bem sucedidas numa profissão, resolvem abandoná-la para se tornarem donas-de-casa, desagradando assim profundamente as chamadas feministas, pelo fato de representantes do belo sexo escaparem à sua ditadura.

Não ignoro, é claro, que possa haver mulheres que se dediquem por razões legítimas a uma profissão. Não estou aqui analisando casos individuais. O presente enfoque é a nova tendência que vai se afirmando no sexo feminino, e que tem relação com a presente “onda conservadora”. Dessa realidade nos dá elementos para análise a reportagem assinada pelo jornalista Guilherme Sillva na Gazeta de Vitória (ES), em 9 de novembro último. Dela extraio os dados abaixo, sem fazer comentários.

*      *      *
“Elas são estudadas e foram criadas para ser bem-sucedidas em suas profissões. Ocuparam cargos renomados nas empresas e mostraram que são competentes. Mas perceberam que a verdadeira felicidade estava em cuidar da casa e dos filhos.

“A engenheira Paola Cristina Cola, de 40 anos, foi educada para ser uma típica mulher do século XXI. Estudou inglês, cursou engenharia, casou e fez mestrado. Como profissional, construiu uma carreira sólida, chegando ao cargo de gerente sênior de uma empresa de satélites com sede no Rio de Janeiro. Há nove anos, no entanto, parou tudo para ser... dona de casa. Descobriu que sua felicidade estava em cuidar dos filhos.

“Paola faz parte de uma corrente de mulheres estudadas que foram criadas para ser bem-sucedidas em suas profissões. Mas abriram mão da carreira de sucesso para cuidar da casa e dos filhos. ‘Ouvi de tudo’ diz ela. Desde ‘Você não vai se adaptar’ ao ‘Louca, estudou tanto e agora vai emburrecer’.

“Paola não está só. Mais da metade das brasileiras (55%) que têm filhos e trabalham fora gostariam de largar o emprego e passar todo o tempo com as crianças, segundo a pesquisa Mães Contemporâneas/2013, do Ibope.

“Para Angelita Scardua, psicóloga especializada em felicidade e desenvolvimento adulto, existe, sim, em algumas camadas da sociedade, um movimento de mulheres que decidiu retomar uma vida doméstica. ‘Quando as feministas queimaram sutiãs, em nome da libertação, era outro cenário. [...] O preço a se pagar é caro’.

“‘Algumas se perguntaram se realmente vale a pena abrir mão de presenciar o crescimento do filho em nome da competição no mundo exterior. E algumas, principalmente na faixa dos 35 e 40 anos, perceberam que não vale. Com isso, surge o movimento das mulheres que preferem fazer atividades em casa’, explica Angelita.

“Foi o que aconteceu com a nutricionista Luan Silva Teixeira Carvalho de Fonseca, 35 anos. Depois de dez anos de carreira, a coordenadora de Nutrição de um grande hospital, e chefe de 50 funcionários, deixou o emprego para cuidar do filho. Algumas pessoas também foram contra a decisão de Luan, inclusive gente da família.

“Para a psicóloga e escritora Cecilia Russo Troiano, autora do livro Vida de equilibrista — Dores e delícias da mãe que trabalha (Cultrix), ‘as demandas do lado do trabalho estão comprometendo aquilo que elas consideram razoável, seja pelo número alto de horas, muitas viagens ou pressão [...] e voltam para casa com a certeza de que a compatibilidade carreira/família não é possível’, ressalta”.

A jornalista indiana Diksha Madhok escreveu para o site norte-americano Quartz Daily Brief — uma agência global de notícias de negócios — um desafiador artigo intitulado “A palavra feminista já está em declínio” (16-11-14).

Ela relata que numa pesquisa a respeito de palavras que deveriam ser banidas para sempre do vocabulário inglês, a revista “Time” incluiu, entre 15 outras, a palavra “feminista”, deixando aos leitores a escolha de qual delas deveria ser condenada. Devido às pressões recebidas, “Time” foi obrigada a pedir desculpas pela inclusão.

Diksha conclui: “Parece que, na verdade, a palavra feminista está em risco de extinção. Pesquisa em inglês, no Google, mostra que, a partir de 1996, as buscas das palavras ‘feminista’ e ‘feminismo’ estão em contínuo declínio”.

Fonte: ABIM

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Tocar os Corpos no Namoro e no Casamento.


No Namoro, a expressão de amor é não tocar no corpo do outro como se fora seu. No namoro, os corpos não são um, o corpo da mulher não pertence ao homem e nem do homem à mulher.

No Matrimônio, uma das expressões supremas do amor é exatamente o tocar o corpo do outro, sendo seu o corpo. No Casamento os corpos são um, o corpo da mulher pertence ao homem e o do homem à mulher.

Vemos Namoros se acabarem por causa do toque que não obedece a Castidade.
No Casamento vemos desmanche porque não há toque e relacionamento entre os corpos.

"Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo". (1Cor 6,18)

"Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu". (Mt 19,6)

"A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa". (1Cor 7,4)

terça-feira, 1 de julho de 2014

Que haja delícias no casamento


Que os casados não desistam de amar.
que esteja sempre aceso o fogo do desejo
que a necessidade do toque se ampare
na vontade fiel de sempre viverem juntos

Que o respeito se una imperativamente
nas carícias unitivas

que a alegria esteja aliançada
nos suspiros de corpos unidos

que as palavras exaltem o amado,
que os braços amparem, aqueçam
e protejam aquela que o amor uniu

que os olhos e o coração busquem
desde longe para perto
aquele que só pode viver lado a lado

que o romantismo, beijos,
e declarações sejam o oxigênio
do leito matrimonial

que o homem ame tanto
a esposa ao ponto de odiar
tudo aquilo que o separe dela

que a mulher no desfilar lindo feminino
da vida, não tenha olhos para quaisquer
proposta de valores. Que veja e contemple
apenas aquele que a esperou no Altar.

que o casal de Deus
viva o calor frutuoso
e íntimo que fortemente
transforma dois corações em
um só coração indivisível.

Fonte: Joezil Poesias

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Um casal envelhecendo juntos. É ou não é uma maravilha?


Ai reside um grande sinal da presença de Deus. Das adversidades que bateram na porta deste casal, a esperança recebeu a todas. Um casal assim jamais viveu só, residia com eles a Santíssima Trindade e a Imagem da Sagrada Família. 

O Amor demonstrou sua impetuosidade, as lágrimas ali não deitaram em uma só face, as dores foram compartilhadas e os sorridos multiplicados sempre e no mínimo por duas pessoas. Chegam frágeis fisicamente ao declinar da vida, entretanto como Gigantes Altivos na promessa que fizeram um para o outro e para Deus.

Acredito que não há coisa mais nova e renovada que um casal de idosos. Hoje vemos muitos casais 'novos' que andam como múmias, morreram a muito tempo e formam um 'caco', uma velharia ultrapassada mesmo que se achando inovadores.

Viva a velhice santificada! Viva o matrimônio sempre fonte de vigor e cânticos gososos novos!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Esposos e Globeleza


Neste Carnaval, infelizmente muitos homens casados verão mais a nudez Globeleza do que a nudez de suas Esposas.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Mensagem: O que se espera de um Homem católico casado?


Que seja Homem, casto, fiel, íntegro, amoroso, trabalhador, carinhoso, romântico com a esposa, desejoso de ser pai, honroso, educado, alegre, culto, elegante, que se cuide e que se valorize.

Longe disto é o que estamos vendo atualmente neste chão de lágrimas: homens Bruxos.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Casamento pode ajudar no tratamento contra o câncer

Pesquisa mostra que a presença de um cônjuge faz o paciente diagnosticar os tumores em um estágio mais inicial e seguir o tratamento de forma mais adequada


Tradicionalmente, durante as cerimônias de casamento os noivos prometem ser fiéis na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença. Uma nova pesquisa publicada nesta segunda-feira na revista Journal of Clinical Oncology mostra que, pelo menos durante a doença, a promessa pode compensar. Segundo os dados analisados pelos cientistas, pacientes que estão casados no momento em que são diagnosticados com câncer costumam viver mais do que os solteiros.

Isso acontece porque os casados  tendem a ter seus tumores diagnosticados numa fase anterior — quando é mais provável que sejam combatidos com sucesso — e a receber um tratamento mais apropriado. 

Leia o restante da matéria em Veja

terça-feira, 11 de junho de 2013

A liberação sexual e as relações antinaturais são causas de infertilidade. Casais fizeram-se inférteis!


Nota-se a existência de muitos casais com dificuldades de engravidar. Hoje não são somente as mulheres que se consideram 'culpadas' por não gerarem filhos. Com a ciência, prova-se que muitos homens se vêm inférteis, insuficientes para fecundarem o óvulo e fazerem-se pais biológicos. O que poucos sabem é que alguns destes não nasceram inférteis, mas fizerem-se durante a vida, em escolhas malditas e aquelas 'democráticas' como donos de seu próprio corpo. Dilaceraram o nascedouro de vida e em troca de divertimento e prazeres da carne durante a juventude (alguns na infância) e outros na insana vontade de ser jovem eternamente, sucumbiram a infertilidade provocada.

Para quem viveu a libertinagem sexual, herdou de si mesmo más consequências terríveis não notadas a princípio. Aqueles que viveram como animais em suas artimanhas sexuais, provando e experimentando de tudo, não se deram a razão de que esta atividade é detentora de prejuízos quase irreparáveis e de tristezas incontáveis.

Depois do aparecimento dos contraceptivos orais e da "liberação" dos costumes dos anos 60, houve um assustador aumento da incidência das Doenças Sexualmente Transmissíveis. 

É impressionante: Fugir da didática bíblica leva a um caminho prejudicial. As provas chegam cedo ou tarde.

Veja o caso da doença denominada Clamídia

O que é a clamídia?

A clamídia é uma infecção genital sexualmente transmissível, causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, ou simplesmente clamídia. É uma infecção que afeta tanto homens quanto mulheres, e que também pode atingir os olhos. Se não for tratada, a clamídia pode ter consequências negativas para sua saúde sexual e reprodutiva. 

O que provoca na mulher

  • infecção no útero, que pode provocar problemas de fertilidade e uma condição chamada doença inflamatória pélvica


O que provoca no Homem

  • problemas de fertilidade causados pela inflamação nos epidídimos (ductos que armazenam o sêmen)


Levantamento realizado pelo Ministério da Saúde mostrou que 10% das jovens entre 15 e 24 anos atendidas pelo SUS sofre de clamídia, doença sexualmente transmissível que causa obstrução nas trompas e infertilidade. Por não apresentar sintomas em 70% dos casos, a doença costuma passar despercebida pela maioria das mulheres.

“Causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, a clamídia não causa mau cheiro, nem coceira ou corrimento”, explica o Dr. Jurandir Passos, ginecologista do Delboni. Normalmente, a pessoa só descobre se o médico pede exames para a detecção.

Como se pega clamídia?

A clamídia é transmitida pelas relações sexuais. Além da penetração sem camisinha, a clamídia pode ser transmitida pelo sexo anal ou sexo oral, além de pelo simples contato com os órgãos genitais de uma pessoa infectada. 

Qual é o tratamento para a clamídia?

A clamídia é tratada com antibióticos via oral, que precisam ser prescritos pelo médico. Em 95% dos casos, o antibiótico cura a infecção e evita as complicações. 

É importante que os dois parceiros sexuais sejam tratados ao mesmo tempo, para não haver reinfecção. O ideal é não manter nenhum tipo de sexo com seu parceiro até que ele tenha terminado de tomar os antibióticos prescritos. 

Fontes: Babycenter, Saúde Web

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Casais que não dialogam e praticam a infidelidade financeira colocam em risco a estabilidade econômica e matrimonial


Por Karina Fusco, da Você S/A

Nem só o romantismo marca o início de um casamento. Logo que um casal resolve juntar as escovas de dentes, é preciso estabelecer algumas regras para gerir as receitas e as despesas da casa.

Cada casal lida de forma diferente com o dinheiro. Alguns preferem manter contas separadas e dividir as despesas proporcionalmente aos ganhos de cada um. Outros optam por uma conta conjunta que ambos têm a responsabilidade de controlar. Há ainda quem prefira deixar a gestão financeira só para um dos dois.

Para os especialistas, a falta de diálogo pode estar na origem das traições financeiras.

"Pequenas omissões são naturais e devem ser toleradas. Mas transformam-se em traição quando os atos de infidelidade se tornam frequentes e com impacto cada vez maior nas finanças da família" 

"Se repartimos as necessidades, também é preciso compartilhar as conquistas. A vida financeira de um casal tem de ser feita em conjunto, elaborando as prioridades, sempre com foco na família"

"Pessoas que cometem gastos excessivos e descontrolados podem se sentir acuadas, culpadas e envergonhadas e, por isso, não revelam tais infidelidades"

Dica

"Adotar como regra que todo dinheiro que entra ou que sai é da família, e não apenas do marido ou da mulher, independentemente de as contas serem separadas."

"Manter um diálogo constante sobre os planos da família, os sonhos de consumo de cada um e a forma como vão alcançá-los é a melhor forma de preservar a transparência sem atropelar a individualidade."

Leia mais sobre isto no site da revista Você S/A.
Até que a mentira nos separe

Fonte: Você S/A

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O fundamento antropológico da família, segundo Bento XVI

Discurso em um congresso da diocese de Roma 

ROMA, terça-feira, 7 de junho de 2005 (ZENIT.org).- Publicamos o discurso que dirigiu esta segunda-feira o Papa Bento XVI na Basílica de São João de Latrão para presidir a abertura do Congresso Eclesial da Diocese de Roma sobre «Família e comunidade cristã: formação da pessoa e transmissão da fé». 


Matrimônio e família não são uma construção sociológica casual, fruto de situações particulares históricas e econômicas. Pelo contrário, a questão da justa relação entre o homem e a mulher funde suas raízes na essência mais profunda do ser humano e só pode encontrar sua resposta a partir desta. Não pode separar-se da pergunta sempre antiga e sempre nova do homem sobre si mesmo: quem sou? E esta pergunta, por sua vez, não pode separar-se do interrogante sobre Deus: existe Deus? E, quem é Deus? Como é verdadeiramente seu rosto? A resposta da Bíblia a estas duas perguntas é unitária e consequencial: o homem é criado à imagem de Deus, e Deus mesmo é amor. Por este motivo, a vocação ao amor é o que faz do homem autêntica imagem de Deus: faz-se semelhante a Deus na medida em que se converte em alguém que ama. 

Deste laço fundamental entre Deus e o homem se deriva outro: o laço indissolúvel entre espírito e corpo: o homem é, de fato, alma que se expressa no corpo e corpo que é vivificado por um espírito imortal. Também o corpo do homem e da mulher tem, portanto, por assim dizer, um caráter teológico, não é simplesmente corpo, e o que é biológico no homem não é só biológico, mas expressão e cumprimento de nossa humanidade. Do mesmo modo, a sexualidade humana não está ao lado de nosso ser pessoa, mas que lhe pertence. Só quando a sexualidade se integra na pessoa consegue dar-se um sentido a si mesma. 

Deste modo, dos dois laços, o do homem com Deus e --no homem-- o do corpo com o espírito, surge um terceiro laço: o que se dá entre pessoa e instituição. A totalidade do homem inclui a dimensão do tempo, e o «sim» do homem é um ir mais além do momento presente: em sua totalidade, o «sim» significa «sempre», constitui o espaço de fidelidade. Só em seu interior pode crescer essa fé que dá um futuro e permite que os filhos, fruto do amor, creiam no homem e em seu futuro em tempo difíceis. A liberdade do «sim» se apresenta portanto como liberdade capaz de assumir o que é definitivo: a expressão mais elevada da liberdade não é então a busca do prazer, sem chegar nunca a uma autêntica decisão. Aparentemente, esta abertura permanente parece ser a realização da liberdade, mas não é verdade: a verdadeira expressão da liberdade é pelo contrário a capacidade de decidir-se por um dom definitivo, no qual a liberdade, entregando-se, volta a encontrar-se plenamente a si mesma. 

Em concreto, o «sim» pessoal e recíproco do homem e da mulher abre o espaço para o futuro, para a autêntica humanidade de cada um, e ao mesmo tempo está destinado ao dom de uma nova vida. Por este motivo, este «sim» pessoal tem de ser necessariamente um «sim» que é também publicamente responsável, com o qual os cônjuges assumem a responsabilidade pública da fidelidade, que garante também o futuro para a comunidade. Nenhum de nós pertence exclusivamente a si mesmo: portanto, cada um está chamado a assumir no mais íntimo de si sua própria responsabilidade pública. O matrimônio, como instituição, não é portanto uma ingerência indevida da sociedade ou da autoridade, uma imposição desde o exterior na realidade mais privada da vida; é pelo contrário uma exigência intrínseca do pacto de amor conjugal e da profundidade da pessoa humana. 

As diferentes formas atuais de dissolução do matrimônio, como as uniões livres e o «matrimônio à prova», até o pseudomatrimônio entre pessoas do mesmo sexo, são pelo contrário expressões de uma liberdade anárquica que se apresenta erroneamente como autêntica libertação do homem. Uma pseudoliberdade se baseia em uma banalização do corpo, que inevitavelmente inclui a banalização do homem. Seu pressuposto é que o homem pode fazer de si o que quer: seu corpo se converte deste modo em algo secundário, manipulável desde o ponto de vista humano, que se pode utilizar como se quer. A libertinagem, que se apresenta como descobrimento do corpo e de seu valor, é a realidade um dualismo que faz depreciável o corpo, deixando-o por assim dizer fora do autêntico ser e dignidade da pessoa. 




Matrimônio e família na história da salvação 
A verdade do matrimônio e da família, que funde suas raízes na verdade do homem, encontrou aplicação na história da salvação, em cujo centro está a palavra: “Deus ama o seu povo!”. A revelação bíblica, na verdade, é antes de tudo expressão de uma história de amor, a história da aliança de Deus com os homens: por este motivo, a história do amor e da união de um homem e uma mulher na aliança do matrimônio pôde ser assumida por Deus como símbolo da história da salvação. O fato inefável, no mistério do amor de Deus pelos homens, toma sua forma lingüística do vocabulário do matrimônio e da família em positivo e em negativo: A aproximação de Deus ao seu povo é apresentada com a linguagem do amor esponsal, enquanto a infidelidade de Israel, a sua idolatria, é designada como adultério e prostituição. 

No Novo Testamento, Deus radicaliza seu amor até tornar-se Ele mesmo, no seu Filho, carne da nossa carne, verdadeiro homem. Neste modo, a união de Deus com o homem assumiu a sua forma suprema, irreversível e definitiva. E deste modo se traça também pelo amor humano a sua forma definitiva, esse “sim” recíproco que não se pode revogar: não aliena o homem, mas o liberta da alienações da história por reportá-lo à verdade da criação. A sacramentalidade que o matrimônio assume em Cristo significa, portanto que o dom da criação foi elevado à graça da redenção. A graça de Cristo não se sobrepõe desde fora à natureza do homem, não a violenta, mas a liberta e a restaura, ao elevá-la mais além de suas próprias fronteiras. E como a encarnação do filho de Deus revela o seu verdadeiro significado na cruz, assim o amor humano autêntico é doação de si, não pode existir se evita a cruz. 

Queridos irmãos e irmãs, este laço profundo entre Deus e o homem, entre o amor de Deus e o amor humano, é confirmado por algumas tendências e desenvolvimentos negativos, cujo peso experimentamos todos. O envelhecimento do amor humano, a supressão da autêntica capacidade de amar se apresenta em nosso tempo como a arma mais eficaz para que o homem afaste de Deus, para afastar Deus do olhar e do coração do homem. Agora, a vontade de «libertar» a natureza de Deus leva a perder de vista a realidade mesma da natureza, inclusive a natureza do homem, reduzindo-a a um conjunto de funções, das quais se pode dispor segundo seus próprios gostos para construir um suposto mundo melhor e uma suposta humanidade mais feliz, pelo contrário, destrói-se o desígnio do Criador e ao mesmo tempo a verdade de nossa natureza. 

Os filhos 
Também na procriação dos filhos o matrimônio reflete seu modelo divino, o amor de Deus pelo homem. No homem e na mulher, a paternidade e a maternidade, como sucede com o corpo e com o amor, não se circunscrevem ao aspecto biológico: a vida só se dá totalmente quando com o nascimento se oferecem também o amor e o sentido que fazem possível dizer sim a esta vida. Precisamente por isto, fica claro até que ponto é contrário ao amor humano, à vocação profunda do homem e da mulher, o fechar sistematicamente a própria união ao dom da vida e, ainda mais, suprimir ou manipular a vida que nasce. 

Agora, nenhum homem e nenhuma mulher, por si só e só com suas próprias forças, pode dar adequadamente aos filhos o amor e o sentido da vida. Para poder dizer a alguém: «tua vida é boa, ainda que não conheça teu futuro», são necessárias uma autoridade e uma credibilidade superiores, que o indivíduo não pode dar-se por si só. O cristão sabe que esta autoridade é conferida a essa família mais ampla que Deus, através de seu Filho, Jesus Cristo, e do dom do Espírito Santo, criou na história dos homens, ou seja, a Igreja. Reconhece a ação desse amor eterno e indestrutível que assegura à vida de cada um de nós um sentido permanente, ainda que não conheçamos o futuro. Por este motivo, a edificação de cada uma das famílias cristãs se marca no contexto da grande família da Igreja, que a apóia e a acompanha, e garante que há um sentido e que em seu futuro se dará o «sim» do Criador. E reciprocamente a Igreja é edificada pelas famílias, «pequenas Igrejas domésticas», como as chamou o Concílio Vaticano II («Lumen gentium», 11; «Apostollicam actuositatem», 11), redescobrindo uma antiga expressão patrística (São João Crisóstomo, «In Genesim serm.» VI,2; VII,1). Neste sentido, a «Familiaris consortio» afirma que «o matrimônio cristão... constitui o lugar natural dentro do qual se leva a cabo a inserção da pessoa humana na grande família da Igreja» (n. 15). 


A família e a Igreja 
De tudo isto se deriva uma conseqüência evidente: a família e a Igreja, em concreto as paróquias e as demais formas de comunidade eclesial, estão chamadas à mais íntima colaboração nessa tarefa fundamental que está constituída, inseparavelmente, pela formação da pessoa e a transmissão da fé. Sabemos bem que para que aconteça uma autêntica obra educativa não basta uma teoria justa ou uma doutrina que comunicar. Necessita-se algo muito maior e humano, essa proximidade, vivida diariamente, que é própria do amor e que encontra seu espaço mais propício antes de tudo na comunidade familiar, e depois em uma paróquia ou movimento ou associação eclesial, nos que se encontram pessoas que prestam atenção aos irmãos, em particular às crianças e jovens, assim como aos adultos, anciãos, enfermos, às próprias famílias, porque, em Cristo, amam-nos. O grande patrono dos educadores, São João Bosco, recordava a seus filhos espirituais que «a educação é coisa de coração e que só Deus é seu dono» («Epistolário», 4,209). 

A figura do testemunho é central na obra educativa, e especialmente na educação na fé, que é o cume da formação da pessoa e seu horizonte mais adequado: converte-se em ponto de referência precisamente na medida em que sabe dar razão da esperança que fundamenta sua vida. (Cf. 1 Ped 3, 15), na medida em que está envolvido pessoalmente com a verdade que propõe. O testemunho, por outro lado, não se assinala a si mesmo, mas assinala a algo, ou melhor, a Alguém maior que ele, com o qual se encontrou e de quem experimentou uma bondade confiável. Deste modo, todo educador e testemunho encontra seu modelo insuperável em Jesus Cristo, o grande testemunho do Pai, que não dizia nada por si mesmo, mas que falava tal e como o Pai o havia ensinado (Cf. João 8, 28). 

Este é o motivo pelo qual no fundamento da formação da pessoa cristã e da transmissão da fé está necessariamente a oração, a amizade pessoal com Cristo e a contemplação nele do rosto do Pai. E o mesmo se pode dizer de todo nosso compromisso missionário, em particular, de nossa pastoral familiar: que a Família de Nazaré seja, portanto, para nossas famílias e comunidades, objeto de constante e confiada oração, assim como modelo de vida. 

Queridos irmãos e irmãs, e especialmente vós, queridos sacerdotes: sou consciente da generosidade e a entrega com a qual servis ao Senhor e à Igreja. Vosso trabalho cotidiano pela formação na fé das novas gerações, em íntima união com os sacramentos da iniciação cristã, assim como também pela preparação ao matrimônio e pelo acompanhamento das famílias em seu caminho, que com freqüência, em particular na grande tarefa da educação dos filhos, é o caminho fundamental para regenerar sempre de novo a Igreja e também para vivificar o tecido social de nossa amada cidade de Roma. 

A ameaça do relativismo 
Segui, portanto, sem deixar-vos desalentar pelas dificuldades que encontrais. A relação educativa é, por sua mesma natureza, algo delicado: implica a liberdade do outro que, ainda que seja com doçura, de todos os modos é provocado a tomar uma decisão. Nem os pais, nem os sacerdotes, nem os catequistas, nem os demais educadores podem substituir a liberdade da criança, do adolescente ou do jovem a quem se dirigem. E a proposta cristã interpela especialmente a fundo a liberdade, chamando-a à fé e à conversão. Um obstáculo particular insidioso na obra educativa é hoje a massiva presença em nossa sociedade e cultura desse tipo de relativismo que, ao não reconhecer nada como definitivo, só tem como medida última o próprio eu com seus gostos e que, com a aparência da liberdade, converte-se para cada um em uma prisão, pois separa dos demais, fazendo que cada um se encontre fechado no próprio «eu». Em um horizonte relativista assim não é possível, portanto, uma autêntica educação: sem a luz da verdade antes ou depois toda pessoa fica condenada a duvidar da bondade de sua mesma vida e das relações que a constituem, da validez de seu compromisso para construir com os demais algo em comum. 

Está claro, portanto, que não só temos de tentar superar o relativismo em nosso trabalho de formação de pessoas, mas que estamos também chamados a enfrentarmos seu predomínio destrutivo na sociedade e na cultura. Por isso, é muito importante que, junto à palavra da Igreja, dê-se o testemunho e o compromisso público das famílias cristãs, em particular para reafirmar a inviolabilidade da vida humana desde sua concepção até seu ocaso natural, o valor único e insubstituível da família fundada sobre o matrimônio e a necessidade de medidas legislativas e administrativas que apóiem as famílias na tarefa de engendrar e educar os filhos, tarefa essencial para nosso futuro comum. Por este compromisso vosso também vos agradeço de coração. 

Sacerdócio e vida consagrada 
A última mensagem que gostaria de deixar-vos afeta a atenção pelas vocações ao sacerdócio e à vida consagrada: todos sabemos a necessidade que tem a Igreja! Para que nasçam e amadureçam estas vocações, para que as pessoas chamadas se mantenham sempre dignas de sua vocação, é decisiva antes de tudo a oração, que não deve faltar nunca em cada uma das famílias e na comunidade cristã. Mas também é fundamental o testemunho de vida dos sacerdotes, dos religiosos e das religiosas, a alegria que expressam por haver sido chamados pelo Senhor. E é assim mesmo essencial o exemplo que recebem os filhos dentro de sua própria família e a convicção nas famílias de que a vocação dos filhos é também para elas um grande dom do Senhor. A opção pela virgindade por amor de Deus e dos irmãos, que é exigida para o sacerdócio e a vida consagrada, está acompanhada pela valorização do matrimônio cristão: a uma e a outra, com duas formas diferentes e complementares, fazem em certo sentido visível o mistério da aliança entre Deus e seu povo. 

Queridos irmãos e irmãs, confio-vos estas reflexões como contribuição a vosso trabalho nas noites do Congresso e depois durante o próximo ano pastoral. Peço ao Senhor que vos dê valentia e entusiasmo para que nossa Igreja de Roma, cada paróquia, cada comunidade religiosa, associação ou movimento participe intensamente na alegria e no esforço da missão e deste modo cada família e toda a comunidade cristã redescubra no amor do Senhor a chave que abre a porta dos corações e que faz possível uma autêntica educação na fé e na formação das pessoas. Meu afeto e minha benção vos acompanham hoje e no futuro. 

Fonte: Zenit

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Afetividade e Sexualidade no Matrimônio


Afetividade é a relação de carinho ou cuidado que se tem com alguém íntimo ou querido.
Afeição (vinda de afeto), é representado por um apego a alguém ou a alguma coisa, gerando carinho, saudade (quando distantes), confiança e intimidade, o termo perfeito para amor entre duas pessoas. 

Sexo
Criação, cuidado e ordem de Deus.
Deus nos fez pessoas afetivas e sexuadas, nosso ser possui interiormente este querer. Nosso ser precisa do outro e isto se conclui no afeto e/ou no sexo. Se escolhemos ter uma vida de casados, escolhemos desde o início ser cuidadosos no cumprimento da ordem de Deus em nos multiplicar. Esta ordem se cumpre primeiramente no ato santo sexual.

"O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada.”" (Gn 2,18)

"Então o Senhor Deus mandou ao homem um profundo sono; e enquanto ele dormia, tomou-lhe uma costela e fechou com carne o seu lugar. E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem.  “Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tomada do homem.” 24. Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne.". (Gn 2,21 - 24)

Um prazer, uma delícia
Carícias, beijos, abraços, toque, brincadeiras, intimidade, desejos, respeito, espera e segurança.
Não somos como uma máquina que ao toque de um botão, uma fagulha já estamos em pleno funcionamento. Deus nos deu o gosto saboroso da não ligação automática. Somos agraciados da necessidade de sermos tocados, carinhados e acariciados. Consta nas caricias a delícia de dar e receber e com ela chegarmos mais saborosamente ao ponto máximo da relação amorosa. Os casais não devem abrir mão das carícias, com elas tudo será mais real, mais humano e suave.
"- Ah! Beija-me com os beijos de tua boca! Porque os teus amores são mais deliciosos que o vinho," (Ct 1,2)

"Arrasta-me após ti; corramos! O rei introduziu-me nos seus aposentos. Exultaremos de alegria e de júbilo em ti. Tuas carícias nos inebriarão mais que o vinho. Quanta razão há de te amar!" (Ct 1,4)

Elogios
Quando Deus deu a Adão uma companheira, ele quis dar uma companheira adequada. Deu o melhor para Adão. Desta forma Deus nos deu o melhor ou a melhor companheira, sendo o melhor de Deus, como não haver elogios? Mas elogios também se conquistam. O casal deve se manter bem para conquistar do outro o elogio verdadeiro.

Como és formosa, amiga minha! Como és bela! Como é belo, meu amor! Como és encantador!
Sua mão esquerda está sob minha cabeça, e sua direita abraça-me.
Os teus dois seios são como dois filhotes gêmeos de uma gazela pastando entre os lírios.
Tu me fazes delirar, minha irmã, minha esposa, tu me fazes delirar com um só dos teus olhares
Como são deliciosas as tuas carícias, minha irmã, minha esposa! Mais deliciosos que o vinho são teus amores, e o odor dos teus perfumes excede o de todos os aromas!
Teus lábios, ó esposa, destilam o mel; há mel e leite sob a tua língua. O perfume de tuas vestes é como o perfume do Líbano. (Ct 1,15 ss)

Na busca pelo sabor, não necessitamos buscar normas mundanas. Veja que Deus deu a Adão e Eva MUITAS árvores, e ordenou que não tocasse em apenas uma. Ou seja, Deus nos dá inúmeras opções de nos alegrar.

Constância, corpo e tempo de abstinência
Torna-se um pecado de desobediência o homem não ir a procura de sua mulher e vice-versa. Que horror e sinal de frieza um não desejar o outro. Se há algo errado que se chegue a um diálogo para procurar solução, mas nunca por distanciamento ou por decisão de um só.

"A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa. Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e depois retornai novamente um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa incontinência.". (1Cor 7,4)

Uma só carne
Se há em nossa vida um sinal onde podemos tocar nesta professia, este sinal é o sexo entre marido e esposa.

"Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu". (Mt 19,6)

Os frutos
Os frutos do sexo são os filhos e a alegria. E deve ser frutoso, não devemos correr ou esconder dos frutos, eles devem vir, procuremos!
Filhos (Sede fecundos e multiplicai). 2 Filhos, 1 ou nenhum? Não tenhamos medo de ter filhos, é também uma ordem de Deus. Uma maneira de aumentar o número de Cristãos no mundo é nascendo filhos de casais Cristãos. Medo da fome e das dificuldades? Conte coma Providência que vem de Deus.

O Leito
Tem-se que respeitar o leito, trata-se de um local sagrado, donde se mantém o amor e gera vidas. Não se deve revelar aquilo que é íntimo, é dever dos dois dar total proteção ao que ocorre neste local, nem os filhos devem ter acesso ao que ocorre. Ninguém precisa saber, não ajuda a ninguém e somente atrapalha.

"Vós todos considerai o matrimônio com respeito e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros". (Hb 13,4)

Preparação para o ato
Perfume, carinhos, limpeza, barba, banho, conversa, poemas, músicas, carregar no colo.
O ato sexual no casamento é ato oracional, obediência a Deus. Este ato cura, liberta do mal e amplia as possibilidades do amor dentro do lar. Os diversos pecados querem e estão acabando com muitos lares a partir da não observância disto. Um casal que se separa num dia, provavelmente não se propôs a manter sua relação santa nos últimos dias. Se não há relação, há algo de errado. Propõem-se oração para isto! Pedir a Deus as curas, o fogo, a paixão, o gosto. Pode-se fazer novena a dois sobre isto.


O Casal deve renunciar toda proposta maligna que prometem melhorar a relação. Deus não precisa de pecados para nos fazer felizes. “Alegrai-vos no Senhor

O Sexo é lindo, onde o profundo entre o homem e mulher faz com que se comunguem, no sexo se cumpre “que sejam um”. A limpeza, a aceitação, o respeito, o entregar-se, doar-se e se desgastar leva um a entrar no outro de forma mais charmosa, harmoniosa, profunda e amorosa.
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