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sábado, 4 de novembro de 2017
Para Refletir
O Papa Franscisco falou das características dos santos, afirmando não se tratar de “modelos perfeitos”, mas de pessoas tocadas por Deus.
A felicidade, acrescentou o Papa, não está em ter ou se tornar alguém. A verdadeira felicidade é estar com o Senhor e viver por amor. Os ingredientes para a vida feliz se chamam bem-aventuranças: são beatos os simples, os humildes que dão lugar a Deus, que sabem chorar pelos outros e pelos próprios erros, permanecem mansos, lutam pela justiça, são misericordiosos com todos, trabalham pela paz , não odeiam e, mesmo quando sofrem, respondem ao mal com o bem.
sábado, 3 de junho de 2017
Meditando o Credo
Creio em Deus Pai todo poderoso A fé em Deus nos leva a voltar só para Ele como nossa primeira origem e nosso fim último, e a nada preferir a Ele e nem substituí-lo por nada. Seu próprio ser é Verdade e Amor. Se não cremos que o amor de Deus é todo-poderoso, como crer que o Pai pôde os criar, o Filho, remir-nos, o Espírito, santificar-nos?
Criador do céu e da terra Deus criou todas as coisas, homem e mulher. O homem foi feito senhor do mundo, mas EM DEUS. Ao desobedecer a Deus, vivendo livremente e separando-se do CRIADOR, pelo pecado original, Adão e Eva abrem as portas do mundo à morte, a separação de Deus.
A morte não estava no plano inicial. A aliança de fidelidade entre os homens e Deus foi assim rompida. Em Jesus, resgata-se a Aliança e cumprem-se as promessas de Deus de nos enviar o Salvador, Jesus e Maria como o novo princípio de tudo. Adão e Eva povoaram a Terra, Jesus e Maria repovoaram no AMOR DE DEUS restabelecendo a nova aliança e novo compromisso.
A morte não estava no plano inicial. A aliança de fidelidade entre os homens e Deus foi assim rompida. Em Jesus, resgata-se a Aliança e cumprem-se as promessas de Deus de nos enviar o Salvador, Jesus e Maria como o novo princípio de tudo. Adão e Eva povoaram a Terra, Jesus e Maria repovoaram no AMOR DE DEUS restabelecendo a nova aliança e novo compromisso.
E em Jesus Cristo, seu único filho, Nosso Senhor, O nome de Jesus significa “Deus que salva”. A criança nascida da Virgem Maria, é chamada “Jesus”, pois Ele salvará Seu povo de seus pecados” (Mt 1,21): “Não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12).
Que foi concebido pelo poder do Espírito Santo Deus, apesar de seu poder, só enviou seu filho mediante ao consentimento de Maria. Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem na unidade de sua Pessoa Divina: por isso Ele é o único mediador entre Deus e os homens.
Nasceu da Virgem Maria Maria foi escolhida para ser a Mãe do Filho de Deus, Virgem antes e depois, aceitou com seu SIM a vontade de DEUS PAI em todos os instantes. Por não ter sido concebida com a mancha do pecado original, Maria não passa pela Morte, não teve pecados e é levada em Corpo e Alma aos céus.
Padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, A voz do povo é a voz de Deus? Jesus realizou atos – como o perdão dos pecados – que o manifestaram como próprio Deus Salvador. Alguns judeus, não reconhecendo o Deus feito homem e vendo nele “um homem que se faz Deus”, julgaram-no blasfemo. Você gritaria para libertar Barrabás ou Jesus? Nossa salvação deriva da iniciativa de amor de Deus para conosco, pois “foi Ele quem nos amou e enviou seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados” (1JO 4,10). “Foi Deus que em Cristo reconciliou o mundo consigo” (2COR 5,19)
Desceu a mansão dos mortos Cristo passou pela morte – apesar de não ter a mancha do pecado – por livre entrega e aceitação às vontades do Pai e para que fossem cumpridas as escrituras/promessas de Deus Pai. Bem-aventurados os que crêem sem acreditar, muitos só crêem quando podem ver.
Ressuscitou ao terceiro dia, Jesus havia dito que reconstruiria o templo em três dias, era o templo de SEU CORPO. Mesmo vivendo com Ele, Judas o traiu e Tomé não acreditou na ressurreição. Este teve que ver para crer. Será que somos igual a Tomé?
Subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso. Cumprida sua missão na terra, segundo o plano de salvação de Deus Pai, preparou a missão dos Discípulos, determinou a presença permanente do Seu Santo Espírito para assistir em discernimentos, a peregrinação dos apóstolos e subiu ao Pai.
De onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Tendo entrado uma vez por todas no santuário do céu, Jesus Cristo intercede sem cessar por nós como mediador que nos garante permanentemente a efusão do Espírito Santo. O que é a Parusia? É a vinda Gloriosa de Jesus, que vem ao lado dos eleitos, resgatarem SEU POVO. Será que somos povo eleito e temos caminhado conforme a vontade de Deus Pai?Qual será o tempo necessário para plantar em meu coração a semente que me salvará? Até quando esperar?
Creio no Espírito Santo, Por meio dele é que tudo acontece (Mt 1,23). O mar é Deus, o barco sou eu, EM CRISTO, e o vento que sopra e me faz movimentar é o Espírito Santo. Por meio do Espírito é que as coisas se realizam.
Creio no Espírito Santo, Por meio dele é que tudo acontece (Mt 1,23). O mar é Deus, o barco sou eu, EM CRISTO, e o vento que sopra e me faz movimentar é o Espírito Santo. Por meio do Espírito é que as coisas se realizam.
Na Santa Igreja Católica, A palavra Igreja significa “convocação”. Designa a assembléia daqueles que a Palavra de Deus convoca para formarem o Povo de Deus e que, alimentados pelo Corpo de Cristo, se tornam Corpo de Cristo. A Igreja é ao mesmo tempo visível e espiritual, sociedade hierárquica e Corpo Místico de Cristo. Ela é uma, formada de um elemento humano e um elemento divino. Somente a fé pode acolher este mistério.
A igreja é no mundo presente o sacramento da salvação, o sinal e o instrumento da comunhão de Deus e dos homens.
A igreja é no mundo presente o sacramento da salvação, o sinal e o instrumento da comunhão de Deus e dos homens.
Na comunhão dos Santos, A igreja é a comunhão das “Coisas Santas”, primeiramente a Eucaristia que realiza a unidade nos fiéis, em Cristo, formando um só corpo. Na comunhão dos fiéis, e na igreja orante.
Na remissão dos pecados, Jesus deu a Pedro as ‘chaves’ do céu, tendo o direito de ligar aos céus ou a terra (Mt 16, 19). O que Pedro e os demais apóstolos ligassem aos céus, Jesus confirmaria.
O pecado é aquilo que desconecta o homem do Criador. Os apóstolos – do qual o clero hoje assume a função e descendência ao renunciarem suas vidas e seguir o Cristo – são quem têm o poder de desligar ou ligar aos céus, segundo o Sacramento da Confissão. Referência: Jô 20, 22-23
Na ressurreição da carne Esta parte influi diretamente num princípio muito divulgado por novelas e livros que é a Reencarnação. Jesus, tal como Lázaro e uma viúva (referência At 9, 36-43) voltaram à vida no mesmo corpo, o que implica e nega a proposta espírita de reencarnar. Ressurreição implica em volta gloriosa com Jesus e com o mesmo corpo. Reencarnar pressupõe voltar em corpo diferente. Jesus nos mostrou que ‘reencarnação’ é um conceito errôneo e impossível.
Na vida eterna. Para que haja vida eterna, mais uma vez a ‘reencarnação’ se mostra fantasiosa. Isso porque ao morrermos e passarmos pelo Juízo Particular e Juízo Final, estaremos com Jesus no descanso dos eleitos; experimentando a Glória de Deus para sempre. Analisemos, se todos que morreram tiverem que voltar, o Paraíso ficaria vazio? Certamente que não, mostra-se a ressurreição como o único conceito possível e real.
Jesus morreu na Cruz e Ressuscitou nos garantindo a vida eterna. O problema é que ao olharmos as coisas de Deus com os olhos do homem, muitas vezes pensamos: “não será a vida eterna tempo de mais?”. No evangelho, Jesus mesmo adverte: “A Cezar o que é de Cezar e a Deus o que é de Deus”. Não devemos confundir o divino com o humano, até porque corremos o risco de reduzir a importância e o poder do Pai.
Bom, se quando estamos fazendo algo que gostamos muito não queremos deixar de fazer, estar em companhia d’Aquele que é o motivo de nossas vidas, a Razão, a Alegria e a Felicidade seria ruim?
Amém. Confirma a primeira palavra do CREDO que é “eu creio”. Significa “que assim seja”.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Porque ser Catequista?
Catequese é uma palavra que significa ecoar...nada mais urgente no mundo de hoje do que fazer ecoar nos corações humanos a certeza do amor de Deus por todos e por cada um em particular. Estamos vivenciando um momento de descrédito de intolerância onde pensar diferente é ter inimigos.
Catequese, urgente!
Catequese para mim é uma doação de vida, mas é, sobretudo, combustível para a minha vida. Alimento que fortifica minha fé, afinal, através da catequese estou aprofundando meu conhecimento intelectual e minha intimidade com o Senhor, tudo ao mesmo tempo. Como dizem por ai, junto e misturado.
Ser catequista não é uma escolha, mas um chamado.
E aos que aceitam este chamado, o Senhor pede que transformem o mundo. A missão, aos olhos dos homens, além de pretenciosa, pode parecer impossível, mas lembre-se que não somos nós quem levamos o barco, e sim o amor de Deus.
Nós ajudamos a transformar o mundo quando plantamos nos corações dos pequenos sementes de amor, de fé e de paz. É por isso que cada encontro é tão importante, que cada turminha de catequese é tão especial. Por nossas mãos passam os futuros líderes e liderados, os futuros médicos, dentistas, professores, advogados, engenheiros, biólogos, padres, arquitetos, administradores. O bom catequista é aquele que sempre entra em sala lembrando que cada um de seus catequizandos poderá fazer a diferença na vida de dezenas, centenas, milhares de pessoas!
No meu caso, é por acreditar que posso ajudar na construção do Reino de amor aqui, agora, que sou catequista.
Anunciando o Evangelho e denunciando as injustiças!
Porque ser Catequista?
Catequese é uma palavra que significa ecoar...nada mais urgente no mundo de hoje do que fazer ecoar nos corações humanos a certeza do amor de Deus por todos e por cada um em particular. Estamos vivenciando um momento de descrédito de intolerância onde pensar diferente é ter inimigos.
Catequese, urgente!
Catequese para mim é uma doação de vida, mas é, sobretudo, combustível para a minha vida. Alimento que fortifica minha fé, afinal, através da catequese estou aprofundando meu conhecimento intelectual e minha intimidade com o Senhor, tudo ao mesmo tempo. Como dizem por ai, junto e misturado.
Ser catequista não é uma escolha, mas um chamado.
E aos que aceitam este chamado, o Senhor pede que transformem o mundo. A missão, aos olhos dos homens, além de pretenciosa, pode parecer impossível, mas lembre-se que não somos nós quem levamos o barco, e sim o amor de Deus.
Nós ajudamos a transformar o mundo quando plantamos nos corações dos pequenos sementes de amor, de fé e de paz. É por isso que cada encontro é tão importante, que cada turminha de catequese é tão especial. Por nossas mãos passam os futuros líderes e liderados, os futuros médicos, dentistas, professores, advogados, engenheiros, biólogos, padres, arquitetos, administradores. O bom catequista é aquele que sempre entra em sala lembrando que cada um de seus catequizandos poderá fazer a diferença na vida de dezenas, centenas, milhares de pessoas!
No meu caso, é por acreditar que posso ajudar na construção do Reino de amor aqui, agora, que sou catequista.
Anunciando o Evangelho e denunciando as injustiças!
segunda-feira, 14 de março de 2016
SENSO CRÍTICO
Estamos
acostumados a ouvir a palavra senso em nosso cotidiano: bom senso, senso
crítico, senso de humor, entre outras expressões. Mas já paramos para refletir
sobre o que significa ter ou não ter senso? Qual a diferença entre senso comum
e crítico?
O senso
comum está mais vinculado à população em geral do que o senso crítico, pois no
senso comum existem muitas questões sobre a vida que são simplesmente
irrefletidas e que levam à alienação. Ele acaba por permear as classes menos
abastadas, uma vez que ligada-se com a educação recebida e com a manipulação
pelos meios de comunicação.
Já o senso
crítico, divergindo do senso comum, tem por base aquilo que é concreto: a
pesquisa, a reflexão, a análise e a crítica. Culturalmente o senso crítico é
muito mais aproveitável e bom para o indivíduo do que o senso comum. Isso
deve-se ao fato de que ao utilizar o senso crítico o indivíduo passa a pensar e
refletir e com isso aprimora suas capacidades intelectuais. Muitas vezes
deixa-se de solucionar problemas de maneira coerente por não parar para
refletir e estudar a melhor maneira de resolvê-lo. Porém não se pode ignorar ou
ter pré-conceitos quanto ao senso comum, como se ele fosse totalmente errado e
promotor de grandes mentiras na sociedade.
A capacidade
do homem em desenvolver seu senso crítico é o fundamento da História. A palavra
crítica, de origem grega, significa enquete, pergunta. É preciso perguntar
sempre. Perguntar a si mesmo se o que temos ao nosso dispor é realmente bom
para nós, se é possível melhorar, se é verdade. Nunca devemos aceitar as coisas
sem questionar, pois questionar é pensar.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
A ciência NA Bíblia
Pessoal,
Achei esse texto muito interessante e gostaria de compartilhar com vocês para sua reflexão:
Diz-se corretamente que a Bíblia não foi dada para ensinar ciência natural, mas quando faz referência a matérias cientificas, Ela é exatíssima.
A Bíblia não contém os erros científicos do seu tempo. Ela antecipou as elogiadas descobertas dos homens centenas de anos. Nenhuma das suas afirmações provou-se errônea. E é somente nos tempos hodiernos que os homens chegam a entender alguns deles.
Note as seguintes referências bíblicas a matérias cientificas:
A esfericidade da Terra
Séculos antes de os homens saberem que a terra é redonda, a Bíblia falou do “círculo da terra” (Isaías 40,22).
O suporte gravitacional da Terra
Os homens costumavam discutir a questão do que é que sustenta a Terra, sendo avançadas diversas teorias. Finalmente os cientistas descobriram que a terra é sustentada por sua própria gravitação e a de outros corpos. Mas, muitos antes de os homens saberem isto, e enquanto contendiam por este ou aquele fundamento material para a Terra, a Bíblia declarou que Deus “pendura a terra sobre o nada” (Jó 26,7).
A natureza dos céus
A Bíblia fala dos céus como “expansão” e isto estava tão adiante da ciência que a palavra hebraica (raquia) foi traduzida por “firmamento” (Gênesis 1; Sl. 19,6), que quer dizer um suporte sólido.
A expansão vazia do Norte
Foi só na metade do século passado que o Observatório de Washington descobriu que, dentro dos céus do Norte, há uma grande expansão vazia na qual não há uma só estrela visível. Mas, três mil anos antes, a Bíblia informou aos homens que Deus “estendeu o Norte sobre o espaço vazio” (Jó 26,7).
O peso do Ar
Credita-se a Galileu a descoberta que o ar tem peso, algo com que os homens jamais tinham sonhado; mas, dois mil anos antes da descoberta de Galileu, a Bíblia disse que Deus fez “um peso do vento” (Jó 28,25).
A rotação da terra
Ao falar de sua segunda vinda, Cristo deu indicação de que seria noite numa parte, dia na outra (Lucas 17,34-36), implicando assim a rotação da terra sobre seu eixo.
O número de estrelas
No segundo século antes de Cristo, Hiparco numerou as estrelas em 1.022. Mais de 300 anos mais tarde, Ptolomeu acrescentou mais quatro. Mas a Bíblia antecipou as revelações do telescópio moderno, comparando as estrelas com grãos de areia à beira-mar (Gênesis 22,17; Jeremias 33,22.), com somente Deus sendo capaz de enumerá-las (Sl 147,4).
A lei da evaporação
Muito antes que os homens soubessem que é a evaporação que evita que o mar transborde e mantém os rios correndo, tornando possível chover, todo o processo surpreendente foi notavelmente representado com precisão científica o seguinte: “Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.” (Ecl.1,7)
A existência de ventos alisados
Hoje sabemos que a subida do ar quente nos trópicos faz com que o ar frio do norte ao se deslocar no seu lugar, causa o que chamamos de “ventos alisados”. Sabemos também que “em alguns lugares, eles explodem em uma direção pela metade do ano, mas na direção oposta à outra metade.” (New Studentes Referece Work, Novos Alunos Obras de Referência, p. 1931). A Bíblia antecipou este conhecimento em uma declaração muito notável: “O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos” (Eclesiastes 1,6).
A importância do sangue
Somente há cerca de três séculos e meio que temos sabido que o sangue circula, levando oxigênio e alimento para todas as células do corpo, removendo o dióxido de carbono e outros resíduos do organismo através dos pulmões e órgãos excretores, e promovendo a cura e combate a doenças. Mas há muito tempo a Bíblia declara que “a vida da carne está no sangue”. Veja Gênesis 9:4; Levítico 17,11-14.
A união da raça humana
Antiga tradição representava homens originalmente como brotando individualmente - a partir do solo - sem relação linear. Mas o conhecimento moderno tem revelado muitas evidências físicas, fisiológicas, geográficas e linguísticas da união da raça. A evidência mais forte, no entanto, encontra-se no fato de que, enquanto a ciência médica pode distinguir entre o sangue humano e o sangue animal e pode distinguir entre o sangue de diferentes espécies de animais, contudo não pode distinguir entre o sangue das diferentes raças da humanidade. Mas Moisés não teve que esperar por esse conhecimento moderno. Sem hesitação ou equívoco, ele declarou que a raça se espalhou pelos descendentes dos filhos de Noé (Gênesis 9,19; 10,32). Nem Paulo hesita em afirmar que Deus “E de um só sangue fez toda a geração dos homens” (Atos 17,26).
Fonte: Teologia Sistemática - TP Simmons - Capítulo 3.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Catequese com adultos: Maduros na fé?
A realidade tem mostrado que grande parte dos cristãos adultos são batizados, mas não são evangelizados. Daí a preocupação da Igreja Católica no Brasil em levar adiante a reflexão do tema "Catequese com Adultos", formando uma nova consciência de cristãos engajados no processo de evangelização.
1. Catequese com Adultos: A segunda Semana Brasileira de Catequese (2ª SBC) aconteceu em outubro de 2001. O tema que mobilizou o Brasil foi: "Com Adultos, Catequese Adulta" e o lema " Crescer rumo à maturidade em Cristo". Precisamos refletir e orar sobre a realidade dos adultos católicos e juntos tornar prioridade efetiva a Catequese com adultos.
2. Fragilidades graves dos católicos: Face ao mundo plural e corrupto, dominado pelos ídolos do dinheiro, do poder e do prazer, uma parcela bem numerosa do povo católico se encontra muito despreparada, apresentando quatro perigosas fragilidades;
a) Primeiramente, a não conversão. Em geral se é católico por tradição, por costume e não por conversão, decisão consciente, esclarecida, coerente e generosa. Até existe "católico não praticante", o que é, em si, uma aberração;
b) Segunda fragilidade: a não convicção. É consequencia da primeira, e se manifesta na insegurança, na ingenuidade, na busca do maravilhoso e milagreiro na religião, no devocionismo e na facilidade de mudar de opinião face a argumentação até simplórios;
c) Terceira fragilidade: a ignorância religiosa. É imensa a quantidade de católicos que desconhecem um mínimo sobre sua fé. Quando ouvem ou lêem interpretação da Bíblia que destoam da tradição católica, narrativas de fenômenos espirituais, críticas à Igreja, ficam perplexos, sem base para se confrontarem com o que recebem e para contra-argumentar;
d) Quarta fragilidade: o infantilismo religioso. É bastante grande o número dos que se deixam fascinar por "ídolos do pop-catolicismo", se amarram em canções cristãs infantis, se agarram em práticas devocionais mágicas e de deixam dominar pela falta de consciência crítica social, política e econômica.
Ora, uma pessoa não convertida, sem convicções sólidas, ignorantes em sua fé e que é um adulto infantil, obviamente ESTÁ SEM IDENTIDADE, SEM BASE, portanto, VULNERÁVEL a influências e desvios de todos os tipos.
3. Adultos na fé: Ser adulto na fé, ideal sempre a ser buscado, se tornou urgência hoje em meio a este mundo cada vez mais pagão, sem ética, corrupto, amoral e imoral, explorador da natureza, escravizador das pessoas. É preciso muita vida inteior, estudo sério, vida em comunidade e atenção ao que acontece para se poder dar testmunho da fé cristã, anunciar o Reino de Deus, viver a comunhão fraterna e a solidariedade, segundo o Mandamento Novo, ter serenidade, cordialidade e fortaleza para dialogar com o diferente, com as religiões, as culturas, as ideologias, ter a coragem profética para denunciar tudo o que vai contra a dignidade do ser humano e contra a natureza. Investir na maturidade do fiel torna-se, portanto, prioridade para a Igreja hoje.
4. A maturidade em Cristo: A segunda Semana Brasileira de Catequese (2ª SBC) nos mobilizou rumo à maturidade em Cristo. Além de uma acolhida, cada vez mais consciente, esclarecida, coerente e generosa de Deus e de seu Plano de Salvação, assumimos a responsabilidade por Deus e por seu Plano de Salvação. Tomamos, então, como decorrência desta responsabilidade, os devidos meios para alimentar a nossa vida de comunhão com Deus, de participação na comunidade eclesial e de construção de um mundo segundo o coração de Deus. Além disso, assumimos o mandato missionário de Jesus e zelamos para que nossos irmãos em Cristo cresçam rumo à maturidade na fé.
1. Catequese com Adultos: A segunda Semana Brasileira de Catequese (2ª SBC) aconteceu em outubro de 2001. O tema que mobilizou o Brasil foi: "Com Adultos, Catequese Adulta" e o lema " Crescer rumo à maturidade em Cristo". Precisamos refletir e orar sobre a realidade dos adultos católicos e juntos tornar prioridade efetiva a Catequese com adultos.
2. Fragilidades graves dos católicos: Face ao mundo plural e corrupto, dominado pelos ídolos do dinheiro, do poder e do prazer, uma parcela bem numerosa do povo católico se encontra muito despreparada, apresentando quatro perigosas fragilidades;
a) Primeiramente, a não conversão. Em geral se é católico por tradição, por costume e não por conversão, decisão consciente, esclarecida, coerente e generosa. Até existe "católico não praticante", o que é, em si, uma aberração;
b) Segunda fragilidade: a não convicção. É consequencia da primeira, e se manifesta na insegurança, na ingenuidade, na busca do maravilhoso e milagreiro na religião, no devocionismo e na facilidade de mudar de opinião face a argumentação até simplórios;
c) Terceira fragilidade: a ignorância religiosa. É imensa a quantidade de católicos que desconhecem um mínimo sobre sua fé. Quando ouvem ou lêem interpretação da Bíblia que destoam da tradição católica, narrativas de fenômenos espirituais, críticas à Igreja, ficam perplexos, sem base para se confrontarem com o que recebem e para contra-argumentar;
d) Quarta fragilidade: o infantilismo religioso. É bastante grande o número dos que se deixam fascinar por "ídolos do pop-catolicismo", se amarram em canções cristãs infantis, se agarram em práticas devocionais mágicas e de deixam dominar pela falta de consciência crítica social, política e econômica.
Ora, uma pessoa não convertida, sem convicções sólidas, ignorantes em sua fé e que é um adulto infantil, obviamente ESTÁ SEM IDENTIDADE, SEM BASE, portanto, VULNERÁVEL a influências e desvios de todos os tipos.
3. Adultos na fé: Ser adulto na fé, ideal sempre a ser buscado, se tornou urgência hoje em meio a este mundo cada vez mais pagão, sem ética, corrupto, amoral e imoral, explorador da natureza, escravizador das pessoas. É preciso muita vida inteior, estudo sério, vida em comunidade e atenção ao que acontece para se poder dar testmunho da fé cristã, anunciar o Reino de Deus, viver a comunhão fraterna e a solidariedade, segundo o Mandamento Novo, ter serenidade, cordialidade e fortaleza para dialogar com o diferente, com as religiões, as culturas, as ideologias, ter a coragem profética para denunciar tudo o que vai contra a dignidade do ser humano e contra a natureza. Investir na maturidade do fiel torna-se, portanto, prioridade para a Igreja hoje.
4. A maturidade em Cristo: A segunda Semana Brasileira de Catequese (2ª SBC) nos mobilizou rumo à maturidade em Cristo. Além de uma acolhida, cada vez mais consciente, esclarecida, coerente e generosa de Deus e de seu Plano de Salvação, assumimos a responsabilidade por Deus e por seu Plano de Salvação. Tomamos, então, como decorrência desta responsabilidade, os devidos meios para alimentar a nossa vida de comunhão com Deus, de participação na comunidade eclesial e de construção de um mundo segundo o coração de Deus. Além disso, assumimos o mandato missionário de Jesus e zelamos para que nossos irmãos em Cristo cresçam rumo à maturidade na fé.
REFERENCIA: http://www.catequisar.com.br/texto/catequista/doc/51.htm
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Ano novo, vida nova!
Que legal, ano novo, vida nova!
Será?
Mudou, de verdade, alguma coisa?
Bem, temos a oportunidade de “ começar ” do zero.
Começar tudo que foi tentado ano passado, e nos anos anteriores, e não foi levado a bom termo.
Mudar o ano, é fácil, um calendário novo, dias que vão sendo subtraídos, um por um, mas se não tivermos cuidado, novos 365 se passam e lá vem um novo ano, de novo!
“ Mas é preciso ter força.É preciso ter raça. É preciso ter garra sempre... ”
É isso! É preciso ter projetos, sonhos, alvos, mas tudo isso precisa de força, raça, gana, determinação, vontade, foco, caso contrário, pode manter a folhinha de 2013 na parede, porque será tudo igual.
Você deseja mesmo alguma coisa além disso?
Lute por isso!!!
Vá atrás, se capacite, estude, acorde cedo, persevere, mude a maneira de falar, de se vestir, de olhar para as pessoas, de encarar a vida.
Pense em quantas vezes você fez um desvio em seus projetos.
Malhava de noite e comia igual a um desesperado de dia?
Ou comprou os jornais para arrumar um emprego, cortou os anúncios, até colou num papel (você é bem organizado), mas acordou as 10 da manhã! Pode?
E o emprego de seus sonhos, na empresa que você trabalha, mas que precisa estar cursando uma faculdade... e o ano passou, você enrolou o ano todo e não fez um vestibular sequer.
Você acha que Deus vai quebrar princípios e te dar o lugar de quem estudou para aquela vaga? Não vai.
Ah! E os relacionamentos, como você os destruiu, e sofreu, e se culpou e prometeu mudar... mas no dia seguinte estava chutando as portas, gritando, chorando a toa, falando palavrões, ameaçando abandonar, gritando, acusando, traindo, espiando, vigiando, mentindo!
Quantas vezes você empurrou para longe uma pessoa que era uma possibilidade real, somente porque ela não cabia exatamente no formato que você tem na cabeça.
Mudar o ano não muda nada se você não mudar.
Projetos... Foco... Determinação... Busque o que deseja.
Você não precisa ter pressa, ela nem sempre determina o sucesso, mas avance sempre, tenha todos os dias um pouco.
Seja o que for, você é capaz se der o passos certos, na direção certa.
Você tem 364 dias para batalhar e alcançar, e no final deste ano poder dizer que o ano foi muito bom.
Sucesso pra você.
Será?
Mudou, de verdade, alguma coisa?
Bem, temos a oportunidade de “ começar ” do zero.
Começar tudo que foi tentado ano passado, e nos anos anteriores, e não foi levado a bom termo.
Mudar o ano, é fácil, um calendário novo, dias que vão sendo subtraídos, um por um, mas se não tivermos cuidado, novos 365 se passam e lá vem um novo ano, de novo!
“ Mas é preciso ter força.É preciso ter raça. É preciso ter garra sempre... ”
É isso! É preciso ter projetos, sonhos, alvos, mas tudo isso precisa de força, raça, gana, determinação, vontade, foco, caso contrário, pode manter a folhinha de 2013 na parede, porque será tudo igual.
Você deseja mesmo alguma coisa além disso?
Lute por isso!!!
Vá atrás, se capacite, estude, acorde cedo, persevere, mude a maneira de falar, de se vestir, de olhar para as pessoas, de encarar a vida.
Pense em quantas vezes você fez um desvio em seus projetos.
Malhava de noite e comia igual a um desesperado de dia?
Ou comprou os jornais para arrumar um emprego, cortou os anúncios, até colou num papel (você é bem organizado), mas acordou as 10 da manhã! Pode?
E o emprego de seus sonhos, na empresa que você trabalha, mas que precisa estar cursando uma faculdade... e o ano passou, você enrolou o ano todo e não fez um vestibular sequer.
Você acha que Deus vai quebrar princípios e te dar o lugar de quem estudou para aquela vaga? Não vai.
Ah! E os relacionamentos, como você os destruiu, e sofreu, e se culpou e prometeu mudar... mas no dia seguinte estava chutando as portas, gritando, chorando a toa, falando palavrões, ameaçando abandonar, gritando, acusando, traindo, espiando, vigiando, mentindo!
Quantas vezes você empurrou para longe uma pessoa que era uma possibilidade real, somente porque ela não cabia exatamente no formato que você tem na cabeça.
Mudar o ano não muda nada se você não mudar.
Projetos... Foco... Determinação... Busque o que deseja.
Você não precisa ter pressa, ela nem sempre determina o sucesso, mas avance sempre, tenha todos os dias um pouco.
Seja o que for, você é capaz se der o passos certos, na direção certa.
Você tem 364 dias para batalhar e alcançar, e no final deste ano poder dizer que o ano foi muito bom.
Sucesso pra você.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Home Sobre o Autor Papa Francisco e a Teologia da Libertação
Muitos se tem perguntado que pelo fato de o atual Papa
Francisco provir da América Latina, seja um adepto da teologia da
libertação. Esta questão é irrelevante. O importante não é ser da
teologia da libertação, mas da libertação dos oprimidos, dos pobres e
injustiçados. E isso ele o é com indubitável claridade.
Este, na verdade, sempre foi o propósito da teologia da libertação. Primeiramente vem a libertação concreta da fome, damiséria, da degradação moral e da ruptura com Deus. Esta realidade pertence aos bens do Reino de Deus e estava nos propôsitos de Jesus. Depois, em segundo lugar, vem a reflexão sobre este dado real: em que medida aí se realiza antecipatoriamente o Reino de Deus e de que forma o cristianismo, com o potencial espiritual herdado de Jesus, pode colaborar, junto com outros grupos humanitários, nesta libertação ncessária.
Esta reflexão posterior, chamada de teologia, pode existir ou não pois pode não haver pessoas que tenham condições de exrcer esta tarefa. O decisivo é que o fato da libertação real ocorra. Mas sempre haverá espíritos atentos que ouvirão o grito do oprimido e da Terra devastada e que se perguntarão: com aquilo que aprendemos de Jesus, dos Apóstolos e da doutrina cristã de tantos séculos, como podemos dar a nossa contribuição ao processo de libertação? Foi o que realizou toda uma geração de cristãos, de cardeais a leigos e a leigas a partir dos anos 60 do século passado. Continua até os dias de hoje, pois os pobres não cessam de crescer e seu grito já se transformou num clamor.
Ora, o Papa Francisco fez esta opção pelos pobres, viveu e vive pobremente em solidariedade a eles e o disse claramente numa de suas primeiras intervenções:”Como gostaria uma Igreja pobre para os pobres”. Neste sentido, o Papa Francisco, está realizando a intuição primordial da Teologia da Libertação e secundando sua marca registrada: a opção preferencial pelos pobres, contra a pobreza e a favor da vida e da justiça.
Esta opção não é para ele apenas discurso mas opção de vida e de espiritualidade. Por causa dos pobres, tem se indisposto com a presidenta Cristina Kirchner pois cobrou de seu governo mais empenho político para a superação dos problemas sociais que, analiticamete se chamam desigualdades, eticamente, representam injustiças e teologicamente constituem um pecado social que afeta diretamente ao Deus vivo que biblicamente mostrou estar sempre do lado dos que menos vida tem e são injustiçados.
Em 1990 havia na Argentina 4% de pobres.Hoje, dada a voracidade do capital nacional e internacional, se elevam a 30%. Estes não são apenas números. Para uma pessoa sensível e espiritual como o bispo de Roma Francisco, tal fato representa uma via-sacra de sofrimentos, lágrimas de crianças famintas e desespero de paisdesempregados. Isso faz-me lembrar uma frase de Dostoiewski: ”Todo o progresso do mundo não vale o choro de uma criança faminta.” \
Esta pobreza, tem insistido com firmeza o Papa Francisco: não se supera pela filantropia mas por políticas públicas para que devolvam dignidade aos oprimidos e os tornecidadãos autônomos e participativos.
Não importa que o Papa Francisco não use a expressão “teologia da libertação”. O importante mesmo é que ele fala e age na forma de libertação.
É até bom que o Papa não se filie a nenhum tipo de teologia, como a da libertação ou de qualquer outra. Seus dois antecessores assumiram certo tipo de teologia que estava em suas cabeças e se apresentava como expressões do magistério papal. Em nome disso se fizeram condenações de não poucos teólogos e teólogas.
Está comprovado historicamente que a categoria “magistério” atribuída aos Papas é uma criação recente. Começou a ser empregada pelos Papas Gregório XVI (1765-1846) e por Pio X (1835-1914) e se fez comum com Pio XII (1876-1958). Antes “magistério” era constituído pelos doutores em teologia e não pelos bispos e pelo Papa. Estes são mestres da fé. Os teólogos são mestres da inteligência da fé.
Portanto, aos bispos e Papas não cabia fazer teologia: mas testemunhar oficialmente e garantir zelosamente a fé crista. Aos teólogos e teólogas cabia e cabe aprofundar este testemunho com os instrumentos intelectuais oferecidos pela cultura em presença. Quando Papas se põem a fazer teologia, como ocorreu recentemente, não se sabe se falam como Papas ou como teólogos. Cria-se grande confusão na Igreja; perde-se a liberdade de investigação e o diálogo com os vários saberes.
Graças a Deus que o Papa Francisco explicitamente se apresenta como Pastor e não como Doutor e Teólogo mesmo que fosse da libertação. Assim é mais livre para falar a partir do evangelho, de sua inteligência emocional e espiritual, com o coração aberto e sensível, em sintonia com o mundo hoje planetizado.Que o Papa deixe aos tólogos fazer teologia e ele presida a Igreja no amor e na esperança. Papa Francisco: coloque a teologia em tom menor para que a libertação ressoe em tom maior: consolação para os oprimidos e interpelação às consciências dos poderosos. Portanto, menos teologia e mais libertação.
Autor: Leonardo Boff é autor de Teologia do cativeiro e dalibertação, Vozes 2013.
Este, na verdade, sempre foi o propósito da teologia da libertação. Primeiramente vem a libertação concreta da fome, damiséria, da degradação moral e da ruptura com Deus. Esta realidade pertence aos bens do Reino de Deus e estava nos propôsitos de Jesus. Depois, em segundo lugar, vem a reflexão sobre este dado real: em que medida aí se realiza antecipatoriamente o Reino de Deus e de que forma o cristianismo, com o potencial espiritual herdado de Jesus, pode colaborar, junto com outros grupos humanitários, nesta libertação ncessária.
Esta reflexão posterior, chamada de teologia, pode existir ou não pois pode não haver pessoas que tenham condições de exrcer esta tarefa. O decisivo é que o fato da libertação real ocorra. Mas sempre haverá espíritos atentos que ouvirão o grito do oprimido e da Terra devastada e que se perguntarão: com aquilo que aprendemos de Jesus, dos Apóstolos e da doutrina cristã de tantos séculos, como podemos dar a nossa contribuição ao processo de libertação? Foi o que realizou toda uma geração de cristãos, de cardeais a leigos e a leigas a partir dos anos 60 do século passado. Continua até os dias de hoje, pois os pobres não cessam de crescer e seu grito já se transformou num clamor.
Ora, o Papa Francisco fez esta opção pelos pobres, viveu e vive pobremente em solidariedade a eles e o disse claramente numa de suas primeiras intervenções:”Como gostaria uma Igreja pobre para os pobres”. Neste sentido, o Papa Francisco, está realizando a intuição primordial da Teologia da Libertação e secundando sua marca registrada: a opção preferencial pelos pobres, contra a pobreza e a favor da vida e da justiça.
Esta opção não é para ele apenas discurso mas opção de vida e de espiritualidade. Por causa dos pobres, tem se indisposto com a presidenta Cristina Kirchner pois cobrou de seu governo mais empenho político para a superação dos problemas sociais que, analiticamete se chamam desigualdades, eticamente, representam injustiças e teologicamente constituem um pecado social que afeta diretamente ao Deus vivo que biblicamente mostrou estar sempre do lado dos que menos vida tem e são injustiçados.
Em 1990 havia na Argentina 4% de pobres.Hoje, dada a voracidade do capital nacional e internacional, se elevam a 30%. Estes não são apenas números. Para uma pessoa sensível e espiritual como o bispo de Roma Francisco, tal fato representa uma via-sacra de sofrimentos, lágrimas de crianças famintas e desespero de paisdesempregados. Isso faz-me lembrar uma frase de Dostoiewski: ”Todo o progresso do mundo não vale o choro de uma criança faminta.” \
Esta pobreza, tem insistido com firmeza o Papa Francisco: não se supera pela filantropia mas por políticas públicas para que devolvam dignidade aos oprimidos e os tornecidadãos autônomos e participativos.
Não importa que o Papa Francisco não use a expressão “teologia da libertação”. O importante mesmo é que ele fala e age na forma de libertação.
É até bom que o Papa não se filie a nenhum tipo de teologia, como a da libertação ou de qualquer outra. Seus dois antecessores assumiram certo tipo de teologia que estava em suas cabeças e se apresentava como expressões do magistério papal. Em nome disso se fizeram condenações de não poucos teólogos e teólogas.
Está comprovado historicamente que a categoria “magistério” atribuída aos Papas é uma criação recente. Começou a ser empregada pelos Papas Gregório XVI (1765-1846) e por Pio X (1835-1914) e se fez comum com Pio XII (1876-1958). Antes “magistério” era constituído pelos doutores em teologia e não pelos bispos e pelo Papa. Estes são mestres da fé. Os teólogos são mestres da inteligência da fé.
Portanto, aos bispos e Papas não cabia fazer teologia: mas testemunhar oficialmente e garantir zelosamente a fé crista. Aos teólogos e teólogas cabia e cabe aprofundar este testemunho com os instrumentos intelectuais oferecidos pela cultura em presença. Quando Papas se põem a fazer teologia, como ocorreu recentemente, não se sabe se falam como Papas ou como teólogos. Cria-se grande confusão na Igreja; perde-se a liberdade de investigação e o diálogo com os vários saberes.
Graças a Deus que o Papa Francisco explicitamente se apresenta como Pastor e não como Doutor e Teólogo mesmo que fosse da libertação. Assim é mais livre para falar a partir do evangelho, de sua inteligência emocional e espiritual, com o coração aberto e sensível, em sintonia com o mundo hoje planetizado.Que o Papa deixe aos tólogos fazer teologia e ele presida a Igreja no amor e na esperança. Papa Francisco: coloque a teologia em tom menor para que a libertação ressoe em tom maior: consolação para os oprimidos e interpelação às consciências dos poderosos. Portanto, menos teologia e mais libertação.
Autor: Leonardo Boff é autor de Teologia do cativeiro e dalibertação, Vozes 2013.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Quem acredita, sempre alcança
Hoje cedo estava vindo trabalhar e ao escutar a música do Renato Russo: “Quem acredita, sempre alcança”, comecei a refletir sobre a sua letra.
Todos nós temos os nossos sonhos, mas na maioria das vezes, achamos que não seremos capazes de realizá-los.
Na primeira dificuldade, preferimos desistir a tentar novamente.
É claro que não conseguiremos realizar todos os nossos ideais, mas antes de abandonarmos a luta, precisamos refletir.
Refletir se o que almejamos nos ajudará a evoluirmos espiritualmente.
Porque muitas vezes, nos deixamos envolver por falsas fantasias, paixões desenfreadas, vícios e tantos outros fatores que nos fazem trilhar o caminho errado.
Aí lá na frente, somos visitados pela dor e temos que refazer o caminho de volta.
Em outros casos, quando não conseguimos alcançar o que almejamos, questionamos a Deus o motivo.
Porém, devemos confiar, porque se algo não se concretizar, é porque não era para o nosso bem ou não estávamos preparados ainda para receber tal realização.
Quantas vezes, quando os sonhos não se realizam, sofremos, até nos revoltamos e mais tarde descobrimos que foi melhor assim ou quantos outros se realizam depois de um tempo, quando estamos mais amadurecidos e compreendemos muitas das lições que o Pai nos mandou.
Por isso, antes de mais nada, devemos avaliar os nossos desejos e ter a certeza que a sua realização não prejudicará nenhuma pessoa, principalmente a nós mesmos.
E nos momentos de aflição, procuremos nos lembrar da serenidade do Cristo que mesmo crucificado, não abandonou o seu ideal de amor.
Então, não abandonemos o nosso ideal.
Não deixemos que o sofrimento destrua a nossa alegria.
Que a descrença, petrifique os nossos sentimentos.
Que as dificuldades impostas pela vida, não nos façam abandonar a fé e a esperança.
Que o desalento não se torne maior que a coragem.
Que a dúvida não nos faça cruzar os braços.
Que a tempestade não tire a nossa vontade de viver um novo amanhecer.
Que a cegueira causada pelos ideais não realizados, não se prolongue, impedindo a compreensão e o encontro de novos e melhores horizontes.
E que a desilusão, não possa nos impedir de tentar novos vôos.
Ainda há muito para praticar.
Ainda há muitos sonhos a concretizar
Assim como novos objetivos a descobrir.
Ainda há muita coisa a ser compreendida em nossa vida.
Ainda há muitas noites para serem vividas.
Assim como milhares de instantes, para praticarmos a reflexão.
Nossa evolução espiritual é eterna.
E enquanto caminhamos rumo ao Pai, muito podemos realizar.
Basta acreditar.
Pois quem acredita, sempre alcança.
Todos nós temos os nossos sonhos, mas na maioria das vezes, achamos que não seremos capazes de realizá-los.
Na primeira dificuldade, preferimos desistir a tentar novamente.
É claro que não conseguiremos realizar todos os nossos ideais, mas antes de abandonarmos a luta, precisamos refletir.
Refletir se o que almejamos nos ajudará a evoluirmos espiritualmente.
Porque muitas vezes, nos deixamos envolver por falsas fantasias, paixões desenfreadas, vícios e tantos outros fatores que nos fazem trilhar o caminho errado.
Aí lá na frente, somos visitados pela dor e temos que refazer o caminho de volta.
Em outros casos, quando não conseguimos alcançar o que almejamos, questionamos a Deus o motivo.
Porém, devemos confiar, porque se algo não se concretizar, é porque não era para o nosso bem ou não estávamos preparados ainda para receber tal realização.
Quantas vezes, quando os sonhos não se realizam, sofremos, até nos revoltamos e mais tarde descobrimos que foi melhor assim ou quantos outros se realizam depois de um tempo, quando estamos mais amadurecidos e compreendemos muitas das lições que o Pai nos mandou.
Por isso, antes de mais nada, devemos avaliar os nossos desejos e ter a certeza que a sua realização não prejudicará nenhuma pessoa, principalmente a nós mesmos.
E nos momentos de aflição, procuremos nos lembrar da serenidade do Cristo que mesmo crucificado, não abandonou o seu ideal de amor.
Então, não abandonemos o nosso ideal.
Não deixemos que o sofrimento destrua a nossa alegria.
Que a descrença, petrifique os nossos sentimentos.
Que as dificuldades impostas pela vida, não nos façam abandonar a fé e a esperança.
Que o desalento não se torne maior que a coragem.
Que a dúvida não nos faça cruzar os braços.
Que a tempestade não tire a nossa vontade de viver um novo amanhecer.
Que a cegueira causada pelos ideais não realizados, não se prolongue, impedindo a compreensão e o encontro de novos e melhores horizontes.
E que a desilusão, não possa nos impedir de tentar novos vôos.
Ainda há muito para praticar.
Ainda há muitos sonhos a concretizar
Assim como novos objetivos a descobrir.
Ainda há muita coisa a ser compreendida em nossa vida.
Ainda há muitas noites para serem vividas.
Assim como milhares de instantes, para praticarmos a reflexão.
Nossa evolução espiritual é eterna.
E enquanto caminhamos rumo ao Pai, muito podemos realizar.
Basta acreditar.
Pois quem acredita, sempre alcança.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Feliz 2013
terça-feira, 18 de setembro de 2012
A Catequese do Catequista
Celebrar é, acima de tudo, dizer "obrigado". Nós celebramos a vida em cada aniversário, celebramos a saúde, uma intervenção médica que correu bem, os sorrisos das nossas crianças… Cada facto que celebramos é acoplado com gratidão. No dia do catequista demos graças por eles, pela sua identidade e vocação, que com o silêncio e muita humildade, vão construindo o Reino de Jesus.
O catequista é chamado a ser carinhosamente ele mesmo. Na verdade e na profundidade da sua identidade ecoa o chamado de Deus que o convoca a ser chama de Cristo, para que muitos homens e mulheres se encontrem com Ele. Quanta sintonia e quanta fidelidade! Como fazer-se autêntico eco? Como não ser um eco de outras vozes e outros ruídos capazes de distorcer a verdadeira identidade?
Neste dilema existencial: ser ou não ser o que Deus o convida a ser, está implícito na natureza humana do catequista. Caído e redimido. Fraco e forte. Imperfeito e chamado à plenitude. Seria impensável um catequista desprovido da graça de Deus. Seria impensável um catequista vagando, náufrago de processos educativos incapazes de fixar.
A natureza humana, aberta à ajuda da graça divina e ao auxílio humano da educação, aperfeiçoa-se e torna-se imagem e semelhança de Deus. É um terreno fértil em que Cristo cresce, moldando na personalidade do catequista todas as virtudes que o tornam capaz de ser o que Deus o convida a ser.
Neste processo educativo, a catequese tem o seu lugar próprio e inconfundível. Ela corresponde à educação da fé. E o catequista, como um homem de fé, necessita ser permanente educado nessa mesma fé que professa.
Para ser profundamente o mesmo, o catequista necessita fazer-se destinatário da catequese. Destinatário de itinerários formativos desenhados para ele, nos quais a educação na fé seja intencional e sistematicamente favorecida. Na rede integrada de várias dimensões assumidas pela formação dos catequistas, têm um lugar privilegiado a educação da fé, como uma virtude teologal que deve ser sustentado, fortalecida, encorajado, informada e testemunhada ao longo de toda a vida.
Mas, para ser profundamente o mesmo, o catequista precisa fazer-se destinatário, também, dos processos catequéticos concebidos para os seus catequizandos e catecúmenos. Ali, na sempre nova dinâmica do encontro o processo catequético, ali Deus trabalha sempre produzindo o inimaginável. Ali, no mistério de uma metodologia e de uns recursos sempre imperfeitos, Deus faz, mais uma vez, como naquele dia no poço de Zicar, que os discípulos sejam testemunhas. E o catequista faz-se destinatário do que os catequizandos e catecúmenos dizem.
Escrito por Pe. José Luis Quijano.
O catequista é chamado a ser carinhosamente ele mesmo. Na verdade e na profundidade da sua identidade ecoa o chamado de Deus que o convoca a ser chama de Cristo, para que muitos homens e mulheres se encontrem com Ele. Quanta sintonia e quanta fidelidade! Como fazer-se autêntico eco? Como não ser um eco de outras vozes e outros ruídos capazes de distorcer a verdadeira identidade?
Neste dilema existencial: ser ou não ser o que Deus o convida a ser, está implícito na natureza humana do catequista. Caído e redimido. Fraco e forte. Imperfeito e chamado à plenitude. Seria impensável um catequista desprovido da graça de Deus. Seria impensável um catequista vagando, náufrago de processos educativos incapazes de fixar.
A natureza humana, aberta à ajuda da graça divina e ao auxílio humano da educação, aperfeiçoa-se e torna-se imagem e semelhança de Deus. É um terreno fértil em que Cristo cresce, moldando na personalidade do catequista todas as virtudes que o tornam capaz de ser o que Deus o convida a ser.
Neste processo educativo, a catequese tem o seu lugar próprio e inconfundível. Ela corresponde à educação da fé. E o catequista, como um homem de fé, necessita ser permanente educado nessa mesma fé que professa.
Para ser profundamente o mesmo, o catequista necessita fazer-se destinatário da catequese. Destinatário de itinerários formativos desenhados para ele, nos quais a educação na fé seja intencional e sistematicamente favorecida. Na rede integrada de várias dimensões assumidas pela formação dos catequistas, têm um lugar privilegiado a educação da fé, como uma virtude teologal que deve ser sustentado, fortalecida, encorajado, informada e testemunhada ao longo de toda a vida.
Mas, para ser profundamente o mesmo, o catequista precisa fazer-se destinatário, também, dos processos catequéticos concebidos para os seus catequizandos e catecúmenos. Ali, na sempre nova dinâmica do encontro o processo catequético, ali Deus trabalha sempre produzindo o inimaginável. Ali, no mistério de uma metodologia e de uns recursos sempre imperfeitos, Deus faz, mais uma vez, como naquele dia no poço de Zicar, que os discípulos sejam testemunhas. E o catequista faz-se destinatário do que os catequizandos e catecúmenos dizem.
Escrito por Pe. José Luis Quijano.
Catequistas, façamos tudo o que Jesus nos diz
Nós compartilhamos a nossa realidade catequética, com situações novas e antigas e sempre amados por Deus. Ele continua a suscitar vocações catequéticas em homens e mulheres que, no meio desta realidade e enviados pela Igreja, estão a responder como discípulos-missionários ao chamado de Jesus, o Bom Pastor.
Os catequistas estão essencialmente ligados à comunicação da Palavra. A nossa primeira atitude espiritual está relacionada com a palavra contida na Revelação, pregada pela Igreja, celebrada na liturgia e vivida, especialmente, pelos santos.[1] É sempre um encontro com Cristo, escondido na sua Palavra, na Eucaristia, nos irmãos. Abertura à Palavra significa, finalmente, abertura a Deus, à Igreja e ao mundo.
Quando fazemos de catequistas o nosso ministério, ou seja, quando conscientes da nossa própria fé colocamo-nos ao serviço dos nossos irmãos para ajudá-los a crescer na fé, aprendemos a ver o mundo de uma perspetiva: a do Magnificat. Este é um olhar crente, capaz de ver os sinais de esperança. Olhar a realidade com os olhos de Maria significa ver o bem também onde este ainda não germinou.
Os olhos de Maria, que procuram Jesus, sabem encontrá-lo e às vezes convidá-lo a dar sinais concretos para que o mundo creia, como nas bodas de Caná.[2] Com esse olhar crente, os catequistas são arautos do Reino. O mundo de hoje, como ontem e como sempre, tem direito ao anúncio. Não se o pode privado dele. E, enquanto todos os batizados foram chamados para esta tarefa, aos catequistas compete-nos de modo especial.
O coração crente apercebe-se que o mundo é amado por Deus, sustentado pelo seu amor. Muitas vezes os catequistas são pobre em recursos, meios de comunicação, mas pela graça de Deus, representam uma força de mudança extraordinária. Onde está Jesus, ali está o Reino, ali amadurece a esperança, ali é possível fazer o amor que dá vida. O encontro com Jesus faz de nós testemunhas credíveis do seu Reino, assemelha-nos a Ele para nos transformar na memória viva do seu modo de viver e agir.
Por Pe. José Luis Quijano
Os catequistas estão essencialmente ligados à comunicação da Palavra. A nossa primeira atitude espiritual está relacionada com a palavra contida na Revelação, pregada pela Igreja, celebrada na liturgia e vivida, especialmente, pelos santos.[1] É sempre um encontro com Cristo, escondido na sua Palavra, na Eucaristia, nos irmãos. Abertura à Palavra significa, finalmente, abertura a Deus, à Igreja e ao mundo.
Quando fazemos de catequistas o nosso ministério, ou seja, quando conscientes da nossa própria fé colocamo-nos ao serviço dos nossos irmãos para ajudá-los a crescer na fé, aprendemos a ver o mundo de uma perspetiva: a do Magnificat. Este é um olhar crente, capaz de ver os sinais de esperança. Olhar a realidade com os olhos de Maria significa ver o bem também onde este ainda não germinou.
Os olhos de Maria, que procuram Jesus, sabem encontrá-lo e às vezes convidá-lo a dar sinais concretos para que o mundo creia, como nas bodas de Caná.[2] Com esse olhar crente, os catequistas são arautos do Reino. O mundo de hoje, como ontem e como sempre, tem direito ao anúncio. Não se o pode privado dele. E, enquanto todos os batizados foram chamados para esta tarefa, aos catequistas compete-nos de modo especial.
O coração crente apercebe-se que o mundo é amado por Deus, sustentado pelo seu amor. Muitas vezes os catequistas são pobre em recursos, meios de comunicação, mas pela graça de Deus, representam uma força de mudança extraordinária. Onde está Jesus, ali está o Reino, ali amadurece a esperança, ali é possível fazer o amor que dá vida. O encontro com Jesus faz de nós testemunhas credíveis do seu Reino, assemelha-nos a Ele para nos transformar na memória viva do seu modo de viver e agir.
Por Pe. José Luis Quijano
Ver a vida com olhos de crentes
Os catequizados e catecúmenos vêm de diferentes caminhos… Com histórias de vida e experiências de fé diferentes. Os catequistas, muitas vezes preocupados com a transmissão de conteúdos, ingenuamente, ignoram um olhar profundo para o que eles experimentaram e que realmente acreditam.
Nós usamos muito a palavra "itinerário", mas mais do que uma vez a reduzimos à simples categoria de "programa" ou "lista de conteúdos" predefinidos. Estamos presos a um dever ser que se esquece de enraizar a vida das pessoas e processos anteriores neste novo caminho que empreendemos na catequese familiar.
Talvez este breve e antiga história nos possa ajudar a expressar de forma simples o que queremos dizer.
Uma vez um explorador foi enviado pelos seus a um lugar perdido na selva amazónica. A sua missão consistia em fazer um levantamento detalhado da área. Como o explorador era um especialista no seu ofício, fez a sua tarefa com grande cuidado e perícia. Nenhum canto foi deixado sem ser explorado.
Ele descobriu quais eram as plantas e os animais, as características de cada estação, os segredos do grande rio que atravessa toda a região, as chuvas, os ventos, as possibilidades para a vida humana neste local remoto...
Quando, finalmente, ele acreditou que sabia tudo, decidiu regressar para transmitir a quem o tinha enviado o corpo de conhecimentos adquiridos.
Os seus receberam-no com expectativa… Eles queriam saber tudo sobre a Amazónia. Mas o explorador experiente percebeu, naquele momento, a incapacidade de responder aos desejos de seu povo. Como ele poderia transmitir a beleza incomparável do lugar, ou a harmonia profunda da noite que conseguiam elevar o seu coração? Como poderia compartilhar com eles o sentimento de profunda solidão que retinha à noite, o medo que o paralisou perante as feras selvagens do lugar ou o senso incomum de liberdade que ele sentia quando conduzia a canoa pelas águas incertas do rio?
Então, depois de pensar sobre isso, o explorador tomou uma decisão e disse: "- Ide e conhecei vós mesmos o lugar. Nada pode substituir o risco e a experiência pessoal. "Mas ele teve medo… Se alguma coisa acontece com eles… Se não sabem chegar… Então ele fez um mapa para guiá-los. Todos fizeram cópias, distribuindo-as e foram para a Amazónia munidos com o mapa que tinham recebido.
Todos os que tinham uma cópia consideravam-se especialistas. Não se conheciam, através do mapa, cada curva da estrada, lugares perigosos, a largura e profundidade do rio, os rápidos e as cachoeiras?
No entanto, o explorador lamentou durante toda a sua vida ter-lhes dado o mapa… Teria sido melhor não o dar a eles.
Esta história tem, talvez, muito a dizer com o ministério catequético. Não se trata de ajudar os catequizandos a explorar a selva, introduzindo-os nos meandros ou no preciosismo de uma informação doutrinária detalhada, mas principalmente para ajudar a encontrar o Deus de Jesus Cristo.
Embora seja verdade que a catequese inclui tarefas de instrução, de iniciação e educação, também é verdade que ela é um ministério ao serviço da fé. Trata-se, acima de tudo, de promover que os nossos interlocutores vivam a sua própria experiência de fé, sempre única, pessoal e intransferível.
Quando os interlocutores da catequese começam a viver a sua fé assim, como verdadeiros exploradores, com algum risco e embarcando numa espécie de "aventura pessoal", podemos dizer que este "novo nascimento" os afeta inteiramente e os abre para uma nova realidade, para realizar uma nova forma de existência.
Talvez eles, em caminhos anteriores, tenham recebido muitos mapas e estão, portanto, convencidos de ser verdadeiros especialistas nas questões da fé... Mas eles não conseguem olhar a vida com olhos de crentes. Talvez esses mapas os tenham dececionado, eles não conduziram a um encontro com Jesus e permaneceram em questões externas que criticam altamente ou que aceitam com resignação ou sem reflexão.
Talvez nós mesmos, seus catequistas, lhes tenhamos oferecido alguns mapas pré-fabricados, que serviram para nós, mas que não servem para eles. Sugerimos caminhos que nós mesmos temos percorrido, com mais ou menos sucesso, mas não os deixamos explorar e aventurar-se para encontrar-se, finalmente, com o Senhor.
Nem se trata de improvisar ou deixá-los sozinhos. Talvez seja a hora, para desvendar o significado e profundidade de uma pedagogia que Jesus conhecia muito bem: o acompanhamento. Esse caminhar acompanhando o que procura, permitindo-lhe que continue procurando... Esse caminhar, no início de modo quase impercetível e depois tão encarnada na vida do catequisando.
Um caminhar que não violenta, que não apressa, que não para e que, recorrendo à Palavra, vai deixando chegar… Cada um tem o seu tempo, com respeito aos tempos do outro, e de acordo com as suas possibilidades. Mas, por fim, arde o coração e dá-se o encontro que se celebra com o Pão compartilhado. A pedagogia do acompanhamento não se desenha em mapas, mas andando e acompanhando os caminhos pessoais e comunitários de procura.
Como catequistas, podemos propor indagar por aqui algumas das respostas pendentes para o fracasso atual da iniciação cristã. Pode muito bem ser possível iniciar-se ou retornar à fé, descartando mapas antigos e aprendendo a olhar a vida com olhos de crentes.
Nós usamos muito a palavra "itinerário", mas mais do que uma vez a reduzimos à simples categoria de "programa" ou "lista de conteúdos" predefinidos. Estamos presos a um dever ser que se esquece de enraizar a vida das pessoas e processos anteriores neste novo caminho que empreendemos na catequese familiar.
Talvez este breve e antiga história nos possa ajudar a expressar de forma simples o que queremos dizer.
Uma vez um explorador foi enviado pelos seus a um lugar perdido na selva amazónica. A sua missão consistia em fazer um levantamento detalhado da área. Como o explorador era um especialista no seu ofício, fez a sua tarefa com grande cuidado e perícia. Nenhum canto foi deixado sem ser explorado.
Ele descobriu quais eram as plantas e os animais, as características de cada estação, os segredos do grande rio que atravessa toda a região, as chuvas, os ventos, as possibilidades para a vida humana neste local remoto...
Quando, finalmente, ele acreditou que sabia tudo, decidiu regressar para transmitir a quem o tinha enviado o corpo de conhecimentos adquiridos.
Os seus receberam-no com expectativa… Eles queriam saber tudo sobre a Amazónia. Mas o explorador experiente percebeu, naquele momento, a incapacidade de responder aos desejos de seu povo. Como ele poderia transmitir a beleza incomparável do lugar, ou a harmonia profunda da noite que conseguiam elevar o seu coração? Como poderia compartilhar com eles o sentimento de profunda solidão que retinha à noite, o medo que o paralisou perante as feras selvagens do lugar ou o senso incomum de liberdade que ele sentia quando conduzia a canoa pelas águas incertas do rio?
Então, depois de pensar sobre isso, o explorador tomou uma decisão e disse: "- Ide e conhecei vós mesmos o lugar. Nada pode substituir o risco e a experiência pessoal. "Mas ele teve medo… Se alguma coisa acontece com eles… Se não sabem chegar… Então ele fez um mapa para guiá-los. Todos fizeram cópias, distribuindo-as e foram para a Amazónia munidos com o mapa que tinham recebido.
Todos os que tinham uma cópia consideravam-se especialistas. Não se conheciam, através do mapa, cada curva da estrada, lugares perigosos, a largura e profundidade do rio, os rápidos e as cachoeiras?
No entanto, o explorador lamentou durante toda a sua vida ter-lhes dado o mapa… Teria sido melhor não o dar a eles.
Esta história tem, talvez, muito a dizer com o ministério catequético. Não se trata de ajudar os catequizandos a explorar a selva, introduzindo-os nos meandros ou no preciosismo de uma informação doutrinária detalhada, mas principalmente para ajudar a encontrar o Deus de Jesus Cristo.
Embora seja verdade que a catequese inclui tarefas de instrução, de iniciação e educação, também é verdade que ela é um ministério ao serviço da fé. Trata-se, acima de tudo, de promover que os nossos interlocutores vivam a sua própria experiência de fé, sempre única, pessoal e intransferível.
Quando os interlocutores da catequese começam a viver a sua fé assim, como verdadeiros exploradores, com algum risco e embarcando numa espécie de "aventura pessoal", podemos dizer que este "novo nascimento" os afeta inteiramente e os abre para uma nova realidade, para realizar uma nova forma de existência.
Talvez eles, em caminhos anteriores, tenham recebido muitos mapas e estão, portanto, convencidos de ser verdadeiros especialistas nas questões da fé... Mas eles não conseguem olhar a vida com olhos de crentes. Talvez esses mapas os tenham dececionado, eles não conduziram a um encontro com Jesus e permaneceram em questões externas que criticam altamente ou que aceitam com resignação ou sem reflexão.
Talvez nós mesmos, seus catequistas, lhes tenhamos oferecido alguns mapas pré-fabricados, que serviram para nós, mas que não servem para eles. Sugerimos caminhos que nós mesmos temos percorrido, com mais ou menos sucesso, mas não os deixamos explorar e aventurar-se para encontrar-se, finalmente, com o Senhor.
Nem se trata de improvisar ou deixá-los sozinhos. Talvez seja a hora, para desvendar o significado e profundidade de uma pedagogia que Jesus conhecia muito bem: o acompanhamento. Esse caminhar acompanhando o que procura, permitindo-lhe que continue procurando... Esse caminhar, no início de modo quase impercetível e depois tão encarnada na vida do catequisando.
Um caminhar que não violenta, que não apressa, que não para e que, recorrendo à Palavra, vai deixando chegar… Cada um tem o seu tempo, com respeito aos tempos do outro, e de acordo com as suas possibilidades. Mas, por fim, arde o coração e dá-se o encontro que se celebra com o Pão compartilhado. A pedagogia do acompanhamento não se desenha em mapas, mas andando e acompanhando os caminhos pessoais e comunitários de procura.
Como catequistas, podemos propor indagar por aqui algumas das respostas pendentes para o fracasso atual da iniciação cristã. Pode muito bem ser possível iniciar-se ou retornar à fé, descartando mapas antigos e aprendendo a olhar a vida com olhos de crentes.
domingo, 17 de junho de 2012
Nunca é tarde
...todos os dias temos a oportunidade de começar de novo...cada manhã pode ser um recomeço...nunca é tarde para recomeçar...
procurar uma saída, erguer as mãos caídas, recomeçar...
Nunca é tarde para levantar os olhos,
nunca é tarde para ouvir a voz da razão seguir
Nunca é tarde para rever os amigos, ajudar os aflitos,
resolver os conflitos no diálogo e não aos gritos,
ser vencedor e não vencido pois tudo é belo mais que bonito...
Nunca é tarde para mudar os planos, recuperar o ânimo,
caminhar juntos, rever os enganos,
enfrentar as barreiras dos anos e no final ainda dizer te amo...
Nunca é tarde para dizer sim para vida,
para dizer perdão querida, dizer não ao ego
enxugar uma lágrima para curar um ferida...
Nunca é tarde para mudar de gesto,
de atitude e de pensamento para ser feliz,
deixar o protesto, sentir a liberdade numa prece...
Nunca é tarde para dar um basta na amargura,
refazer a postura, deixar a vida dura,
encontrar a esperança que ficou perdida, viver a paz que é sem medida...
Nunca é tarde para abraçar um filho,
sentir o seu amor, orientar seus caminhos
para jamais andar sozinho e deixar de ser menino em sua vida escolhida...
Nunca é tarde para dizer que não sei, reconhecer que errei
e que tanto tempo passei a me enganar, e por causa da alma ferida
nunca encontrei a saída que me impedia de caminhar...
Nunca é tarde para sorrir, agradecer a Deus pela vida,
viver a realidade de um novo dia, aprender o que não sabia,
fazer o que não fazia e ensinar o que vivia...
Nunca é tarde para fazer o bem,
ser amigo de alguém, ajudar a quem não tem,
dizer sempre o que convém,
respeitar não ir além, viver sempre amando alguém...
Nunca é tarde para ver Deus na natureza,
ser ativo na igreja, dizer amém, assim seja,
dar um basta na tristeza, estar em paz com todos,
ser feliz e que Deus nos proteja...
Nunca é tarde para sair da rotina,
aprender com disciplina, não desistir,
dar a volta por cima depender sempre de Deus,
crer no que Ele nos ensina, ser feliz é nossa sina...
JL Moreira (http://sitedepoesias.com/poesias/34383)
SUFICIENTE PARA VOCÊ!
(autor desconhecido)
Há pouco tempo, estava no aeroporto e vi mãe e filha se despedindo.
Quando anunciaram a partida, elas se abraçaram e a mãe disse:
- Eu te amo. Desejo o suficiente para você.
A filha respondeu:
- Mãe, nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O seu amor é tudo de que sempre precisei. Eu também desejo o suficiente para você.
Elas se beijaram e a filha partiu.
A mãe passou por mim e se encostou na parede.
Pude ver que ela queria, e precisava, chorar.
Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela se dirigiu a mim, perguntando:
- Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?
- Já - respondi. - Me desculpe pela pergunta, mas por que foi um adeus para sempre?
- Estou velha e ela vive tão longe daqui. Tenho desafios à minha frente a verdade é que a próxima viagem dela para cá será para o meu funeral.
- Quando estavam se despedindo, ouvi a senhora dizer 'Desejo o suficiente para você'. Posso saber o que isso significa?
Ela começou a sorrir.
- É um desejo que tem sido passado de geração para geração em minha família. Meus pais costumavam dizer isso para todo mundo.
Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse tentando se lembrar em detalhes e sorriu mais ainda.
- Quando dissemos 'Desejo o suficiente para você', estávamos desejando uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas.
Então, virando-se para mim, disse, como se estivesse recitando:
- Desejo a você sol o suficiente para que continue a ter essa atitude radiante.
- Desejo a você chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol..
- Desejo a você felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.
- Desejo a você dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.
- Desejo a você que ganhe o suficiente para satisfazer os seus desejos materiais.
- Desejo a você perdas o suficiente para apreciar tudo que possui.
- Desejo a você 'alôs' em número suficiente para que chegue ao adeus final.
Ela começou então a soluçar e se afastou.
Dizem que leva um minuto para encontrar uma pessoa especial, uma hora para apreciá-la, um dia para amá-la, mas uma vida inteira para esquecê-la.
EU DESEJO O SUFICIENTE PARA VOCÊ.
Há pouco tempo, estava no aeroporto e vi mãe e filha se despedindo.
Quando anunciaram a partida, elas se abraçaram e a mãe disse:
- Eu te amo. Desejo o suficiente para você.
A filha respondeu:
- Mãe, nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O seu amor é tudo de que sempre precisei. Eu também desejo o suficiente para você.
Elas se beijaram e a filha partiu.
A mãe passou por mim e se encostou na parede.
Pude ver que ela queria, e precisava, chorar.
Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela se dirigiu a mim, perguntando:
- Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?
- Já - respondi. - Me desculpe pela pergunta, mas por que foi um adeus para sempre?
- Estou velha e ela vive tão longe daqui. Tenho desafios à minha frente a verdade é que a próxima viagem dela para cá será para o meu funeral.
- Quando estavam se despedindo, ouvi a senhora dizer 'Desejo o suficiente para você'. Posso saber o que isso significa?
Ela começou a sorrir.
- É um desejo que tem sido passado de geração para geração em minha família. Meus pais costumavam dizer isso para todo mundo.
Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse tentando se lembrar em detalhes e sorriu mais ainda.
- Quando dissemos 'Desejo o suficiente para você', estávamos desejando uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas.
Então, virando-se para mim, disse, como se estivesse recitando:
- Desejo a você sol o suficiente para que continue a ter essa atitude radiante.
- Desejo a você chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol..
- Desejo a você felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.
- Desejo a você dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.
- Desejo a você que ganhe o suficiente para satisfazer os seus desejos materiais.
- Desejo a você perdas o suficiente para apreciar tudo que possui.
- Desejo a você 'alôs' em número suficiente para que chegue ao adeus final.
Ela começou então a soluçar e se afastou.
Dizem que leva um minuto para encontrar uma pessoa especial, uma hora para apreciá-la, um dia para amá-la, mas uma vida inteira para esquecê-la.
EU DESEJO O SUFICIENTE PARA VOCÊ.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
PAI NOSSO DO CATEQUISTA
PAI - NOSSO QUE ESTAIS NO CEU,
Pai de todos nós, vossos seguidores
Pai presente na missão de todos os catequistas
Pai que estais presente nos catequizandos que formamos
Pai, primeiro catequista da humanidade e mestre de sabedoria.
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;
Santificado seja o vosso nome nas palavras que pronunciamos
Santificado seja o vosso nome no tempo que dedicamos aos catequizandos
Santificado seja o vosso nome pelo catequista que somos.
VENHA NOS O VOSSO REINO,
Reino de paz e humanidade
Reino de fé e Constancia
Reino de forca e coragem
Reino de serviço e doação
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CEU;
Seja feita a vossa vontade nas palavras que dizemos
Seja feita a vossa vontade em tudo que testemunhamos
Seja feita a vossa vontade no testemunho que damos
Seja feita a vossa vontade no coração de todos.
O PAO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE;
Dai-nos o pão da esperança e segurança
Dai-nos o pão da vossa Palavra, o Evangelho.
Dai-nos o pão para comer, pão que sacia a fome.
Dai-nos o pão da fé e do vosso Amor, a Eucaristia.
PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS , ASSIM COMO NÓS
PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO;
Perdoai nossa fraqueza na fé
Perdoai nosso desanimo e descompromisso cristão
Perdoai nossa não correspondência ao vosso amor
Perdoem todos os que praticam o mal
E NAO NOS DEIXEI CAIR EM TENTACAO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL
Livrai-nos da tentação, da ambição e do orgulho
Livrai-nos da tentação de não falar em nome da vossa igreja
Livrai-nos da tentação do comodismo
Livrai-nos da tentação de não professar, com atos, a fé que assumimos.
AMEM !
Pai de todos nós, vossos seguidores
Pai presente na missão de todos os catequistas
Pai que estais presente nos catequizandos que formamos
Pai, primeiro catequista da humanidade e mestre de sabedoria.
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;
Santificado seja o vosso nome nas palavras que pronunciamos
Santificado seja o vosso nome no tempo que dedicamos aos catequizandos
Santificado seja o vosso nome pelo catequista que somos.
VENHA NOS O VOSSO REINO,
Reino de paz e humanidade
Reino de fé e Constancia
Reino de forca e coragem
Reino de serviço e doação
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CEU;
Seja feita a vossa vontade nas palavras que dizemos
Seja feita a vossa vontade em tudo que testemunhamos
Seja feita a vossa vontade no testemunho que damos
Seja feita a vossa vontade no coração de todos.
O PAO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE;
Dai-nos o pão da esperança e segurança
Dai-nos o pão da vossa Palavra, o Evangelho.
Dai-nos o pão para comer, pão que sacia a fome.
Dai-nos o pão da fé e do vosso Amor, a Eucaristia.
PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS , ASSIM COMO NÓS
PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO;
Perdoai nossa fraqueza na fé
Perdoai nosso desanimo e descompromisso cristão
Perdoai nossa não correspondência ao vosso amor
Perdoem todos os que praticam o mal
E NAO NOS DEIXEI CAIR EM TENTACAO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL
Livrai-nos da tentação, da ambição e do orgulho
Livrai-nos da tentação de não falar em nome da vossa igreja
Livrai-nos da tentação do comodismo
Livrai-nos da tentação de não professar, com atos, a fé que assumimos.
AMEM !
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