Muito contente por estar de volta aqui. Ainda não 100%, os pontos continuam na mão direita, mas já estou livre das ataduras e podendo teclar sem exageros, o que acho ótimo. Olhe, gente, a-do-rei cada uma das mensagens deixadas nos dois blogs durante minha ausência, muito obrigada a vocês todos, que fizeram esse tempo de cirurgia passar mais rápido e de forma bem mais amena. Me senti apoiada, aconchegada — bom demais! Não vou responder a cada um apenas porque ainda não posso escrever muito.
Nesses dias, li um bocado (vou comentar os livros lidos no enredosetramas), vi tv — inclusive todo esse desastre terrível de chuvas torrenciais, cheias e desabamentos em Santa Catarina —, porém minha cabeça, a maior parte do tempo, se manteve zonza, tontona, sem se fixar em coisa alguma, como se vagasse por algum espaço que nem sei onde fica. Meu amigo Chorik comentou que isso acontece porque nosso corpo é uma unidade, cada membro ou órgão influenciando os outros: assim, o que acontece com minha mão pode, sim, influenciar minha mente (o amigo Edu disse que sentiu a mesma coisa quando teve um problema no pé). Independente de fundamento científico, gostei dessa explicação, dessa idéia de sermos um todo indivisível e interdependente (que a medicina atual teima em seccionar). Me fez bem sentir-me assim. Lembrei-me das pessoas cuja perna, braço ou mão foram amputados, mas continuam a sentir sensações neles — calor, dor, arrepios, etc —, ao que parece porque a imagem mental que têm do próprio corpo é a de um corpo completo, o que inclui, jamais exclui, o membro ausente.
Por este meu texto descosido, mal ajambrado, vagal, já deu pra sentir que ainda não aterrissei direito por aqui, né? Mas não importa, não é mesmo? Este texto é só pra lhes dizer que estou de volta a este doce batente, amo vocês, e espero continuar a postar textos que mereçam ser lidos e comentados por vocês. Assim como visitarei os seus blogs, lerei e comentarei seus textos. De volta a esta nossa gostosa, divertida e animada roda de leituras e papos!
Nesses dias, li um bocado (vou comentar os livros lidos no enredosetramas), vi tv — inclusive todo esse desastre terrível de chuvas torrenciais, cheias e desabamentos em Santa Catarina —, porém minha cabeça, a maior parte do tempo, se manteve zonza, tontona, sem se fixar em coisa alguma, como se vagasse por algum espaço que nem sei onde fica. Meu amigo Chorik comentou que isso acontece porque nosso corpo é uma unidade, cada membro ou órgão influenciando os outros: assim, o que acontece com minha mão pode, sim, influenciar minha mente (o amigo Edu disse que sentiu a mesma coisa quando teve um problema no pé). Independente de fundamento científico, gostei dessa explicação, dessa idéia de sermos um todo indivisível e interdependente (que a medicina atual teima em seccionar). Me fez bem sentir-me assim. Lembrei-me das pessoas cuja perna, braço ou mão foram amputados, mas continuam a sentir sensações neles — calor, dor, arrepios, etc —, ao que parece porque a imagem mental que têm do próprio corpo é a de um corpo completo, o que inclui, jamais exclui, o membro ausente.
Por este meu texto descosido, mal ajambrado, vagal, já deu pra sentir que ainda não aterrissei direito por aqui, né? Mas não importa, não é mesmo? Este texto é só pra lhes dizer que estou de volta a este doce batente, amo vocês, e espero continuar a postar textos que mereçam ser lidos e comentados por vocês. Assim como visitarei os seus blogs, lerei e comentarei seus textos. De volta a esta nossa gostosa, divertida e animada roda de leituras e papos!