O outro
Imagine você me conhecendo, olhando meu olho, bem dentro, bem fundo. Imagine o susto, o
grande susto do abismo. Um passo em falso na escada, você me vendo. Um lance de dados, jogado completamente ao acaso. Palavras que somem, pernas tropeçando no escuro, e o muro, o grande muro. Imagine o absurdo: alguém sem forma sair do limbo. Para quê? Tal coisa só se pergunta ao Destino. De preferência em silêncio.
Aeronauta
Feche os olhos. Concentre-se bem. Sinta seu coração. Escute seus batimentos, entenda o que eles estão lhe dizendo. Agora pergunte ao Destino, em silêncio: quem é este outro que eu faço tudo para ignorar e destruir, mas insiste em viver, em me ver, em me olhar bem dentro do meu olho? Ele me liberta ou me sufoca?
[A primeira parte (até “De preferência em silêncio.”) foi copiada do blog aeronauta, do post “em silêncio”, com concordância da autora, a quem agradeço. Acho um texto lindo, como outros de aeronauta, esta que vive entre nuvens e segredos. A segunda parte (“Concentre-se... sufoca?”) foi escrita por mim, e serve ao tarô pessoal, minha trajetória de vivências e descobertas que estou construindo e partilhando
Aeronauta
Feche os olhos. Concentre-se bem. Sinta seu coração. Escute seus batimentos, entenda o que eles estão lhe dizendo. Agora pergunte ao Destino, em silêncio: quem é este outro que eu faço tudo para ignorar e destruir, mas insiste em viver, em me ver, em me olhar bem dentro do meu olho? Ele me liberta ou me sufoca?
[A primeira parte (até “De preferência em silêncio.”) foi copiada do blog aeronauta, do post “em silêncio”, com concordância da autora, a quem agradeço. Acho um texto lindo, como outros de aeronauta, esta que vive entre nuvens e segredos. A segunda parte (“Concentre-se... sufoca?”) foi escrita por mim, e serve ao tarô pessoal, minha trajetória de vivências e descobertas que estou construindo e partilhando
com vocês. Falando nisso: quem é mesmo esse outro que te habita?]
* Imagem: theyxas, photobucket.