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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

PS desafia oposição a esclarecer rapidamente sentido de voto face à moção de censura do BE

Lisboa, 10 fev (Lusa)

O PS desafiou hoje todas as oposições, especialmente o PSD, a esclarecerem nos próximos dias como votarão a moção de censura, advertindo que Portugal não pode viver um mês em “insegurança” e em situação política “pantanosa”.

A posição foi transmitida em conferência de imprensa pelo líder parlamentar do PS, Francisco Assis, depois de o Bloco de Esquerda ter anunciado para 10 de março uma moção de censura ao Governo.

“Na intervenção em que anunciou a moção de censura, o deputado [do Bloco de Esquerda] Francisco Louçã foi muito claro sobre os fundamentos desta iniciativa” e todos os partidos já conhecem esses fundamentos. O país não pode viver um mês num estado de pré-instabilidade política, de insegurança do ponto de vista político e é preciso que o mais rapidamente possível se faça uma clarificação política por parte de todos as forças parlamentares sobre o sentido de voto que vão adotar”, declarou Francisco Assis.

Segundo o presidente do Grupo Parlamentar do PS, Portugal “não pode viver um mês pantanoso”, razão pela qual “é necessária uma clarificação absoluta da situação”.

“O PS nada teme e naturalmente votará contra esta moção de censura irresponsável. Lançamos o repto a todos os grupos parlamentares para que no mais curto prazo de tempo clarifiquem a sua posição face à moção de censura do Bloco de Esquerda. Não colhe o argumento de que estão à espera de que conhecer o texto literal da moção de censura pela razão simples de que os motivos subjacentes foram hoje claramente apresentados em debate parlamentar”, argumentou o presidente da bancada socialista.

De acordo com Assis, se o país vivesse agora um mês de incerteza sobre o futuro do Governo, estaria “contaminado o debate político, prejudicando a ação do executivo para salvaguardar os interesses do país dos pontos de vista económico e financeiro”.

“O Bloco de Esquerda colocou-se do lado da instabilidade e nós queremos saber de que lado estão os outros grupos parlamentares”,
sustentou.

Francisco Assis referiu depois que ainda hoje, em declarações públicas, o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, avisou que o país “não pode viver de 15 em 15 dias sob ameaça de crise política”.

“O país não pode viver um longo mês sob suspeita de crise política. E é evidente que o PSD é um partido com especiais responsabilidades na vida política portuguesa”,
apontou Assis.

Para o presidente do Grupo Parlamentar do PS, do PSD “um grande partido, espera-se sentido de responsabilidade”.

“Mas o nosso repto dirige-se a todos os grupos parlamentares”, acrescentou.

PMF /Lusa

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Bilhete Postal...para o Passos Coelho...

Caro passos coelho,
que este te vá encontrar de saúde na tua recente ambição de buscar governo. Olha, recomendo que o peças em prenda natalícia, ao Pai Natal, o de Belém. Mas nunca esqueças que, quem governa, tem coragem e não será fácil de derrubar, mesmo em eleições. Na verdade, ele, o sócrates, é desse que falo, levou com um défice excessivo, herdado de barroso/santana, num tempo em que não havia motivo para isso, nem qualquer crise internacional. E virou-o numa contenção orçamental que, abaixo dos 3%, foi o menor défice de todos os 36 anos de democracia.
Ele está a fazer o que tem de ser feito, após a crise internacional de 2008/2009. Sim, que a crise partiu da desregulação dos mercados financeiros e imobiliários e alastrou dos USA ao Japão, contaminando obviamente toda a Europa. Tripudiam sobre a verdade e acoitam-se em inverdades rasteiras os que querem atribuir a crise portuguesa tão só a factores de natureza nacional. Mas tais pessimistas, mais os especuladores de mercado, começam a perceber que Portugal vai de novo retomar o caminho do equilíbrio orçamental. Desde já, baixando este ano o défice para o valor estimado e tudo fazendo para lograr atingir o défice de 4,6% do PIB, em 2011.
Para atingir tal desiderato, sócrates, tomou 50 medidas, muitas de austeridade, mas como “Portugal não é país de uma nota só”, diz ele, está a investir numa agenda de crescimento, produtividade e apoio às exportações, que, por sinal, entre Janeiro e Setembro, cresceram 15%. O que se compreende, porque os empresários portugueses souberam diversificar eficazmente os mercados. E assim se tem de continuar, porque as exportações assentes no crescimento permanente da incorporação tecnológica e na diversificação de mercados são o núcleo duro do ano de 2011 e do nosso futuro.
Olha, pedro, agasalha-te bem que está muito frio e andam muitas nuvens sobre as tuas ambições.

Natal 2010

Osvaldo Castro

(publicado também na revista Focus, de 22/12/2010)

sábado, 2 de outubro de 2010

Sócrates garante que não toma mais medidas de austeridade

O primeiro-ministro, José Sócrates, deu hoje uma entrevista a Judite de Sousa, da RTP, na qual sublinhou que "está convencido que não tinha alternativa senão tomar medidas de acentuada austeridade para salvar o país"...tudo como melhor se pode ler na TVI 24.
Entretanto, a TVI anunciou que Sócrates se disponibilizou para conceder uma entrevista,hoje, à TVI no decurso do Jornal Nacional daquela estação...