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domingo, 3 de junho de 2012

Hospitais: Portugueses não podem ficar sem serviços próximos e de qualidade, diz Seguro

O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse hoje não aceitar que os portugueses fiquem sem cuidados de saúde «a tempo e horas» e de qualidade por motivos económicos, criticando o Governo por optar por uma política de encerramento de serviços.
«Olho para o país e vejo que este Governo só tem uma política: fechar serviços e diminuir a qualidade da prestação de serviços essenciais, como é o de saúde», afirmou em Resende, ao comentar um estudo pedido pelo Governo à Entidade Reguladora da Saúde.
Segundo o semanário Expresso, este estudo «aconselha que 26 das 95 unidades hospitalares encerrem o internamento nas especialidades de medicina interna, cirurgia geral, pediatria ou infeciologia».
Hoje-Diário Digital / Lusa

sábado, 14 de abril de 2012

Centenas de pessoas manifestam-se contra cortes na saúde

Sábado, 14 de abril de 2012,Expresso/Lusa
Centenas de pessoas manifestaram-se em Lisboa contra os cortes no Serviço Nacional de Saúde, num protesto organizado pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos. Entoando palavras como "Não e não às taxas moderadoras", "A saúde está doente. Mudai isto, é urgente" e "Quanto mais calados mais roubados", os manifestantes desfilam entre o Largo do Chiado e a Rua Augusta, em Lisboa, num protesto organizado pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP).
A esta ação do MUSP junta-se também a central sindical CGTP, a União dos Sindicatos, a Federação Nacional dos Médicos - Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, comissões de utentes e outras estruturas do distrito de Lisboa.
O porta-voz do MUSP, Carlos Braga, disse à Agência Lusa que o protesto tem como objetivo "manifestar a indignação" contra algumas medidas levadas a cabo pelo Governo em relação ao SNS, nomeadamente o encerramento de serviços de proximidade, aumento das taxas moderadoras e encerramento de um conjunto de serviços como a Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa.
"Estas medidas limitam o acesso à saúde de muitos milhares de cidadãos", afirmou Carlos Braga, adiantando que é "um claro favorecimento aos grandes grupos económicos".
Ações de protesto contra os cortes no SNS decorrem hoje durante todo o dia em mais nove cidades do país.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Saúde:PS e PCP querem saber se haverá mais aumentos na Saúde em 2013

07.01.2012-Dn.pt/Lusa
O Partido Socialista quer questionar o ministro da Saúde, Paulo Macedo, sobre “a intenção de promover um novo aumento das taxas moderadoras em 2013”, disse à Lusa o deputado António Serrano.
A pergunta dos socialistas tem por base declarações do presidente do Conselho Diretivo da Administração Central dos Sistemas de Saúde (ACSS), João Carvalho Neves. De acordo com o PS, Carvalho Neves sugeriu esta semana que, devido aos compromissos com a troika, o Governo poderá rever no próximo ano o sistema de preços do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PS afirma que disparidades nas taxas moderadoras das consultas não presenciais resultam de abuso de interpretação

O PS defende que o Ministério da Saúde deve fazer uma circular informativa onde esclareça quais são os casos onde podem ser aplicadas taxas moderadoras nas consultas não presenciais. Alguns centros de saúde e hospitais estão a cobrar três euros aos utentes por um telefonema ou um e-mail para o médico de família. O deputado António Serrano afirma que essas disparidades registadas no país resultam de um abuso de interpretação fruto de ausência de clarificação da lei. O coordenador da bancada socialista para as questões de saúde critica ainda a redução do horário de atendimento de vários centros de saúde.

2012-01-05 14:01:21

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Novas regras de isenção das taxas moderadoras "injustas"

por:Dn.pt/Lusa-Hoje
O Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde e a Associação de Famílias Numerosas consideram "injustas" as novas regras de isenção das taxas moderadoras de saúde por "ignorarem" o número de filhos.
A partir de domingo entram em vigor as novas normas que definem que a isenção das taxas moderadoras se aplica quando a média mensal do rendimento do agregado familiar é inferior a 628,83 euros.
Ao contrário do que acontecia até agora, o rendimento médio mensal do agregado familiar passa a ser apurado "mediante a consideração do conjunto dos rendimentos das pessoas que o constituem em função da capitação correspondente ao número de sujeitos passivos, a quem incumbe a direcção do agregado familiar", define a portaria nº 311-D/2011 publicada em Diário da República.
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