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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nomeação é "característica trapalhada relvista", diz a Comissão de Trabalhadores da RTP

A Comissão de Trabalhadores da RTP afirmou hoje que "não se conhece" a Alberto da Ponte, novo presidente da estação pública, "nenhum currículo" na comunicação social ou em serviço público. E disse que irá dialogar "sem ilusões".
O antigo presidente da Sociedade Central de Cervejas Alberto da Ponte será o novo presidente do conselho de administração da RTP, de acordo com informação disponível hoje na própria página na Internet da RTP.
"Não se conhece ao gestor (...) nenhum currículo que o relacione com as áreas da cultura ou da comunicação social. Não se lhe conhece nenhum antecedente em qualquer serviço público, nestas ou noutras áreas", aponta comunicado divulgado pela Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP ao final da tarde.
Para os trabalhadores, a indústria cervejeira "não é propriamente aparentada com o serviço público de rádio e televisão", a não ser a partir do momento "em que se queira proceder como comissão liquidatária".
A nomeação da nova administração "não teve em conta nem metade, nem um terço, dos critérios" considerados essenciais pelos trabalhadores.
"Teremos portanto pela frente um CA que não corresponde a qualquer perfil aceitável para os trabalhadores. Iremos dialogar com esse conselho de administração, por ser o que existe. Fá-lo-emos sem ilusões e sem trair os interesses dos trabalhadores", conclui a nota da CT.(Ler Mais Aqui)

sábado, 1 de setembro de 2012

RTP: Cavaco nega que haja proposta oficial e recusa comentar declarações de consultores

O Presidente da República negou hoje que haja uma proposta oficial sobre o futuro da RTP, dizendo que se houvesse, teria sido informado, e escusou-se a comentar «declarações de consultores do Governo».
«Não tenho conhecimento de que exista alguma proposta oficial. O Presidente da República, como é óbvio, não comenta declarações de consultores do Governo», afirmou aos jornalistas.
Cavaco Silva falava à imprensa à margem da Taça Portugal Solidário, que se realiza no Oceânico Victoria Clube de Golfe, em Vilamoura, um torneio com o alto patrocínio da Presidência da República.
Diário Digital / Lusa-Hoje

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Concessão da RTP serve o "cluster mediático laranja", diz Edite Estrela

A eurodeputada socialista, Edite Estrela, acusou nesta quinta-feira o Governo de preparar uma ofensiva contra a pluralidade mediática com a intenção de concessionar a RTP1 a privados.No arranque da Universidade de Verão do PS, em Évora, a socialista afirmou que "tudo leva a crer que a concessão visa o reforço do cluster mediático laranja.”
Depois de se manifestar contra o modelo proposto, virou-se contra a solução colocada em cima da mesa pelo consultor do Governo para as privatizações, António Borges."Com a concessão da RTP e o acabar do serviço público de televisão e de rádio, essa influência pode ainda ser reforçada ao nível da propriedade e do comentário. Eu sou pelo pluralismo e pelo serviço público de televisão e, portanto, este modelo não me agrada", afirmou.A eurodeputada fez o discurso de arranque da universidade de Verão do PS que vai decorrer na cidade alentejana até ao próximo domingo.O tema inicial - a debater durante a noite desta quinta-feira - versa sobre a Europa, a propósito do qual Estrela aproveitou para denunciar a "crise de liderança e de confiança" dos actuais líderes europeus, ao mesmo tempo que reiterou as propostas dos socialistas europeus para a saída da "crise de financiamento de alguns países europeus": agências de notação financeira europeias, eurobonds e um imposto sobre as transacções financeiras.
30.08.2012 - 20:47 Por:Público/Nuno Sá Lourenço

quarta-feira, 21 de março de 2012

Aumento da despesa efetiva do Estado deve-se à RTP,diz Passos Coelho...!

por:Dinheiro Vivo,Lusa-Hoje
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, atribuiu hoje o aumento da "despesa efetiva" às "despesas extraordinárias" com a RTP e sublinhou que só no boletim da execução orçamental de maio haverá uma "notícia correta" dos efeitos das medidas adotadas.
"No lado da despesa, a despesa efetiva aumentou apenas em resultado de despesas extraordinárias que tiveram lugar, nomeadamente, com a RTP. Foram cerca de 226 milhões de euros, se o número não me falha, que não compara com anos anteriores", afirmou Passos Coelho.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Media: Novo plano de rescisões voluntárias este ano contempla 300 saídas - Presidente da RTP

Lisboa, 24 out (Lusa)

O presidente da RTP, Guilherme Costa, confirmou hoje que a empresa vai avançar até meados de novembro com um novo plano de rescisões voluntárias e que tem provisões suficientes para rescindir com 300 trabalhadores.

Durante a conferência de imprensa de apresentação do plano estratégico de redução de custos, o presidente da RTP afirmou que há disponibilidade para aceitar uma nova vaga de saídas voluntárias da estação pública de televisão, para a qual existem verbas disponíveis para 300 trabalhadores.

ALU/MBA/Lusa

sábado, 1 de outubro de 2011

RTP: Plano de reestruturação vai emagrecer “claramente” a empresa,diz Miguel Relvas

Coimbra, 01 out (Lusa)

O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, disse hoje, em Vila Nova de Poiares, que o plano de reestruturação da RTP vai emagrecer “claramente” a empresa, que gasta mais de um milhão de euros por dia.

Confrontado pelos jornalistas sobre eventuais despedimentos de trabalhadores na televisão pública, o governante respondeu que “o plano de reestruturação é vasto, está ainda a ser estudado, e não há ainda sequer uma posição definitiva”.

“É um plano que vai emagrecer claramente a RTP, esse é o objetivo”, afirmou Miguel Relvas, à margem de uma sessão solene na Câmara de Poiares, antes de inaugurar um centro educativo naquele concelho.

A revista Sábado avançou esta sexta-feira que o plano de reestruturação da RTP prevê o despedimento de 300 trabalhadores.

O ministro frisou que o Governo pretende seguir um caminho de rigor e exigência para “ter uma boa televisão pública, com profissionais estimulados, agora tem é de custar menos”.

Miguel Relvas frisou ainda que, em 2012, entre dívida e gestão corrente, a RTP vai custar aos cofres do Estado 550 milhões de euros.

AMV/Lusa

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sindicato de Jornalistas expressa "discordância e preocupação" sobre privatização da RTP junto do Governo

Porto, 15 jul (Lusa)

A direção do Sindicato dos Jornalistas foi hoje recebida pelo ministro dos Assuntos Parlamentares para manifestar “discordância e preocupação” face à intenção do Governo de privatizar um canal da RTP, disse o presidente do sindicato.

A reunião integra-se na sequência de audiências que o Sindicato dos Jornalistas (SJ) tem vindo a pedir ao Governo e aos vários grupos parlamentares, no sentido de expressar uma série de ideias patentes no documento de “Proposta de agenda para os partidos”, em particular no que toca aos processos de privatização previstos pelo programa do Governo.

“Consideramos, e foi isso que transmitimos, que o serviço público necessita dos seus vários canais, cobrindo todo o território e servindo a enorme diversidade que a população portuguesa encerra, em termos de necessidades, de interesses, de informação local e regional, que são realmente muito diversificadas”, afirmou à Lusa o presidente do SJ, Alfredo Maia, após o final da reunião.

Segundo o responsável daquela estrutura sindical, “a arquitetura do serviço público deve contemplar um dispositivo igualmente diversificado e, sobretudo, capaz de cobrir no terreno” essas mesmas necessidades da população, que não serão asseguradas por um operador privado, devido aos objetivos de lucro que este terá, ainda que "legítimos", ressalvou.

Alfredo Maia reafirmou a disponibilidade do SJ para se reunir quer com o Governo quer com os grupos parlamentares, estando “certo de que se manterá um canal de diálogo” para o qual o sindicato diz estar “sempre disponível”.

O programa do Governo explica que o grupo RTP "deverá ser reestruturado de maneira a obter-se a uma forte contenção de custos operacionais já em 2012 criando, assim, condições tanto para a redução significativa do esforço financeiro dos contribuintes quanto para o processo de privatização", que incidirá sobre um dos canais públicos, "a ser concretizada oportunamente e em modelo a definir face às condições de mercado".

TDI/Lusa