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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Governo e PS rejeitam "de forma clara a agenda da direita" em matéria Laboral, diz Silva Pereira

Lisboa, 16 fev (Lusa)

O ministro da Presidência disse hoje rejeitar a “agenda da direita” em matéria laboral, como a liberalização e o aprofundamento da precariedade do mercado de trabalho, enquanto o PCP prometeu a luta dos trabalhadores contra as políticas do Executivo.

O Executivo e o PS recusam “de forma clara a agenda da direita, de liberalização do mercado de trabalho, de eliminação da proibição do despedimento sem justa causa e precarização quase obrigatória do mercado de trabalho”, afirmou o ministro Pedro Silva Pereira, no encerramento da interpelação ao Governo sobre legislação laboral, marcada pelo PCP.

Silva Pereira criticou “a posição da esquerda conservadora e radicalmente conservadora, sempre imune à realidade”, para quem, sustentou, não deve haver “nenhuma flexibilidade, nenhuma adaptabilidade”, afirmando que sem estas medidas “não teria sido possível salvar muitas empresas e postos de trabalho”.

O CDS tem uma agenda “exclusivamente populista, apenas feita de benefícios fiscais e de apoios do Estado”, enquanto o PSD “aproveita a oportunidade para propor o recuo do Estado e uma liberalização do mercado de trabalho”.

“É extraordinário que, perante esta agenda da direita, o PCP venha aqui mais uma vez insistir que não consegue ver diferenças entre essa agenda e a do PS e do Governo”,
salientou o ministro.

O Governo, acrescentou, propôs à concertação social “medidas pontuais para melhorar os nossos indicadores quanto à rigidez do mercado de trabalho, com salvaguarda dos direitos essenciais do trabalhadores e alinhando pontualmente a legislação portuguesa pelas regras mais avançadas da Europa, designadamente quanto às indemnizações em caso de despedimentos legais”.

Medidas a aplicar para o futuro, “sem afetar a situação dos atuais trabalhadores contratados”, referiu Silva Pereira.

Antes, o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, rejeitou a ideia de que o Governo está contra a eliminação da proibição do despedimento sem justa causa e afirmou que este já existe, “para todos os trabalhadores precários, em particular os jovens”.

Os jovens que, “de cada vez que ouvem o primeiro-ministro a falar de estabilidade governativa sabem que ele está a falar da instabilidade das suas vidas”, afirmou o deputado comunista.

Para o PCP, não há oposição entre “direitos e interesses dos trabalhadores jovens e dos menos jovens, nem entre os que têm contrato de trabalho e os precários: a estabilidade que não querem dar a uns é a mesma que querem tirar a outros”.

Bernardino Soares sustentou que “os recibos verdes estão hoje instituídos como uma verdadeira praga social, que o Governo incentiva e legitima”, acusando o Executivo socialista de querer “alargar e perpetuar no futuro para todos a precariedade”.

“Diz a senhora ministra [do Trabalho] que o Governo não está a dormir. Dorme com um olho aberto para a reivindicação do patronato e um olho sempre fechado para os direitos dos trabalhadores”, que, sublinhou, “vão lutar contra esta política e derrotá-la”.


JH/Lusa

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ministro da Presidência diz ser "absolutamente lamentável" que PSD insista em "campanha permanente contra o país"

Lisboa, 10 fev (Lusa)

O ministro da Presidência considerou hoje “absolutamente lamentável” que o líder do PSD insista em declarações de “campanha permanente contra o país”, sublinhando que os portugueses esperam que os políticos se concentrem nos esforços que estão a ser feitos.

“O Governo considera absolutamente lamentável que o líder do maior partido da oposição insista nesta declarações de campanha permanente contra o país no estrangeiro”, afirmou o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, na conferência de imprensa realizada no final da reunião semanal do Conselho de Ministros.

Esta manhã em Paris, o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou que a liquidez de Portugal tem sido feita à custa de “taxas insustentáveis” com um “custo insuportável a médio e longo prazo”.

Referindo-se “às declarações negativas sobre a economia portuguesa e sobre o paísque Pedro Passos Coelho fez em Paris, Pedro Silva Pereira defendeu que, ao contrário do que fez o líder do maior partido da oposição, “do que o país precisa é de mensagens positivas, que sublinhem os resultados” que estão a ser alcançados e o esforço que os portugueses e as empresas estão a fazer.

“Isso corresponde à realidade das coisas e isso sim seria um contributo para o país poder vencer as suas dificuldades”,
frisou.

O ministro da Presidência referiu-se às declarações do líder do PSD a propósito de uma questão que lhe tinha sido colocada sobre o apelo feito pelo presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, aos deputados nacionais eleitos pela Madeira para que votem favoravelmente qualquer moção de censura ao Governo da República.

Sem responder diretamente a esse apelo, Pedro Silva Pereira sublinhou que os portugueses esperam dos agentes políticos que estejam à altura do momento e que se concentrem naquilo que o país precisa de fazer.

“A instabilidade, o permanente comentário sobre as crises políticas que vimos sobretudo do maior partido da oposição, do PSD, mas não só, também de outros partidos que se entretêm ciclicamente a especular sobre a instabilidade política em Portugal, esses comentários não ajudam o país”, sustentou.

Pelo contrário, acrescentou, esses comentários são aliás “o pior que se pode fazer para que Portugal consiga vencer esta situação e superar a crise”.

VAM/Lusa

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ministro da Presidência sublinha que reeleição de Cavaco foi a que"obteve menor percentagem de votos"

UE/Infração: Governo diz que decisão de Bruxelas demonstra inexistência de infrações no Programa e-escolas

Lisboa, 27 jan (Lusa)

O secretário de Estado das Comunicações congratulou-se hoje com o facto de Bruxelas ter decidido arquivar o processo de infração contra Portugal no programa e-escola, afirmando que esta decisão demonstra a inexistência de infrações ou irregularidades financeiras.

“Não posso deixar de ver de forma positiva” a decisão da Comissão Europeia (CE), afirmou à Lusa o secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, sublinhando que “não restam mais dúvidas” sobre processo de fornecimento de computadores portáteis a estudantes, professores e estagiários.

“Todas as questões que foram colocadas foram já avaliadas pelas entidades que tinham o dever de o fazer”, afirmou o governante, acrescentando que a CE “arquivou o procedimento que tinha instaurado relativamente ao e-escola, aceitando que o que o Governo está a fazer relativamente a este programa está em conformidade com as normas da União Europeia”.

O secretário de Estado recordou ainda que o Tribunal de Contas concluiu, numa auditoria ao programa, “que não havia qualquer infração ou irregularidade financeira” e-escola.

A Comissão Europeia decidiu hoje arquivar o processo de infração contra Portugal na sequência das incorreções detetadas na forma como Lisboa adjudicou, sem concurso público, o fornecimento de computadores portáteis a estudantes, professores e estagiários.

Bruxelas explica que, “como resultado da intervenção da Comissão Europeia, as autoridades portuguesas irão agora realizar um concurso público e tomar medidas para assegurar que os contratos de fornecimento são abertos a todas as empresas da União Europeia interessadas”.

A Comissão encerra assim o processo aberto em junho de 2010 por desconfiar que Portugal não tinha cumprido “as suas obrigações” ao não abrir à concorrência os contratos para o fornecimento dos computadores portáteis e serviços internet a estudantes, professores e estagiários em Portugal no contexto dos programas de educação e-escola, e-professores e e-oportunidades".

CSJ(FPB)/Lusa

*** Este texto foi escrito ao abrigo do Acordo Ortográfico ***

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Manuela Ferreira Leite quer viabilizar o Orçamento

Tal como a generalidade dos mais sensatos dos dirigentes do PSD, a ex-lider do PSD, Manuela Ferreira Leite, preconiza que se dê prioridade ao interesse nacional em detrimento do mero interesse partidário...claro, assobiando para o ar e lançando as culpas sobre o governo...
Trata-se de uma posição muito defendida no interior do PSD e nas suas elites dirigentes...
Sintomático, Passos bem quer fugir à tenaz que se aperta em volta dele, mas não parece que consiga.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Edite Estrela, a melhor parlamentar do ano

"A eurodeputada socialista Edite Estrela foi esta quarta-feira distinguida com o prémio da melhor parlamentar do ano na categoria Emprego e Assuntos Sociais pela revista The Parliament.
Os prémios «Eurodeputados 2010», uma iniciativa que tem o patrocínio do Parlamento Europeu, foram entregues hoje em Bruxelas.
O prémio distingue o trabalho de Edite Estrela na promoção da igualdade de género, na defesa dos direitos sociais dos trabalhadores e na protecção da maternidade e paternidade."...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Jorge Miranda critica ao PSD sobreposição de revisão constitucional com campanha para as presidenciais

"O constitucionalista Jorge Miranda considerou hoje que o mais "grave" e "chocante" da proposta de revisão constitucional do PSD é que a mesma tenha sido preparada " à margem" da Assembleia da República e em vésperas de uma eleição presidencial."

A ler no Público "on line"

sábado, 4 de setembro de 2010

Sócrates desafia Passos Coelho, a pretexto do orçamento, a assumir-se perante o país

Matosinhos, 04 set (Lusa)

"O secretário geral do PS desafiou hoje quem pretende abrir uma crise política a pretexto do debate orçamental a assumir claramente essa posição e vincou que o Governo vai mesmo avançar com a redução da despesa fiscal.
José Sócrates falava no encerramento do comício de “rentrée” do PS, em Matosinhos, num discurso marcado por vários avisos implícitos ao PSD, sobretudo tendo em vista as negociações do próximo Orçamento do Estado.
Depois de dizer que a conjuntura atual “não está para brincadeiras” nem “para ambiguidades”, José Sócrates disse que o tempo “exige a defesa da estabilidade e não de constantes ameaças para provocar artificialmente crises políticas”.
José Sócrates referiu depois que a proposta do Governo de Orçamento para 2011 vai basear-se na redução do défice e na aplicação das medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), sendo orientado para o controlo da despesa pública “e incluindo a redução da despesa fiscal”.
“Aqueles que utilizam os benefícios fiscais recorrem tanto mais a esses benefícios quanto maior o rendimento que possuem. Este é sem dúvida uma injustiça do nosso sistema fiscal que o PS quer legitimamente corrigir”, disse, referindo-se a um dos pontos que tem gerado maior debate com o PSD.
Após reiterar a ideia de cortar nas deduções fiscais, Sócrates falou do próximo Orçamento do Estado no plano político, deixando várias advertências ao PSD.
“Espero de todos a disponibilidade para uma atitude séria na discussão e aprovação do Orçamento para se garantir a governabilidade e a capacidade de Portugal garantir os seus compromissos no quadro da União Europeia. Espero que ninguém pretenda irresponsavelmente fazer do debate orçamental o pretexto para abrir uma crise política, que teria consequências profundamente negativas para o interesse nacional”, declarou.
Segundo Sócrates, na atual conjuntura, “exige-se responsabilidade e não imaturidade, moderação e não radicalismo”.
“O diálogo em torno do Orçamento deve ser aberto e claro, que tenha como objetivo defender medidas concretas e que seja conduzido com boa fé. O que não pode acontecer é um diálogo conduzido nos jornais, porque nenhum partido responsável conduz uma negociação sobre o Orçamento do Estado através da comunicação social”, disse, recebendo palmas.
Sócrates afirmou ainda que o diálogo orçamental deverá basear-se “na coerência, respeitando os compromissos já assumidos por Portugal perante a União Europeia”.
Neste ponto, o líder socialista deixou então uma nova advertência aos sociais democratas.
“Se há aí algum responsável político que não queira estar à altura dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, se quer arrastar o país para uma crise política, então que o diga aos portugueses e que assuma essa responsabilidade. Ninguém conte com o PS para alinhar em simulacros e fingimentos, ninguém conte com o PS para ultimatos e crises artificias, e ninguém conte com o PS para pôr mesquinhos cálculos eleitorais à frente do interesse nacional do país”, declarou."
PMF/Lusa
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sócrates garante alargamento da rede de creches e destaca incentivo

Lisboa, 01 set (Lusa)
O primeiro ministro assegurou hoje que até dezembro será cumprido o objetivo do Governo de ter uma rede de creches que garanta 36 por cento de lugares, um investimento que visa ser também um incentivo à natalidade.
“Considero que um dos desafios mais importantes do Estado Social moderno é assegurar às sociedades uma forma de acompanhamento das crianças com segurança e com qualidade que permita que as jovens famílias tenham os filhos que desejam ter”, afirmou José Sócrates.
O primeiro ministro discursava na cerimónia de inauguração da creche de S. José, em Torres Vedras, que abriu as portas há dois meses com capacidade para 66 crianças, e cuja construção, no valor de 800 mil euros, foi apoiada em 40 por cento pelo Estado.
A creche, da iniciativa de uma Instituição Particular de Solidariedade Social, terá uma dotação anual do Estado de 190 mil euros, para garantir preços mais acessíveis no âmbito de um acordo com a Segurança Social, hoje homologado pela ministra do Trabalho Helena André.
Até ao final do ano, serão abertas mais cem creches com quatro mil novos lugares, visando atingir o objetivo de garantir uma cobertura de 36,2 por cento de cobertura até dezembro.
“Com o investimento que temos vindo a fazer ao longo dos últimos cinco anos, teremos, no final do programa PARES [Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais], 36 por cento de cobertura”, afirmou.
O primeiro ministro, que já tinha terça feira visitado uma creche, na Amadora, defendeu hoje a importância do investimento como incentivo à natalidade, afirmando que o principal problema dos jovens casais é "não terem onde deixar os filhos em segurança e qualidade".
Por outro lado, José Sócrates defendeu o modelo de cooperação entre o Estado e as IPSS para o alargamento da rede, frisando que “teria sido um erro” atribuir ao Estado a construção e gestão dos equipamentos.
“A gestão de proximidade é fundamental”, defendeu.
Na sessão, o presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Miguel, aproveitou para deixar um apelo ao primeiro ministro para que “ponha empenhamento” na execução do Programa de Acção para os Municípios do Oeste e da Lezíria do Tejo, anunciado em 2008 como compensação pela não construção do novo aeroporto da Ota.
“Vossa excelência empenhou-se como ninguém na concretização e na execução daquele plano. Aquilo que peço é que ponha uma mão, o seu empenhamento, na execução daquele plano”, disse Carlos Miguel.
O apelo ficou sem resposta na intervenção do primeiro ministro, que não quis, no final da sessão, responder a perguntas dos jornalistas.

SF/LUSA
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Marcelo a fazer "Controle de danos"

Na sua participação em, Castelo de Vide, na Universidade de Verão para os jovens social-democratas, Marcelo Rebelo de Sousa falou aos jovens, mas dirigiu-se, verdadeiramente, aos seniores...
E perorou sobre as cautelas a ter com o processo de revisão constitucional e ousou mesmo lembrar Passos Coelho e Relvas que misturar governação com processo de revisão é mais do que um tiro no pé...é dar trunfos ao recrudescimento do PS...
Marcelo, perante os dislates de Verão dos dirigentes do PSD, mostrou-se bem moderado... e muito preocupado e interessado na eleição de Cavaco logo à primeira volta...
Imagina-se o que teme ou o que pretende!
OC

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Passos,exemplo de demagogia e irresponsabilidade

(surripiada ao Expresso, via Câmara Corporativa)
E em dado momento Pedro Passos Coelho disse no Pontal:"Estou aqui no Algarve de férias com a família há duas semanas.Nestes quinze dias percebi que o PS não sabe o que quer para Portugal".
E depois, desenrolou o papiro das notas que o Mendes Bota oportunamente lhe oferecera e perorou sobre a coragem do PSD, sobre o Orçamento, sobre os "malefícios da justiça" e sobre os deveres do presidente da República.
Esqueceu, porventura de boa fé, o tão falado tema da revisão constitucional, alfa e ómega do discurso de fim de Congresso e aproveitou para falar libidinosamente sobre as vantagens de ser poder, a cerca de 3000 militantes do PSD, onde estavam gritantemente ausentes todos os "notáveis" excepção feita a Meneses, Ângelo Correia, Aguiar Branco e alguns dirigentes locais, que não se esqueceram de lhe pedir que se deixasse de teorias e que tivesse em conta a realidade económica do país.
Espantosamente, foi apenas após sair do palco que Passos Coelho disse aos jornalistas o que verdadeiramente tinha ido fazer ao Pontal.
Ou seja, que tinha na ideia abrir uma crise política em cima de uma crise económica e que para tal desiderato o próximo Orçamento poderia ser o momento apropriado...E mais, que nas próximas três semanas o PR devia agir em conformidade,na ideia dele, demitir o governo, mal sabendo que o PR o que pode, em circunstâncias muito especiais, é dissolver a Assembleia depois de ouvir o Conselho de Estado...
Ou Passos Coellho anda mal aconselhado ou estudou pouco nos 15 dias de Algarve...
Em três semanas, e a escassos 4 meses de eleições presidenciais, não há nenhum presidente que ouse dissolver uma Assembleia, sufragada tão directamente como ele próprio, e, mais a mais, tudo indicando que o incumbente Cavaco Silva se prepara para ser candidato presidencial.
Portanto, alijando a ideia de que o ex-dirigente da JSD e actual presidente do PSD seja desconhecedor do funcionamento das instituições do nosso estado democrático, só se pode pensar,no mínimo, como Jerónimo, logo copiado por Marcelo, que Passos Coelho "deu um tiro no pé"...
Verdade se diga que o novel lider ainda invocou uma outra luminosa ideia que, se não é puro disparate, é apenas um grosseiro equívoco...
Sim, a ideia de pedir a Sócrates se se pode demitir para ele, Passos, poder governar...
Bonda de asneira!Sabe-se, como aqui já se foi dizendo, que altos dirigentes do PSD tudo tentaram com o Freeport e com a Comissão de Inquérito para empurrar o primeiro-ministro pela borda fora, das formas mais iníquas e desleais... Mas não o lograram!
Agora, mendigar que Sócrates deite a toalha ao chão num momento de grave crise económica internacional e com evidentes reflexos nas contas nacionais, só pode ser um deslize de linguagem ou, prouvera, o reflexo do desnorte provocado pelas ânsias de poder, especialmente quando as sondagens começam a dar sinais de forte recuo, e na exacta medida em que Passos Coelho resolve elucubrar sobre algo que julga de mais profundo...e que afinal é rematado dislate.
A frase que acima se sublinhou a negrito é disso um bom paradigma...Passos Coelho falou no Pontal, na famosa rentrée, mas não disse nada...ou antes, espraiou-se por uma chusma de asneiras que além de demgógicas revelam o pendor irresponsável e impreparado do novo lider do PSD.
A continuar assim, dizem já muitos dos seus detractores no interior do PSD, Pedro vai ter de voltar às empresas do seu inspirador...É que Passos Coelho, afinal, não inspira confiança nem aos seus confrades!



Osvaldo Castro

terça-feira, 27 de julho de 2010

Link Inevitável ao Câmara Corporativa para recordar as insidiosas capas sobre Sócrates

Num excelente trabalho de pesquisa, recolha e ilustração, vale a pena ver o verdadeiro "portfolio" ,organizado por Miguel Abrantes, do "Câmara Corporativa" e que vai deixar embaraçados muitos directores e editores de jornais e revistas de referência...