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domingo, 14 de outubro de 2012

Relvas e Passos agiram em simultâneo para angariar contratos para a Tecnoforma

Registos da Ordem dos Arquitectos, testemunhos dos seus antigos dirigentes e sobretudo declarações de Relvas e de Passos – as do primeiro de 2004 e as do segundo de há dois meses – mostram que ambos trabalharam em simultâneo com o mesmo objectivo.
Helena Roseta afirmou em Junho, na televisão, que Miguel Relvas tentou convencer a Ordem dos Arquitectos (OA), de que ela era presidente, a candidatar-se, entre 2003 e 2004, a um projecto de formação profissional para arquitectos que trabalhassem nas câmaras municipais. 
Relvas era então secretário de Estado da Administração Local e responsável pelo Foral, um programa financiado por fundos europeus e destinado a requalificar o pessoal das autarquias. E terá posto uma condição à Ordem: para o seu projecto ser aprovado teria de subcontratar a sua execução a uma empresa ligada a Passos Coelho. Esta parte da história é conhecida, tal como o facto de Roseta ter afirmado que não tinha nenhuma informação que lhe permitisse dizer que Passos Coelho estava ao corrente das diligências do seu amigo Relvas em favor da empresa.
O trabalho que o PÚBLICO publica neste domingo na sua edição impressa e para assinantes, na sequência de outros dois que publicou na semana passada sobre a Tecnoforma, a empresa de que Passos Coelho era consultor e depois foi gestor, mostra que, afinal, Passos tentou vender àquela entidade um projecto de formação profissional com contornos muito próximos daquele que Relvas propusera a Roseta.(LER AQUI)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

IGAI abre processo de averiguações a um dos elementos da segurança do primeiro-ministro


A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo de averiguações a um dos elementos da segurança do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse hoje à agência Lusa fonte da IGAI.
Numa resposta enviada à Lusa, a IGAI refere que abriu um processo de averiguações a um dos seguranças do primeiro-ministro, elemento do Corpo de Segurança Pessoal da PSP, mas não especificou qual o motivo.Na quarta-feira, um segurança do primeiro-ministro impediu um operador de câmara de filmar um incidente que envolveu Passos Coelho durante uma deslocação ao Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), em Lisboa.À chegada ao ISCSP para uma homenagem a Adriano Moreira, um aluno insultou e assobiou o primeiro-ministro.Um dos seguranças abordou o alunou para que fosse identificado e impediu um repórter de imagem de filmar a situação.
Por Agência Lusa/Ionline,  28 Set 2012.


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Passos é um insensato optimista...!

Em recinto fechado, mandando às malvas a tradição do calçadão da Quarteira, por entre um grosso buzinão, que se fazia ouvir em fundo da intervenção de Passos Coelho, o presidente do PSD perorou perante  o escasso entusiasmo dos pouco mais de mil apaniguados presentes...
Passando num repente  por cima da austeridade do 2º semestre de 2011 e sobre o corrente ano de 2012, o primeiro ministro alinhavou de forma trôpega as promessas do salvífico ano de 2013...sempre esquecendo, ou passando tal como gato sobre brasas sobre os históricos valores do desemprego, hoje anunciados, e fingindo ignorar os sacrifícios a que conduziu os portugueses neste  curto ano que leva de governo...
Passos Coelho mostra-se um líder desgastado e derrotado...a sala por que optou, em vez do recinto aberto, diz muito sobre o seu estado psicológico...O visível e aparatoso resguardo dum pelotão de seguranças é bem revelador do medo que estes governantes têm do povo...
Passos Coelho que se cuide, assim não logra parar os buzinões ou as vaias...(AQUI)
OC

sábado, 23 de junho de 2012

Passos Coelho: "É cedo para estar a falar em quaisquer medidas de austeridade"

O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo está a analisar em que medida a quebra de receitas fiscais pode pôr em causa o objectivo do défice, mas que é cedo para falar em novas medidas de austeridade.
Em conferência de imprensa, no final de um encontro com o presidente da Colômbia, em Bogotá, Pedro Passos Coelho defendeu que o facto de os dados da execução orçamental indicarem que as receitas fiscais estão abaixo do orçamentado "não significa, nesta altura, que se deva fazer uma projecção linear para o resto do ano, dizendo que, portanto, o défice está em causa e que sejam precisas novas medidas de austeridade". O primeiro-ministro acrescentou que o Governo está "a analisar com muita atenção aquilo que se passa do lado da receita, de modo a avaliar em que medida é que pode estar em causa o objetivo do défice" de 4,5% para este ano, reiterando que este vai ser cumprido."É cedo, portanto, para estar a falar em quaisquer medidas de austeridade", concluiu.Antes, Pedro Passos Coelho destacou o facto de a despesa primária estar abaixo do que estava projectado e alegou que o Governo está a cumprir o compromisso de controlar a despesa pública."O processo de consolidação orçamental é um processo que tem vicissitudes e tem riscos a que temos de estar atentos. Nós não temos aqui uma ciência exata. Sabemos que estamos no caminho certo. Sabemos que a única forma de mostrar o nosso nível de comprometimento com objetivos que estão traçados é o de prosseguir a consolidação orçamental pelo lado do controlo da despesa pública", considerou.Segundo o primeiro-ministro, é preciso ter em conta que, "do lado da receita fiscal, existe hoje um reflexo muito directo entre a queda de actividade da economia e a receita que está a ser gerada, e ela não tem as mesmas explicações em todas as variáveis". "Portanto, é um exercício que vamos fazer com muita serenidade, dizendo aos portugueses que o caminho que está a ser seguido é um caminho coerente e sério e que não existe nenhuma alternativa à consolidação orçamental, e o Governo vai continuar a lutar por ela", rematou.
Hoje-Jornal de Negócios/Lusa

terça-feira, 12 de junho de 2012

Passos Coelho afirma: se Espanha tiver condições mais vantajosas, Portugal também as terá...


 Passos Coelho acredita que se Espanha beneficiar de “condições mais vantajosas” no empréstimo à banca, essas condições serão estendidas aos restantes países da União Europeia que estão sob assistência financeira, como é o caso de Portugal.
Falando numa visita à Escola Prática da GNR, em Queluz, o primeiro-ministro voltou, no entanto, a sublinhar que “não faz sentido” o Governo português tomar quaisquer iniciativas quanto à ajuda externa a Portugal “porque não são conhecidas as condições que serão aplicadas a Espanha”.
Segundo Passos Coelho, ficou decidido pelo Eurogrupo que vai ser fixado um “quadro de condicionalidade” para a ajuda europeia a Espanha, mas neste momento são apenas conhecidos os “termos gerais” desse financiamento, sabendo-se que será “destinado exclusivamente aos bancos” e feito “por intermédio do Governo espanhol”. Sabe-se também que o Fundo Monetário Internacional vai ter uma participação “técnica”, mas “não será financiador desta operação”, acrescentou Passos Coelho.
O chefe de Governo insistiu que é preciso esperar para conhecer o “quadro de condicionalidade específico e adaptado ao tipo de financiamento que vai ser efectuado” e que “não vale a pena estar a fazer conjecturas”.(ler mais)