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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PS vai abster-se nas moções de censura de PCP e BE

Seguro pediu ao PS que recusasse o voto a favor em qualquer das moções de censura ao Governo apresentadas pelo PCP e pelo BE. O partido disse “sim” e vai abster-se.
Na intervenção inicial com que a abriu a comissão política do partido, que contou com a participação dos deputados e terminou já perto da 1h da madrugada de hoje, António José Seguro justificou a recusa de votar ao lado das moções dos partidos à sua esquerda com a diferença de fundo do posicionamento face ao memorando da troika.O deputado José Junqueiro revelou no final do encontro a posição do partido: O PS vai abster-se. O vice-presidente da bancada socialista disse mesmo que a abstenção “significa a afirmação de uma alternativa responsável, que foi assumida por unanimidade por toda a Comissão Política Nacional do PS e que teve a participação dos deputados do grupo parlamentar”. Só que, alguns minutos depois, o líder da bancada parlamentar dos socialistas, Carlos Zorrinho, colocava no Twitter, uma versão menos clara da posição do partido: “Comissão Política do PS aprovou por unanimidade a decisão de não votar favoravelmente as moções de censura do PCP e do BE.”Ou seja, uma versão que podia levar que o PS se pudesse abster numa moção de censura e votar contra noutra, votar contra as duas, ou abster-se em ambas.Questionado pelo PÚBLICO via Twitter, Zorrinho respondeu: “Abstenção por uma alternativa responsável.”(LER MAIS)


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Soares diz que Passos está a fazer um “péssimo trabalho”

19.04.2012-Por:Público/Nuno Sá Lourenço
O antigo Presidente da República e fundador do Partido Socialista (PS), Mário Soares, classificou nesta quinta-feira o trabalho do actual primeiro-ministro como “péssimo”, numa intervenção durante o almoço que assinalou o 39.º aniversário do partido.
"Elogiei Pedro Passos Coelho sempre do ponto de vista moral e tenho simpatia por ele. Agora, acho que ele está a fazer um péssimo trabalho e também acho que o Governo não está a funcionar."
O ex-secretário-geral do PS insistiu nas críticas ao Governo mesmo antes do almoço, depois de o actual líder socialista, António José Seguro, ter assumido a “responsabilidade de manter os valores e o ideário” do partido fundado em 1973. Citou o caso do Serviço Nacional de Saúde, que considerou estar a ser “destruído sistematicamente”: “Temos de ter uma posição muito firme”, afirmou Soares.
António José Seguro anunciou ainda ter convidado o antigo Presidente da República para presidir, em 2013, às comemorações do 40.º aniversário da fundação do PS, num discurso em que definiu como prioridade o combate às injustiças.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PS diz que o Governo fez o país perder tempo



Nas reacções partidárias ao acordo entre o Governo e os parceiros sociais, o PS lamenta que o Executivo tenha insistido na meia hora e salienta que esta situação fez o país perder tempo.

O PS pela voz de Miguel Laranjeiro diz que o Governo e os parceiros sociais fizeram um caminho, mas ele lamenta que o Executivo tenha insistido tanto na meia hora a mais de trabalho. Para este socialista esta situação fez o país perder tempo.

«Lamentamos que demorasse tanto tempo a atingir este entendimento, o país perdeu seis meses o que foi certamente negativo para a economia e o desenvolvimento do país», salienta.

Depois de quase 17 horas de reunião o Governo e os parceiros sociais chegaram a acordo, sendo que o Executivo recuou no aumento de meia hora extraordinária de trabalho diário no sector privado.

Miguel Laranjeiro salienta também um conjunto de medidas que deviam estar no acordo de concertação social por responsabilidade do Governo.

«Gostaríamos de ver medidas no sentido de um amplo programa para o crescimento e para o emprego, envolvendo toda a sociedade, sem esquecer as medidas para a criação do emprego jovem», refere.

foto rtp.pt

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PS afirma que disparidades nas taxas moderadoras das consultas não presenciais resultam de abuso de interpretação

O PS defende que o Ministério da Saúde deve fazer uma circular informativa onde esclareça quais são os casos onde podem ser aplicadas taxas moderadoras nas consultas não presenciais. Alguns centros de saúde e hospitais estão a cobrar três euros aos utentes por um telefonema ou um e-mail para o médico de família. O deputado António Serrano afirma que essas disparidades registadas no país resultam de um abuso de interpretação fruto de ausência de clarificação da lei. O coordenador da bancada socialista para as questões de saúde critica ainda a redução do horário de atendimento de vários centros de saúde.

2012-01-05 14:01:21

domingo, 4 de dezembro de 2011

Excedente de dois mil milhões prova que "havia margem para não cortar subsídio de Natal",diz o PS

Lisboa, 04 dez (Lusa)
A referência do primeiro-ministro a um “excedente de dois mil milhões de euros” prova que “havia margem para não cortar metade do subsídio de Natal este ano”, disse hoje à Lusa o deputado socialista Miguel Laranjeiro.

Numa entrevista hoje divulgada pelo jornal Público, Pedro Passos Coelho menciona um dado “muito positivo” resultante da transferência do fundo de pensões da banca para a Segurança Social: “Existe uma verba excedente de cerca de dois mil milhões de euros que vamos destinar a pagamentos à economia.”

Para o deputado do PS eleito por Braga, esta frase prova que “neste Natal, os portugueses só vão ter meio subsídio por opção exclusivamente política do Governo, sem necessidade do ponto de vista financeiro, e com consequências gravosas” para a economia.

“Os portugueses ficaram a saber pelo próprio primeiro-ministro que há um excedente de dois mil milhões [de euros], não no orçamento de 2012 mas no de 2011”, acrescenta Laranjeiro. “Pode-se dizer que pela boca morre o peixe. Desde agosto que se sabia da transferência do fundo de pensões da banca, e o governo não quis ouvir o Partido Socialista.”

Também hoje, em declarações à imprensa, o primeiro-ministro veio acrescentar que “os dois mil milhões retirados do fundo de transferências de pensões da banca serão injetados na economia através de um processo de regularização de pagamentos de dívidas que o próprio Estado tem”.

Estas palavras são muito semelhantes às do secretário-geral do PS, António José Seguro, ao comentar na quarta-feira a concretização da transferência dos fundos de pensões.

“Também me parece importante que uma parte desse dinheiro possa servir para pagar dívidas”, disse então Seguro. “Se as empresas públicas pagarem essas dívidas aos bancos, isso significa que os bancos ficam com mais dinheiro para poder injetar na economia, ou seja, apoiar a atividade das empresas.”

Miguel Laranjeiro afirma contudo que “os dois mil milhões de euros [do excedente] são muitíssimo superiores à verba arrecada” com o corte de 50% no subsídio de Natal deste ano, que corresponde a cerca de 800 milhões de euros. Ou seja, haveria margem para este ano pagar o subsídio por inteiro e “fazer pagamentos” de dívidas do Estado.

Também na entrevista ao Público, Passos Coelho louva o “diálogo intenso” que tem havido entre o PS e o Governo.

A este respeito, o deputado socialista afirma que “pode ter havido diálogo” mas, em questões como os subsídios de férias e Natal ou o aumento do IVA da restauração, “não houve uma aproximação” entre as opiniões do Governo e as do PS.

PGR (ACG/PMF)/Lusa

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

PS acusa Governo de "demolir compromissos eleitorais" e fracassar no corte das 'gorduras' do Estado

Lisboa, 08 set (Lusa)

O PS acusou hoje o Governo de “demolir” os compromissos eleitorais, destacando o “grande salto à retaguarda” dado em relação à redução da Taxa Social Única (TSU) e o “fracasso” no corte das gorduras do Estado.

Numa declaração política no plenário da Assembleia da República, o deputado Pedro Marques lembrou a apresentação do Documento de Estratégia Orçamentar do Governo na semana passada, que representou uma “deceção colossal” para o país.


“Foi demolido, de forma robusta, todo o compromisso político do PSD com os portugueses na última campanha eleitoral”, frisou o deputado socialista, apontando o “grande salto à retaguarda” dado pelo executivo de maioria PSD/CDS-PP na promessa eleitoral de “redução acentuada e generalizada" da TSU.

Agora, continuou, discute-se com os parceiros sociais a “redução condicionada da TSU, em face da criação líquida de emprego”.

“O que é certo é que ficou moribunda a principal proposta de política económica do PSD em campanha eleitoral. Como moribunda está toda a política económica deste Governo”, sustentou.

Pedro Marques fez ainda referência ao “fracasso” do corte nas “gorduras” do Estado, considerando que a estratégia orçamental do Governo para 2011 foi de “100 a zero do lado da receita”.

Pelo contrário, exclamou, “cortes nas gorduras do Estado, nem vê-los”.

Falando ainda da “impreparação política” revelada através da alteração por duas vezes no espaço de um mês do cenário macroeconómico e dos três aumentos de impostos anunciados em outras tantas três conferências de imprensa, o deputado socialista também não passou ao lado do défice de 500 milhões de euros da Madeira, “resultado de 35 anos de governação PSD”.

Assim, resumiu, o que existe é apenas uma consolidação feita essencialmente pelos impostos e pela despesa social.

Na resposta, as bancadas do PSD e do CDS-PP recordaram a “herança” deixada por seis anos de governação socialista, com o deputado social-democrata Luís Menezes a devolver as críticas e acusações ao PS.

“Quem não fez nada foram os senhores”, acusou, lamentando que o PS não assuma a responsabilidade pelo estado em que deixou o país.

Pelo CDS-PP, o deputado João Almeida assinalou ainda a mudança de atitude que chegou com o novo Governo de maioria PSD/CDS-PP, ao fim de seis anos de um executivo socialista que “governava para cada dia” e era “incapaz de ter uma perspetiva de legislatura”.

“Os senhores não estão a aproveitar um momento difícil do Governo, os senhores estão a aproveitar-se do momento difícil do país e isso é inaceitável”, acrescentou João Almeida.

“Quem vos está a fazer oposição não é o PS é o país”, replicou Pedro Marques, lembrando ainda as críticas deixadas ao longo da última semana pelos antigos líderes sociais-democratas Manuela Ferreira Leite, Marques Mendes e Marcelo Rebelo de Sousa.

VAM/Lusa

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

PS adverte para "agenda excessivamente recessiva" do Governo e quer crescimento como "primeira das prioridades"

Lisboa, 01 set (Lusa)

O PS manifestou hoje “enorme preocupação” pela “agenda excessivamente recessiva deste Governo”, advertindo que “ajustamentos muito rápidos podem pôr em causa completamente o crescimento económico” e defendendo que este deve ser “a primeira das prioridades”.

“Nós achamos que há medidas de disciplina que serão essenciais, mas que há sobretudo uma agenda de crescimento económico que tem de estar na primeira das prioridades, é por aqui que poderemos resolver o problema do desemprego, da dívida pública, portanto, não a podemos abandonar”, afirmou a líder parlamentar interina do PS, Maria de Belém.


A socialista falava aos jornalistas no final da reunião semanal do grupo parlamentar do PS, depois de ter sido questionada sobre as orientações inscritas no Documento de Estratégia Orçamental, apresentado na quarta-feira pelo ministro das Finanças.

A deputada do PS disse que o seu partido está “muito preocupado com aquilo que parece ser uma agenda excessivamente recessiva deste Governo” e citou mesmo declarações da atual diretora do FMI, Christine Lagarde.

“Invocava aqui as preocupações e orientações de Christine Lagarde, atual diretora do FMI, que disse ‘cuidado com os ajustamentos muito rápidos, porque podem pôr em causa completamente o crescimento económico’”, referiu, no final de uma reunião que se prolongou por mais de duas horas.

O secretário-geral do PS, António José Seguro, abandonou a reunião sensivelmente a meio, sem prestar declarações aos jornalistas.

Questionada sobre a eleição do futuro líder parlamentar do PS, Maria de Belém disse ainda não haver qualquer data marcada e que a votação pode acontecer tanto antes como depois do congresso.

“Esse não é um problema no PS, nem no seu grupo parlamentar”, acrescentou.

ATF/Lusa