Mostrar mensagens com a etiqueta Público. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Público. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 22 de junho de 2012

PÚBLICO/ERC: Relvas ouvido no Parlamento no dia 10 de julho


O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, será ouvido em audição ordinária na Comissão parlamentar para a Ética, Cidadania e Comunicação no próximo dia 10 de julho, confirmou à Lusa o presidente do organismo, José Mendes Bota.
O deputado social-democrata indicou que o Partido Socialista entregou nos serviços da comissão um pedido de audição do ministro com o objetivo de prestar esclarecimentos no âmbito do denominado caso Relvas /Público, não tendo recorrido à figura do agendamento potestativo.Em todo o caso, acentuou Mendes Bota, "ainda que qualquer partido possa usar o dispositivo que garante a presença obrigatória de um membro do Governo, essa audição já estava marcada, vai ser no dia 10 de julho, e os deputados são livres de fazer as perguntas que entenderem nas audições"."Há quatro audições obrigatórias por ano e esta já estava marcada. Isso não invalida que qualquer outra audição seja marcada para além das audições ordinárias regulamentares", rematou.Manuel Seabra, coordenador do Partido Socialista na comissão para a Ética, reconheceu à Lusa que "o efeito prático" do pedido de audição do PS, ainda que venha a utilizar a figura do agendamento potestativo, "é o mesmo". Mas o PS não abre mão da vontade de "transmitir um sinal político" à questão."Acreditamos que o PSD, até 3ª feira [data da próxima reunião da comissão] irá alterar a sua posição. O PSD na reunião de há quatro semanas disse que viabilizaria a vinda do ministro à comissão depois das conclusões da ERC. Acreditamos que irá honrar esse compromisso", afirmou o deputado socialista.Manuel Seabra escusou-se a confirmar se o PS irá usar a figura do agendamento potestativo, caso o PSD e o CDS-PP recusem, como deixaram já claro, o pedido de audição de Miguel Relvas.
Hoje-dn.pt-Lusa

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Maria José Oliveira demitiu-se do jornal Público

A jornalista recusou gravar qualquer declaração, limitando-se a explicar que a forma como o processo do caso que envolve o ministro Miguel Relvas foi gerido levou-a a perder a confiança na direção e a vontade de continuar a trabalhar no jornal.
A TSF teve também acesso a um conjunto de respostas que Maria José Oliveira deu ao provedor do leitor do jornal Público, José Queirós.
A jornalista lamenta que a direção do Público não lhe tenha o pedido autorização para divulgar o conteúdo da ameaça do ministro Miguel Relvas e que não tenha, então, «sublinhado que se trata de uma informação falsa que pretendia colar-me a uma agenda ideológica e descredibilizar o meu trabalho».
A isto, Maria José Oliveira acrescenta outro lamento, que ao dar conta da alegada ameaça de Miguel Relvas, «o jornal tenha transformado em facto a ideia de que eu vivo com uma pessoa da oposição, quase corroborando as queixas do ministro sobre a perseguição que lhe faço».
Por último, na resposta que enviou às questões colocadas pelo provedor do Público, a jornalista não percebe «como é que ninguém da direção teve lucidez e inteligência para não pensar nestas consequências que estão agora à vista de todos».
A TSF tenta com insistência um comentário da direção do público, mas até ao momento sem qualquer resultado.
TSF- Publicado há 25 mins

terça-feira, 22 de maio de 2012

CASO MIGUEL RELVAS/ PÚBLICO: PGR diz que "aguarda a evolução dos factos"

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou hoje que "aguarda a evolução dos factos" sobre a polémica que envolve o ministro Miguel Relvas e o jornal Público, para decidir se é necessária a intervenção do Ministério Público.
"A Procuradoria-Geral da República aguarda a evolução dos factos para ver se se justifica a intervenção do Ministério Público", respondeu o gabinete de imprensa do Procurador Geral da República, Pinto Monteiro, quando questionado sobre a eventual abertura de um inquérito para apurar se os factos relatados na Comunicação Social - alegadas pressões e ameaças - configuram ou não um ilícito criminal.
Também hoje, o líder do PS, António José Seguro, defendeu, em Estrasburgo, o esclarecimento do caso que envolve o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, e o jornal Público.