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terça-feira, 24 de julho de 2012

Caso da licenciatura de Relvas: Diretores da Lusófona põem lugares à disposição


Os diretores da Faculdade de Ciência Política, Lusofonia e Relações Internacionais da Universidade Lusófona colocaram o lugar à disposição, na sequência do chamado 'caso Relvas'.
Segundo a SIC, que avança com a notícia, esta decisão surgiu após uma reunião, hoje, segunda-feira, em que estiveram presentes a direção da faculdade, alguns professores, o reitor, Mário Moutinho, e o administrador Manuel Damásio.
Os professores Ângela Montalvão Machado, Pereira Marques e Medeiros Ferreira que compõem a direção, sendo que este último não esteve presente na referida reunião, segundo a mesma fonte.
Este encontro terminou sem qualquer conclusão efetiva, com o reitor a afirmar que a questão terá de ser ponderada.
Ontem-por:dn.pt/ Ricardo Simões Ferreira

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Reitor da Lusófona demite-se...

Responsável pelo parecer que permitiu a Miguel Relvas tirar uma "licenciatura relâmpago" demitiu-se ontem à noite.
"Fernando Santos Neves, autor do parecer que justifica a concessão de 160 créditos em 180 a Miguel Relvas no Curso de Ciência Política e Relações Internacionais, demitiu-se do cargo de Reitor da Universidade Lusófona do Porto", revela a revista "Sábado" na sua edição online.No "site" da universidade Lusófona do Porto continua a constar o nome do professor doutor Fernando dos Santos Neves, como reitor, e como vices Alcina Manuela de Oliveira Martins, doutorada em História, e Manuel Laranjeira Rodrigues de Areia, doutorado em Antropologia.Santos Neves foi um dos quatro nomes que a Universidade Lusófona indicou, esta semana, como tendo sido professor de Miguel Relvas, na licenciatura de Ciência Política que completou em apenas um ano.A verdade é que Santos Neves era, na altura, reitor da Universidade Lusófona de Lisboa, cargo que acumulava com a de director do Curso de Ciência Política e ainda com cargos de direcção da Cofac, a Cooperativa proprietária da Lusófona de quem, aliás, Santos Neves é, ainda, co-fundador.Por inerência de funções, presidia ainda ao conselho científico - órgão que teria validado a atribuição de 32 dos 36 créditos necessários para completar a licenciatura -, assim como ao conselho pedagógico. No entanto, no processo do aluno Miguel Relvas, cuja consulta foi permitida esta semana, apenas se encontra um parecer para sustentar as equivalências, assinado por Santos Neves, e um despacho de concessão dos créditos, subscrito também pelo antigo reitor.De acordo com os dados oficiais da Universidade,  Santos Neves teria avaliado Miguel Relvas na cadeira de Introdução ao Pensamento Contemporâneo. O aluno frequentou, segundo a mesma universidade, a turma formada em regime nocturno. Teve 18 valores.O Expresso contatou as relações públicas da Universidade Lusófona e a secretária do reitor do Porto, mas ninguém atendeu os telefones. 

Isabel Leiria e Rosa Pedroso Lima (www.expresso.pt)-12 de julho de 2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Lusófona cedeu sede para as eleições de Passos Coelho

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, beneficiou de uma oferta dos proprietários da Universidade Lusófona para estabelecer a sede de candidatura à presidência do Partido Social-Democrata, em 2010, que disputou contra Paulo Rangel e José Pedro Aguiar-Branco.
O primeiro andar no edifício Franjinhas, na rua Braamcamp, em Lisboa, foi cedido gratuitamente pela empresa Luso-Formatar, grupo que detém a Universidade Lusófona, divulga hoje o Correio da Manhã.
A Universidade, envolta agora na polémica sobre a licenciatura de Miguel Relvas, utiliza três pisos para ministrar formação profissional.
Paulo Coelho, ex-membro da equipa de marketing da campanha de Passos, disse ao jornal que a sede foi fornecida por intermédio de Conceição Caldeira, deputada do PSD e membro do conselho de administração da Luso-Formatar.
A sede de Passos Coelho para as eleições do PSD, em 2008, também foi a custo zero e tem algo que ver com a Lusófona, segundo o CM. O edifício na Avenida Marechal Craveiro Lopes, em Lisboa, foi disponibilizado pela empresa Azinor, e o prédio é partilhado pela Avis e pela Universidade Lusófona.
Miguel Relvas, actual ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, foi coordenador da Comissão Política de Passos Coelho nas eleições directas em causa.
Hoje-Diário Digital