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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Greve/Transportes:Comboios parados a partir das 10.00 de sexta-feira

por:dn.pt-Lusa-Hoje
A greve marcada para sexta-feira pelos trabalhadores da CP irá afectar progressivamente todos os serviços ferroviários a partir do meio da manhã, disse hoje a porta-voz da empresa, Ana Portela, à agência Lusa.

"Os serviços vão ser todos afectados e as supressões devem ter início entre as 10:00 e as 12:00" consoante as linhas, disse a porta-voz, aconselhando os "clientes nos serviços urbanos a consultarem o site da CP".

A empresa vai actualizar todos os dados ao momento, e pede aos clientes que consultem, através da internet, os horários de todos os transportes a realizar durante o dia.

O início das supressões está previsto para cerca das 10:00, contudo é esperado que alguns comboios circulem durante a tarde, disse.

Mesmo assim, Ana Portela alertou que a tendência é que não circulem comboios a nível nacional até ao final da noite.

A CP vai "actualizar todas as informações" e distribuir a informação aos utentes de forma a minimizar os incómodos causados pela greve, concluiu.

Na terça-feira, funcionários da CP estiveram em greve, tal como os da Carris, Metropolitano de Lisboa, STCP e Soflusa.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Aviação/Espanha: Sócrates falou com Zapatero para condenar paralisação "selvagem" dos controladores aéreos

Mar del Plata, Argentina, 04 dez (Lusa)
"O primeiro-ministro afirmou hoje que já falou com o seu homólogo espanhol para lhe manifestar “total solidariedade” com as decisões tomadas pelo Executivo de Madrid para enfrentar a greve dos controladores aéreos.
José Sócrates falava em conferência de imprensa, no último dia da XX Cimeira Ibero-Americana, em Mar del Plata, na Argentina.
Tendo ao seu lado o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, o primeiro-ministro elogiou o Executivo de Madrid por ter demonstrado “uma grande determinação na ação, não apenas no recrutamento de militares para substituírem os controladores aéreos, como na declaração do Estado de Alarme no país e no ultimato que fez aos controladores para regressarem ao trabalho”.
“Quem atua da forma [como os controladores aéreos fizeram], em Espanha, atua de forma criminosa, porque não se pode abandonar sem justificação o posto de trabalho – isso é selvagem. O exercício do direito de greve tem as suas regras”,
sustentou o primeiro-ministro.
Para José Sócrates, a paralisação dos controladores aéreos “nem sequer se tratou de uma greve, porque não foi sequer anunciada nem declarada”.
“Tratou-se apenas de abandono do posto de trabalho, colocando a Espanha e toda a Europa numa situação absolutamente insustentável. Quero criticar muito este abuso, que causa prejuízos a tanta gente”,
frisou.
Na perspetiva do primeiro-ministro português, “as pessoas não têm o direito de prejudicar os outros fazendo coisas ilegais, como aconteceu em Espanha”.
“Por isso, quero manifestar a minha solidariedade com o Governo espanhol, pela sua ação e por ter tomado medidas corajosas e definitivas para que a situação seja rapidamente restabelecida
”, disse.
Ainda de acordo com as últimas informações recebidas por José Sócrates, “a situação poderá ser restabelecida muito rapidamente em virtude da determinação que o Governo espanhol manifestou”.
O espaço aéreo já foi entretanto reaberto, mas o ministro dos Transportes espanhol estima que a situação só fique normalizada dentro de 24 a 48 horas".

Pedro Morais Fonseca (Texto) e José Goulão (fotos), da Agência Lusa

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Governo espanhol decretou "estado de alarme"

A greve inopinada dos controladores áereos espanhóis lançou o caos nos aeroportos de Espanha e de quase toda a Europa.
Perante a situação gerada, o governo espanhol viu-se forçado a usar a declaração do "estado de alarme", o que sucede pela primeira vez nos 35 anos da democracia espanhola.
Face à ameaça de prisão que pende sobre os controladores que persistam em recusar a ocupação e o desempenho efectivo dos seus postos de trabalho, os grevistas começaram paulatinamente a retroceder nas suas duras posições.