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quinta-feira, 22 de março de 2012

CGTP:Arménio Carlos fala em "grande adesão" à Greve Geral

por:dn.pt/Lusa-Hoje
O secretário-geral da CGTP afirmou que a greve geral de hoje teve "grandes adesões" e repudiou o crescimento da precaridade no emprego.
Arménio Carlos fez estas declarações numa manifestação ao final de um desfile organizado pela CGTP entre o Rossio e a Assembleia da República, no centro de Lisboa.
O sindicalista referiu que as manifestações se repetiram em 35 localidades do país, e que a greve geral teve "grandes adesões", sem pormenorizar números concretos.
"Estamos a incomodar os poderes instituídos e a pôr o dedo na ferida. Estão a passar para a discussão e para as calúnias, mas não entramos nesse jogo baixo", disse o secretário-geral da CGTP.
Arménio Carlos disse ainda que está a ser posta em causa a soberania de Portugal, e defendeu uma rutura com as políticas "retrógradas" promovidas pelo atual Governo.
No seu discurso, o dirigente criticou o facto de Portugal estar no terceiro lugar dos países com maior precaridade no emprego, situação de "23 por cento" do total de trabalhadores, atrás apenas da Polónia e da Espanha.
"Em 2003, a precaridade era de 9 por cento, e Portugal estava abaixo da média europeia", afirmou.
Os manifestantes aprovaram uma resolução denominada "Depois da greve geral, a luta continua contra o pacote da exploração e empobrecimento e em defesa dos direitos e pelo futuro de Portugal".

Greve geral: Paradas ligações fluviais no Tejo, Metro encerrado

Publicado hoje às 00:33-TSf
As ligações fluviais entre Lisboa e a Margem Sul do Tejo pararam às 23h40 desta quarta-feira, devido à greve geral, que também provocou o encerramento das estações do Metropolitano.
Uma fonte da empresa transportadora disse hoje que a travessia entre as duas margens deixou de ser feita ainda antes do início da greve, marcado para as 00h00, devido à mudança de turnos dos trabalhadores.
Para a Transtejo/Soflusa, que assegura o transporte fluvial, o tribunal arbitral não definiu serviços mínimos, estimando o operador que a paralisação, de 24 horas, afete 60 mil passageiros.
A agência Lusa procurou aferir o impacto da greve nas outras empresas de transporte público que iam começar a parar antes das 00h00 - CP, Carris e Metropolitano de Lisboa -, mas o contacto com os seus responsáveis não foi possível, ou, quando isso aconteceu, não foi prestada informação.
No entanto, às 00h20, na estação de metro do Colégio Militar estava exposto um aviso da empresa que alertava os utentes para o facto de as instalações estarem encerradas devido à greve geral.
O tribunal arbitral decretou igualmente serviços mínimos para a CP, a Carris e os STCP.
A greve geral de hoje é a oitava convocada pela CGTP. O protesto surge contra o agravamento da legislação laboral, o aumento do desemprego e do empobrecimento e as sucessivas medidas de austeridade e ocorre quatro meses após a última greve geral.
Desta vez, a UGT não se junta ao protesto, ao contrário do que aconteceu a 24 de novembro de 2011 e de 2010, porque a central sindical liderada por João Proença assinou o acordo para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego que está na origem da revisão da legislação laboral.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Greve geral de quinta-feira promete causar constrangimentos

19.03.2012-Por:Público/Raquel Almeida Correia
O Conselho Económico e Social decidiu não decretar serviços mínimos para a Metro de Lisboa e para a Transtejo/Soflusa, que opera as ligações fluviais no rio Tejo. A circulação ficará, por isso, dependente da adesão dos trabalhadores, sendo que, no caso da primeira empresa, o histórico mostra que, nos dias de greve, os impactos têm sido significativos. Regra geral, as portas do metro fecham na véspera dos protestos, ao final do dia.
Para as restantes transportadoras públicas, foram definidos serviços mínimos, que ficarão, no entanto, muito aquém daquilo que é a operação destas empresas num dia normal. No caso da Carris, por exemplo, apenas será assegurada 13% da circulação de carreiras .(Ler mais)

sábado, 17 de março de 2012

Greve de quinta-feira:Metro de Lisboa, Transtejo e Soflusa sem serviços mínimos

por:Dn.pt/Lusa
O Metropolitano de Lisboa, a Transtejo e a Soflusa não terão serviços mínimos durante a greve geral de quinta-feira,
enquanto a STCP terá uma parte do serviço assegurada, indicam decisões do tribunal arbitral do Conselho Económico e Social (CES).
Para o Metropolitano de Lisboa, o tribunal arbitral do CES decidiu não fixar serviços mínimos "relativamente à circulação das composições", pelo que o metro da capital não circulará na quinta-feira.
"A segurança dos utentes do Metropolitano de Lisboa pode perigar no caso de funcionamento reduzido de composições, na medida em que o menor escoamento de utentes implique grandes ajuntamentos em determinadas estações. A segurança dos trabalhadores pode igualmente ser posta em causa perante grandes ajuntamentos de utentes nas estações", lê-se no acórdão que dá conta da decisão. (ler mais)