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quinta-feira, janeiro 17, 2013

BD e Eças de Campos Matos (lista de compras)

Fun Home, de Alison Bechdel (Contraponto). Adoro a bd auto-referencial, desde o Robert Crumb, passando pelo grande Art Spiegelman até à princesa Marjane Satrapi (e estou em ânsia para ler o Cyril Pedrosa). Por isso há anos acompanho o blogue de Marco Mendes. Este parece bom.

Eça de Queiroz. Silêncios, Sombras e Ocultações (Colibri) e Sexo e Sensualidade em Eça de Queiroz (ed. do Autor), de A. Campos Matos. Se é de Campos Matos, não há palha nesta queirosiana -- o que nem sempre se pode dizer acerca desta e doutras Anas. Quanto ao segundo, haverá alguma referência a uma alegada inclinação homoerótica – que certos gays gostam de insinuar, mas que me parece grotesco wishful thinking da sua parte? A ver.

terça-feira, janeiro 15, 2013

livros a comprar (de preferência nos saldos)

Novembro, de Jaime Nogueira Pinto (A Esfera dos Livros). É um dos intelectuais da(s) direitas(s) que aprecio ler e ouvir. Resistente ideológico ao 25 de Abril, é com inteligência e elegância que se move no espaço público da democracia, que não foi o seu. Por isso, a leitura deste romance autobiográfico suscita-me curiosidade.

Miramar, de Naguib Mahfouz (Civilização). Nunca li nada do Nobel egípcio. Dizem-no formidável. Alguma vez terá de ser a primeira.

A Diplomacia de Salazar (1932-1949), de Bernardo Futscher Pereira (Dom Quixote). Salazar ocupou os Negócios Estrangeiros no perigoso período da Guerra Civil de Espanha e da II Guerra Mundial, sendo um habilíssimo político. A sua acção durante a Guerra Civil de Espanha é magistral no cumprimento dos objectivos políticos e estratégicos que perseguia. A entrevista ao autor que li no Expresso, aguçou-me o interesse.

P.S. Onde estão os grandes capistas (refiro-me aos livros de ficção, embora o do Salazar pudesse trazer uma imagem menos batida...)? As fotos são boas, mas a literatura precisa dum revestimento que não se compadece com capas de magazine ilustrado. 

Novembro