sábado, maio 09, 2026
domingo, dezembro 15, 2024
os três guitarristas de Mark Knopfler
terça-feira, novembro 12, 2024
os 8 bateristas de Phil Collins
Os oito colegas favoritos: Ringo Starr (The Beatles), Keith Moon (The Who), John Bonham (Led Zeppelin), o bopper Buddy Rich, Charlie Watts (The Rolling Stones), Nick Collins (o filho), Chester Thompson (músico de Zappa, o homem que pegou nas baquetas para Collins ir para a frente do placo, em concerto) e Steve Gadd, músico de estúdio com um leque vasto de colaborações. Um vídeo com muito bom e bem informado texto, aqui.
sexta-feira, maio 27, 2022
hip hop e criminalidade -- onde estão os surdos?
Quando ouvi na rádio que o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) associava o hip hop à criminalidade, fiquei indignadíssimo. O hip hop, como qualquer forma musical, como qualquer prática artística, é um verdadeiro bálsamo para quantos correm o risco de vegetar numa adolescência sem horizontes e alienada -- que é isso que as nossas sociedades têm para oferecer a quantos crescem em meios desprovidos, e não apenas de dinheiro.
O hip hop -- e eu nem tenho nenhum disco do género -- é uma extraordinária manifestação cultural, tanto na arte musical, pelo sangue novo que trouxe à música popular, a capacidade de misceginação com outros géneros, e, nos melhores casos, o próprio trabalho com as palavras, nas suas significações e sonoridades; como na consciência cívica, espírito crítico, cidadania. E depois, como em qualquer género, do fado à erudita, há de tudo, do excelente ao péssimo.
Mas o RASI não faz uma associação dessa maneira simplista, divulgada pela imprensa; o que diz -- duma forma burocrática e sem chama -- é que no universo dos gangues, se trata de um dos factores de identificação entre os seus elementos. E então? Se um faia do Bairro Alto fosse um apanhado pela "Casa da Mariquinhas", associava-se o Alfredo Marceneiro às quadrilhas de rufias?
Ou seja: a criminalidade não está ligada ao hip hop, pelo contrário, o hip hop traz algum sentido e pode ser até a salvação para quantos, nas sociedades predatórias em que vivemos, são deixados à sua sorte.
Também aqui as massas -- para utilizar uma expressão tão horrível quanto certeira --, também aqui elas são carne para canhão. E não fora o hip hop e muitas outras manifestações artísticas, o triste mundo em que vivemos seria ainda mais feio e perigoso.
quinta-feira, julho 23, 2020
a Amália está cá sempre
quarta-feira, novembro 20, 2019
o génio de José Mário Branco: a transgressão na tradição, ou vice-versa
sábado, dezembro 15, 2018
gavetas & gavetinhas (corrigido)
(Afinal também há 2014, esqueci-me de pôr a etiqueta...)
quarta-feira, outubro 10, 2018
os amores inúteis #28
terça-feira, setembro 18, 2018
os amores inúteis #12
domingo, setembro 09, 2018
os amores inúteis #3
quarta-feira, março 07, 2018
ainda o Festival da Canção
domingo, janeiro 28, 2018
«Magical Mystery Tour»
sábado, setembro 14, 2013
Rory Gallagher, o guitarrista de quem gostávamos.
terça-feira, abril 16, 2013
...e, já agora, também Nuno Camarneiro:
terça-feira, março 26, 2013
MODERATO do Concerto para Violeta de Béla bartók
sábado, março 16, 2013
THE LONE RHINOCEROS
sábado, março 09, 2013
ALL SHOOK UP
quinta-feira, março 07, 2013
Comès e Alvin Lee
domingo, março 03, 2013
BABA O'RILEY
domingo, janeiro 13, 2013
ronda da noite & do dia
Brendel & Beethoven, aqui.
Mais Genesis, aqui.
Free-bop, ou o free mais bom para que não gosta do free, aqui.
Sobre a justa má fama internacional da política portuguesa dirigida por vigaristas & mais ladrões, com precioso link, daqui.
Eros e sonho, aqui.