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quarta-feira, novembro 19, 2025

domingo, abril 06, 2025

serviço público - Viriato Soromenho-Marques

 "A União Europeia perdeu a alma e o rumo» -- aqui.

sexta-feira, março 28, 2025

serviço público - Viriato Soromenho-Marques

"Há três anos que a UE se arruína com o seu envolvimento incompetente e imoral na guerra da Ucrânia. Agora que os EUA, os grandes responsáveis por esta tragédia, lavam as mãos e fogem, com razão, de um confronto suicida com a Rússia, na UE, líderes detestados pelo seu povo, como Macron, ou a Comissão Europeia de Ursula von der Leyen (com o seu auxiliar no Conselho Europeu, António Costa) querem continuar a alimentar a guerra com a Rússia."

aqui

domingo, março 23, 2025

serviço público - Carlos Matos Gomes

"Perante as transformações, os dirigentes europeus e os seus produtores e distribuidores de opinião encontraram-se (e encontram-se) na situação dos cães abandonados pelos caçadores após o final da época de caça e que vagueiam perdidos, reunindo-se em alcateias que procuram sobreviver." (aqui)

sábado, março 22, 2025

serviço público - Viriato Soromenho-Marques

"Uma das mais dolorosas aprendizagens durante estes mais de três anos de guerra na Ucrânia tem sido a de confrontar-me com o trágico declínio da honorabilidade académica e do brio intelectual, tanto nas instituições universitárias como nos meios de comunicação social." (aqui)

domingo, março 09, 2025

serviço público: "Portugal à deriva na tempestade -- quatro notas de leitura" (Viriato Soromenho Marques)

"Nem os fanáticos que queriam declarar guerra ao império britânico, na sequência do Ultimato de 1890, nem o furioso Afonso Costa, colocando Lisboa a ferro e fogo em maio de 1915 para enviar, por decisão unilateral, milhares de soldados analfabetos para a Flandres, se comparam à façanha do mesquinho consenso nacional que vai de António Costa a Rui Tavares, numa contemporânea demonstração da veracidade da tese de Unamuno que considerava ser Portugal um país de suicidas."

aqui

quarta-feira, dezembro 18, 2024

ucraniana CCLXXIII - armas químicas... 'esqueceram-se' de mostrar os ataques e as respectivas vítimas das armas químicas russas, ou de como o perigo das provocações continua à espreita

O general que ontem foi morto num atentado em Moscovo, segundo os me(r)dia, era  o responsável pelo arsenal de armas químicas e outras proibidíssimas -- embora hoje, na TSF, já fosse apresentado como o primeiro responsável pelo dispositivo nuclear...

Pode ser que a minha memória esteja a falhar, mas não me lembro, para além dos ataques com fósforo branco, usado por ambas as parte e cuja utilização é proibida sobre áreas civis -- não me lembro sequer de acções de propaganda encenada a este respeito. O que significa que não terá mesmo acontecido. O que teria sido, na chamada guerra comunicacional, se soldados ou civis ucranianos tivessem sofrido um ataque dessa natureza?...

Até à tomada de posse da nova administração -- que não sabemos bem o que será, pesem todas as declarações -- Zelensky e outros agentes do complexo militar-industrial norte-americano tudo farão para nos envolver numa guerra. Para isso contam com 

1) alguns militares e comentadores dispostos a fazerem o serviço;

2) a pulhice mentirosa e medíocre dos dirigentes da UE e da maior parte dos governos europeus;

3) o atavismo histórico aterrorizado de polacos e bálticos.

Eu só espero que os russos mantenham nervos de aço e resistam às provocações; que a opinião pública ocidental esteja atenta e perceba como é manobrada por canalhas e cobardes; e que continue a não ligar nenhuma ao pseudojornalismo de meia-tigela. Já aqui gabei os pobres generais Agostinho Costa e Carlos Branco, cuja infinitamente paciência é sistematicamente posta à prova por burrinhas e burrinhos (ainda este Domingo, ao fim da noite...) Neste aspecto, o coronel Mendes Dias, que sabe muito mas compromete-se menos, desarma-os com eficácia, principalmente quando começa a falar de Napoleão para trás...; mas há outros, como, por exemplo, o major-general Vítor Viana, em canais diferentes. Estes últimos sempre se apresentaram alinhados com a posição ocidental, aliás como o general Pinto Ramalho, mas com algum ou muito sentido crítico. É a diferença entre a seriedade e a falcoaria, o charlatanismo académico e o "jornalismo" para iletrados.

PS - Nem de propósito, uma bela caracterização destes criaturos:  "há toda uma dança mediática realizada por mentirosos profissionais, ironicamente chamados de “jornalistas”, cuja principal tarefa é lubrificar as mentiras mais espinhosas para que ainda sejam engolidas." (Aqui)

quarta-feira, outubro 04, 2023

é sempre reconfortante ler Carlos Matos Gomes (ucranianas CCXVI)

Mão amiga fez-me chegar este post de Carlos Vale Ferraz -- que é também o escritor Carlos Matos Gomes --, autor de Nó Cego, um dos grandes romances portugueses do século passado.

Falece-me já a paciência de estar constantemente a denunciar a enxurrada de vigarice mediática e académica a propósito da guerra; prefiro assinalar quem é competente, isento, lúcido e honesto. Há uma meia dúzia no espaço público: entre os militares, repito-me, Agostinho Costa, Carlos Branco, Mendes Dias e pouco mais; entre os académicos, retenho dois nomes (entre pouquíssimos) Marcos Farias Ferreira e Tiago André Lopes; dentre os publicistas portugueses que têm escapado à indigência, contam-se, de forma destacadíssima, Viriato Soromenho Marques, Miguel Sousa Tavares e Carlos Matos Gomes. Não são os únicos, felizmente. Vale a pena lê-los e ouvi-los, sem perdermos tempo com bonecos.

quarta-feira, setembro 20, 2023

mais um texto de Eugénio Lisboa sobre a asnática parvoiçada da trasladação do Eça para o Panteão...

 cujo curador (como agora se diz) da iniciativa parece ser um picareta cheio de verborreia (palavra que o Eça de Queirós inventou, a pensar nos deputados do seu tempo). Escreve Eugénio Lisboa, a dado passo, certeiro: [...]Eça abominaria ir para o Panteão. /  Bolas, leiam-lhe a obra com olhos de ver e ler! E deixem-se de pedir a opinião de “autoridades” académicas: consultem os textos! Arre!» Claro que Eugénio Lisboa, homem culto e lúcido, sabe que está a pedir demasiado. Não se lêem os textos, lê-se o que certos bonzos escreveram sobre os textos, para se produzir lixo, nomeadamente académico, mas não só. É um problema antigo. 

segunda-feira, agosto 28, 2023

ainda Marcelo na Ucrânia: "mereceu a humilhação, mas o PR, ao ser humilhado, humilhou Portugal" (ucranianas CCV)

 Mão amiga fez-me chegar este post de Carlos Esperança, cujo fundo subscrevo. Sobre esta atitude de Marcelo Rebelo de Sousa, apenas posso dizer que lamento o voto que convictamente lhe dei, lamentando ainda não ter votado em branco nas últimas presidenciais.

Uma nota para a estupidez da cobertura jornalística sobre o episódio da trincheira. Que basbaques... Felizmente de férias e sem televisão, só tinha os jornais. O Público era de morrer a rir com o episódio. Imagino os canais de notícias...

Também ouvi na rádio Pacheco Pereira -- que acompanhou a visita -- com voz solene, dizer que em face da ocupação de um território de um estado por outro (sem nenhum contexto -- para quê?...), a Rússia não pode vencer esta guerra (cito de memória). Eu sei o que ele pretende sugerir, o que não espanta para quem se atreveu a defender o bombardeamento do Iraque.   

Resumindo: a Ordem da Liberdade foi duplamente aviltada, e a imprensa subdesenvolvida assobia para o ar (é um pouco como o que se passa na cimeira da comatosa CPLP: em de discutir-se o importante, põe-se a falar sobre as tricas em torno dos vetos presidenciais. 

PS-É tão cansativamente saloio o jornalismo nesta terra. Quem viu a pivô da cnn-P a perguntar a Agostinho Costa sobre o feito (sic) que foi a surtida de um grupo de fuzileiros à Crimeia para plantar a bandeira ucraniana? Tragicamente hilariante a resposta do major-general: eles foram lá, e vieram-se embora, e provavelmente foram abatidos pela aviação russa, estando a boiar no Mar Negro... A senhora, que parecia estar a falar do desembarque na Normandia, entrou em curto-circuito, passageiro, é claro.

terça-feira, março 14, 2023

na mouche

João Pedro Marques: "O caso Roald Dahl é, na área das “correcções” woke da literatura, apenas o mais recente de vários outros (os de Mark Twain, Harper Lee, etc.). O que sucede — e que os woke mais perspicazes e racionais já perceberam — é que essa acumulação de casos provoca, tanto na direita como na esquerda moderada, uma reacção de chacota e de rejeição. E, perante essa reacção, surgem a atrapalhação e os lamentos de vários woke que, sentindo-se a perder o pé ou sem argumentos, e não querendo ficar conotados com as óbvias parvoíces a que o wokismo extremado conduz, recorrem à táctica de fingir que nunca existiram. O embaraço é tanto que, em sentido figurado, se metem no primeiro buraco que conseguem encontrar e desaparecem de cena. É tanto que renegam a família a que pertencem a ponto de a apagar. Atiraram a pedra, mas agora escondem a mão e fazem crer que quem os contesta e confronta está alucinado, criou fantasmas e anda a lutar contra moinhos de vento. Seja pela voz de António Guerreiro, seja pelo seu próprio comportamento, nesta altura do campeonato os woke dissimulam-se, confundem-se com a folhagem, fingem-se de mortos ou, pior, de inexistentes, como se nunca tivessem estado lá."

Ler mais: https://ceuenganador.webnode.pt/news/os-woke-nunca-existiram/

sexta-feira, janeiro 20, 2023

quinta-feira, agosto 11, 2022

ouvir o Roger Waters chamar nomes aos bois a propósito da guerra na Ucrânia até lava a alma (ucranianas CXVII)


P.S: só é pena, no, fim, a historieta com o Bill Clinton, o maior bandalho que passou pelas Casa Branca, Nixon e Trump incluídos.

P.S 2: Visto num blogue respeitável, com uma visão oposta à  minha

quarta-feira, março 23, 2022

ler os outros (ucranianas LII)

 O post é longo, mas merece a pena: das lixeiras televisivas aos xaropes para a tosse que não devem existir nos laboratórios da NATO -- todo um sumo.

ucranianas

domingo, março 13, 2022

a historiografia woke

 Ocupado com esta miséria da Ucrânia, quase não penso em mais nada. No entanto, acabado de ler este post do historiador João Pedro Marques (o título do blogue é um dos filmes da minha vida), deixo aqui o link, como homenagem à liberdade de pensar e ao prazer de o pôr por escrito.