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segunda-feira, dezembro 09, 2024

Síria, e agora?

Al-Jolani. Quando o ouvi, muito articulado e razoável, a dar uma entrevista à CNN-Internacional, com a repórter (in)devidamente coberta, só me lembrei das promessas dos talibãs... Como cantou o poeta, "Pode alguém ser quem não é?" Ele diz que sim. Para já, é uma fabricação da Turquia.

Rússia. Para já, tem as bases seguras. Tudo deve ter sido combinado com a Turquia. Além disso, só os parvos acham que se podem meter com os russos e ficar impunes. Um dia contarei aqui uma história de como eles lidaram com os assassinos de um agente seu no Líbano, ainda no tempo da velha URSS.

Irão. Tem que engolir, pelo menos para já.  E outro golpe (fatal?) para o Hezbollah.

Israel. Estão muito contentinhos, para já. Estarão com as mãos ainda mais livres para massacrar os palestinos?

Curdistão. Aquilo que eu gostaria, mesmo mesmo era o início de um estado curdo, juntando para já as partes síria e iraquiana. Mas obviamente a Turquia nunca iria deixar. Dependerá, também, de qual o grau de sacrifício e apoio externo que os curdos possam ter. O Curdistão iraquiano nunca declarou a independência, quanto a mim, pois seria certa a entrada dos turcos pelo território adentro. Até que ponto os curdos do Iraque e da Síria terão força suficiente para levantar-se? Para já, parece que os maiores que estão a ter lugar na Síria envolvem o SNA (municiado pela Turquia) e os curdos, que estarão a contar com o apoio dos Estados Unidos. 

E isto é apenas uma pequena parte do grande tabuleiro da região. Precisa-se de um milagre para este Natal naquelas santas terras. Para já.


segunda-feira, dezembro 02, 2024

da Geórgia à Síria

A Ucrânia está perdida para os Estados Unidos. Limitar a vitória da Rússia, que será sempre retumbante, assim o creio e desejo, passou a ser o objectivo imediato. A crise institucional na Geórgia e tentar instalar o caos na rua (parece que faltam contestatários...) é uma tarefa levada a cabo pela CIA, por sua vez ligada à reactivação dos jihadistas na Síria. Nada disto é novo, os resultados também não o devem ser.  

terça-feira, abril 10, 2018

à mercê dos lacraus

As forças subterrâneas apostadas na deterioração das relações entre Estados Unidos e Rússia estão a ganhar a parada.  Derrotada a mulherzinha que era o seu peão nesta táctica de embolsar proventos -- Hillary Clinton, com uma postura claramente confrontacional --, sai-lhes Trump, um cromo acossado internamente. Paulatinamente, estão a conseguir levar a água ao seu moinho.


Só se fosse um maquiavélico com tendências suicidas -- fórmula contraditória --, Assad, com o controlo militar absoluto, cometeria a estupidez de lançar um ataque com armas químicas contra um alvo confinado e  impossibilitado de sair do buraco onde se meteu, sem outra saída a não a escalada e alastramento do conflito...


Tenho a convicção, desde o primeiro ataque com essas armas, ainda no tempo de Obama, que tal foi, e é, perpetrado, ou de dentro (a chamada oposição síria está infestada pelo fundamentalismo islâmico, -- é ouvi-los com o alahu-aqbar), ou de fora (israelitas e/ou sauditas) -- ou dentro e fora.


Os lacraus que puxam os cordelinhos não hesitam, mesmo com o risco de, no final, também eles perecerem -- está na sua natureza.


No meio de tudo isto, duas indignidades maiores: as vítimas dos ataques químicos, carne para canhão literal, sacrificadas à guerra de propaganda e contrainformação, e a inominável traição aos curdos.


 

domingo, março 04, 2018

os curdos não usam iphone?

Na Síria, um saudável levantamento popular contra um regime ditatorial degenerou num conflito religioso, que rapidamente se internacionalizou. No que respeita aos interesses em presença, o Daesh foi um parênteses, uns tipos que apareceram sem convite, e que houve que expulsar, para continuar com o que importava.

Enquanto que por analfabetismo relapso e contumaz os telejornais (com eventuais excepções da RTP2 e de programas sobre a actualidade internacional) permitem-se ser câmaras de eco indigentes das centrais de propaganda (em especial da propaganda anti-russa, sem que estes possam sers isentados das malfeitorias que pratiquem), servindo diariamente os massacres de crianças, mulheres e velhos, doseada com os actos heróicos dos duvidosos "Capacetes Brancos" -- os tais que, suspeitos de serem municiados pela Arábia Saudita, haviam alegadamente sido referidos para Prémio Nobel da Paz, e foram-no de certeza pelas tais centrais de propaganda e pelos telejornais que eles condicionam sem que os patetas destes se apercebam.

Enquanto estamos neste regabofe para a carneirada, não se vêem -- eu ainda não vi -- imagens das acções turcas contra os curdos da Síria, que parece irem mais além dos bombardeamentos e cargas de morteiro. Poupo os pormenores. Será porque os curdos não usam telemóveis e comunicam entre si por sinais de fumo? 

quarta-feira, janeiro 24, 2018

tempo de misérias

daqui
1.ª miséria: a tentativa da plutocracia brasileira de afastar Lula das próximas presidenciais: o estado à mercê de dirigentes desidratados de ética (a começar pela caricatura de presidente), dos cleptocratas (com os media ao seu serviço), das seitas religiosas (pontificando a benemérita iurd), juízes inchados. Se eu fosse um autoritário, diria que o Brasil, a quatro anos do bicentenário como estado independente, precisava dum Fidel para pôr os temers, os cunhas, os edires e demais zoo em campos de reeducação (pelo menos salvava-se a música...) Como não desejo para os outros o que não quero para mim, resta-me sonhar com a revolução aparentemente impossível.

2.ª miséria: Operação Fizz. Como pode a política externa portuguesa estar à mercê de um qualquer juiz ou magistrado? Um país com 890 anos de história como Portugal (Batalha de São Mamede, 24 de Junho de 1128) não pode estar à mercê de amadores, que de política externa não alcançam um boi. E seria fácil legislar, salvaguardando a diplomacia portuguesa e a independência dos tribunais. Até eu, que não sou jurista, sei como se faz.

3.ª miséria: o ataque turco aos curdos, na Síria. Trump do lado certo, neste particular e desta vez -- nem ele deve saber como ou porquê.

pequenas misérias: perseguições fascistoides a Woody Allen (uma recorrência, basta lembrar Polanski); outra miséria, com flausina, que não vi e não gostei, dá pelo nome de 'supernanny', ou lá o que é. O espaço público me(r)diático, veículo de toda e qualquer badalhoquice. Único critério: encher os bolsos a accionistas & outros lenocinas. Assim tipo CTT: quem vier atrás que feche a porta e apague a luz.     

domingo, abril 09, 2017

as linhas vermelhas de Obama, a falta de linha de Trump, do sr. Bernardo Pires de Lima e do sr. José Cutileiro

Estou convencido de que a inacção de Barack Obama relativamente ao ataque químico ocorrido na Síria há uns anos se deveu às fundadas dúvidas sobre a autoria dessas acções, como qualquer pessoa intelectualmente decente e honesta, que não esteja directa ou indirectamente no teatro de guerra. E o mesmo se passa agora, como diz Tulsi Gabbard, mulher aliás admirável
Trump, que não é decente nem honesto e, intelectualmente, é duvidoso que seja alguma coisa, ensaiou a fita dos últimos dia na Síria. Está no papel dele, assim como Putin no seu. 
Nada disto é estranho; pelo contrário, é velho e revelho, e perigoso na medida em que pode haver sempre algo que corra mal nesta aparente encenação bélica.

Agora, insuportável, insuportável é ler e ouvir alguns especialistas, como me tem sucedido (ainda há pouco na rádio) a darem os ataques químicos como realizados pelo lado de Assad, quando não têm nenhuma prova, nem sequer a evidência, de que tenha sido assim. 
É o caso de Bernardo Pires de Lima, uma Hillary Clinton de trazer (cá) por casa, ou do aposentado embaixador José Cutileiro, com uma posição anti-russa que parece patológica. 
Todos podemos ter as nossas opiniões, preocupações, simpatias e antipatias -- o que não é admissível é que comentadores apresentados com o selo de garantia académica, como Lima, não passem de câmara de eco do bruaá mediático-propagandístico. 

No programa «Visão Global», da Antena 1, diz este senhor qualquer coisa como: 'O ataque químico perpetrado pelo presidente Assad'..., etc.; assim como o de há cerca de três anos, que originou as tais linhas vermelhas de Obama. Como raio sabe ele? Pois não sabe!, porque os únicos a sabê-lo são os beligerantes. Lima tem a obrigação de saber que nestes conflitos as partes chegam a provocar ataques no seu lado, para comprometer o inimigo. É maquiavélico, mas é vulgar. Se não sabe, é incompetente para ser comentador na rádio pública; como não acredito que o não saiba, é pior.

quarta-feira, abril 05, 2017

as armas química na Síria

São os russos capazes de usar armas químicas? Claro. E as tropas do governo sírio? É evidente. Até nós, portugueses, somo capazes disso -- pois se esturricámos com napalm na Guerra Colonial, o que é isso para nós?...
A pergunta é, sempre: a quem serve?
Portanto, mais uma valente treta para enganar os incautos, e, de preferência, acicatar americanos e russos, como se vê. 
No meio destes filhos da puta, os desgraçados do costume, os civis -- eles, mas podemos ser nós.

sexta-feira, outubro 21, 2016

Rússia, Síria, Iraque, Ucrânia, UE, Estados Unidos, Estado Islâmico: histórias da carochinha com gente dentro.

Donald Tusk -- um dirigente polaco aceitável, o que não é comum -- diz que A estratégia da Rússia é enfraquecer a UE. Como Tusk não é propriamente um político mentecapto -- embora eles andem aí -- esta declaração de absoluta fraqueza é mais um dos muitos exemplos de como a UE não precisa do contributo de nenhum inimigo externo para se enfraquecer.
Para começar, a UE está moribunda. A política agressiva da Alemanha debilitou-a drasticamente; e o Brexit foi o seu golpe de misericórdia. A partir de agora, ninguém acredita na União Europeia, infelizmente. O seu comportamento miserável em relação à Grécia, a tentativa de tutela sobre Portugal, a estranha tolerância em face do Grupo de Visegrad -- coio de países com governos fascizantes e malsãos --, torna evidente que a União Europeia escusa de procurar as culpas em Putin. A não ser que seja mais um frete à sempre inteligente política externa dos Estados Unidos, a que a Europa -- por vezes justificadamente, em especial no tempo da Guerra Fria -- nunca deixou de se prestar.
Vejamos: a Rússia é um país imperial; os Estados Unidos, idem; a Alemanha pretende voltar a sê-lo, acobertada convenientemente pelos outros países da União Europeia. Papel a que a Inglaterra não se quis prestar -- e bem, infelizmente para nós, países periféricos --; e  que a França pensa que pode driblar, com a manha do manhoso Hollande. É claro que não vai driblar nada, e que mais cedo ou mais tarde, irá bater com a porta: ou porque Hollande achará insustentável para a sua posição política; ou porque Le Pen tratará de fazer os estragos necessários. É uma questão de tempo, e vai acabar mal.
No meio disto tudo, uma propaganda agressiva contra a Rússia (Síria, Ucrânia) manejada pelos americanos e tendo como alvo as massas ignaras do facebook -- propaganda que faz muito lembrar a usada na fragmentação da Iugoslávia, fortemente induzida pelas Alemanha, Áustria e Vaticano.
A pressão sobre a Rússia não tem nada que ver com direitos humanos nem com as crianças de Alepo, para os quais as potências (ao contrários da sua opinião-pública) se estão nas tintas, mas sim -- como é óbvio e qualquer pessoas com um mínimo de conhecimento de geopolítica sabe, com os equilíbrios e áreas de influência.
O hagiógrafo de Salazar, Franco Nogueira, glosando ao invés o seu orago, dizia, e bem, que "em política internacional, o que parece não é". Portanto, bem podem acenar com as vítimas de Alepo, e com os misteriosos capacetes brancos e com todas as tragédias (veremos como será agora em Mossul), que a Rússia não vai largar os seus pontos estratégicos no Médio Oriente, incluindo a única base naval que tem no Mediterrâneo.
O resto, são histórias da carochinha, povoadas por punhados de bandidos e milhares de inocentes de carne e osso, que sofrem os embates da História -- como milhões de seres humanos antes deles.

Em tempo - por entre as cortinas de fumo, é impecável a posição do governo português, expressa por António Costa.

segunda-feira, novembro 23, 2015

Três razões para o terrorismo islâmico na Europa: 1- Quem semeia ventos, colhe tempestades

1. Não seria crível que estados com largos milhões de população urbana e com acesso a todos os instrumentos da modernidade, como o são os do Médio Oriente, assistissem impunemente ao cataclismo que foi levado às suas sociedades organizadas -- a destruição, a morte, o caos --, em nome duma mentira obscena a ocultar a cupidez mais alarve, sem que houvesse reacção olho por olho, dente por dente
Que os radicais islâmicos, com cumplicidades várias, entre as quais sobressaem as de países do Golfo Pérsico, queiram a todo o custo dar-nos, a nós ocidentais, a provar do nosso próprio veneno, é algo sobre o qual não podemos ter ilusões. 
Repito-me. Primeiros responsáveis: o gabinete de criminosos liderado por George W. Bush, o cúmplice nojento Blair. Nem nomeio o palhaço espanhol e o inenarrável português. Semearam os ventos da tempestade que estamos agora a colher. Há outros responsáveis: o déspota Assad, passando agora de ditador a chefe de facção no mosaico sírio e objectivamente nosso aliado. (Os inimigos dos nossos inimigos, nossos amigos (até ver) são). 
É a puta da vidinha. 

quinta-feira, setembro 03, 2015

a selvajaria está para durar

Eu bem sei que isto não resolve nada, é puro voluntarismo. Quero lá saber. Partir os dentes àqueles pitecantropos  do islamismo high tech será sempre uma boa causa -- só não comparável à das Brigadas Internacionais na Guerra Civil de Espanha, porque o poder dos franquistas era muito superior aos destes erros da natureza do Estado Islâmico. Os brigadistas defrontavam o exército a sério; os voluntários opõem-se a bandos de poderio militar risível (mas com o suplemento motivacional da idiotia fanática), tendo beneficiado até agora da conjugação de cumplicidade, inoperância, incompetência, medo (consoante de quem se trate), permitindo-lhes espalhar destruição e morte em dois antigos estados do Médio Oriente.
Mas enquanto a farsa prossegue (umas ameixas largadas do céu será como matar moscas a tiro de bazooka), as famílias árabes e curdas da Síria e do Iraque vão sendo massacradas, vão morrendo nas praias do Mediterrâneo e o nosso património histórico e cultural comum destruído, nas nossas barbas e em face da nossa impotência e da nossa incredulidade. Por enquanto, isto está para durar, a não ser...

quinta-feira, abril 23, 2015

R de refugiados

Refugiados - Darfour, incerteza, indecência, matança, Síria.

terça-feira, fevereiro 24, 2015

mulheres muçulmanas com vestidos ousados

Não sei quem foram os costureiros, as passerelles situam-se na Síria e no Iraque -- ou melhor, no Curdistão -- e os desfiles a qualquer hora do dia ou da noite.
Também desejam a paz no mundo, mas enquanto ela não é possível exercitam-se no "Tiro ao Energúmeno", espécie com riscos de tornar-se praga, também conhecida por fundamentalista islâmico (talvez a PETA desaprove, nada é perfeito...)




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quinta-feira, fevereiro 05, 2015

largar fogo ao tigre de papel

Será irónico se for a Jordânia, o país militarmente mais débil da região, a contribuir decisivamente, com tropas no terreno, a aniquilar o Daash (Estado Islâmico) -- organização selvática e fanatizada, mas sem nenhuma hipótese contra um exército regular a sério (não me refiro à tropa de caricatura do Iraque pós-invaso americana). Aliás, os mal equipados e extremamente eficazes curdos têm demonstrado que tirando a selvajaria e o fanatismo, não sobra nada àqueles animais...
Como já escrevi, quando os telejornais ampliavam acriticamente a propaganda do Estado Islâmico, o exército turco varreria aquilo em poucas semanas. O problema é, e será sempre, a população civil, que aqueles ratos não hesitarão em seviciar como reféns. Mesmo assim, a superioridade de competências da chamadas forças especiais é tal, que a minimização de danos pode ser sempre equacionada. (Isto, não querendo que as forças regulares se comportem à russa, como quando Putin arrasou a Tchtcénia sem apelo. Seria uma limpeza, mas uma limpeza macabra e criminosa; e para delinquência, já basta a do Daash.).

sexta-feira, agosto 30, 2013

Síria (2): já não estou interessado nas provas do ataque químico, isto chega-me.

Síria: provas, queremos provas

Que o regime de Bashar al-Assad é capaz de atacar a população com armar químicas, não tenho qualquer dúvida; que uma parte da oposição o poderia também fazer, nomeadamente os elementos da/pró al-Qaeda, parece-me evidente. Que as lideranças ocidentais mostram demasiada pressa em intervir, sem que a opinião pública mundial veja confirmada, até agora, qualquer responsabilidade a cada um dos lados, é altamente suspeito, dado o historial recente de infâmia dos Estados Unidos e da Inglaterra, em particular, no que respeita ao Iraque.

Francamente, não me importa que haja intervenção à margem do Direito Internacional se existirem provas contra o regime sírio. Não havendo, tudo não passará de manipulação grosseira e/ ou duvidosas e débeis convicções.

quarta-feira, junho 01, 2011

porque não voto no PCP / CDU

Não vale a pena, francamente, gastar muito latim com o PCP. Ideologicamente firme, com a firmeza de uma seita,  a sua perversão doutrinária, para quem tivesse dúvidas quanto à teoria, já foi demonstrada na prática, através de todas as uniões soviéticas, chinas, albânias, cubas e coreias do norte deste mundo. O marxismo-leninismo faz-me lembrar a santa madre igreja e a sua inquisição, quando impunha a fogueira como penitência; neste caso, em nome de um horizonte social beatífico, foram impostos os regimes mais repressivos e tirânicos que o século XX conheceu, com excepção do nazismo (nada se compara com o nazismo). Como disse o Júlio Pomar quando acompanhou Soares em visita à URSS: "ver para descrer". Mas nem é necessário ir ver: basta ler, do pensamento e prática intolerantes de Marx, ao Avante! do mês passado, a propósito da questão síria; ou, se quiserem, ler o Orwell, o Koestler, o Soljenitsine... Não mudaram, não querem mudar. Estão no seu direito; mas numa sociedade livre serão sempre residuais.