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sábado, dezembro 14, 2019

JornaL

André Vergonha. Ao contrário do que diz Pacheco Pereira, não é policiamento de linguagem, é puxar as orelhas a um senhorito mal-criado, para cuja espertalhice pessoas duma certa idade não têm cu. Na vox pop é conhecido pelo tipo que "diz as verdades", ah ah ah.

Brexit. Que vergonha aquele Corbyn, que nulidade, que idiota! Nem com eleições decorridas há meses percebeu o quer teria de fazer para alcançar o poder. Tem razão ao queixar-se da imprensa negativa, manejada pelas putéfias de turno. Mas não chega para explicar aquela miséria.

Caretos de Podence. Acho maravilhoso, espero que não seja tomado pela indústria do Turismo. Pedro Caldeira Cabral diz que o pior que poderia ter acontecido ao fado foi a sua classificação pela Unesco. É possível, a reflectir. Ah, na notícia ouvida numa tv qualquer nada sobre a mesma classificação da Morna e das festividades do Bumba Meu Boi, do nordeste brasileiro, expressões culturais também com raízes portuguesas. mas nem seria preciso. Então não há a CPLP, os Palops, a Lusofonia e outras semitangas?

segunda-feira, setembro 16, 2019

eu cá, votava lá nela

Jo Swinson makes a speech

Jo Swinson ("Stop Brexit"), escocesa, líder dos Lib Dem


Corbyn a encanar a perna à rã, nem o pai morre nem a gente almoça, nem...


sexta-feira, junho 24, 2016

em estado de choque

Um tipo deita-se a pensar que a União Europeia, bastante ferida embora, tem uma pequena oportunidade de regeneração, em face da curta vitória do Bremain no Reino Unido; e acorda com a reviravolta do Brexit e com o princípio do fim da UE, tal a miríade de acontecimentos a haver, tais as ondas de choque desta decisão histórica. 

A UE ferida de morte (não interessam nada as declarações pias de Donald Tusk); a independência da Escócia, pelo menos, é de novo uma forte possibilidade, como o fim do Reino Unido; uma péssima notícia para Portugal, a começar pelo factor económico, mas que é insignificante em face das implicações políticas e mesmo estratégicas da nova situação.

A Inglaterra era o único país, no actual contexto, que podia contrabalançar o poderio excessivo da Alemanha e dos seus aliados próximos, como a Holanda (a França, como é patente, vive uma crise profunda).

 A UE passará a ser um conglomerado de interesses díspares, polarizado (o desagradável e protofascista Grupo de Visegrad, por exemplo) em torno de zonas de influência, mais do que já estava a ser, uma vez que não acredito nas tristes lideranças que nos conduziram até aqui.

segunda-feira, setembro 14, 2015

Os trabalhistas elegeram um trabalhista para líder, olha que maçada.

O que tenho lido por aí a respeito da eleição do radical Corbyn para a liderança do Labour não provoca sequer um piscar de olhos de espanto ou susto. Para os gestores que fazem as vezes de governantes da Europa (e comentadores arregimentados ou impressionáveis pela barragem argumentativa destes esportulados), Corbyn representa a siryzação dos trabalhistas ingleses. Reacção idêntica à dos coninhas do socialismo. Resume-se assim: para ganhar eleições, os partidos socialistas devem ser iguais aos partidos tomados pelos interesses do capitalismo selvagem, mais umas flores esquerdizantes. Caso contrário, serão radicais, populistas, alucinados.
Vamos ver a alucinação de Corbyn:
Defende a permanência do Reino Unido na UE; é crítico da NATO (ó pecado!), não defendendo, no entanto, a saida do país da organização; republicano, não abre a questão do regime; antiausteritário (deus do céu!, que perigoso jacobino); defende a renacionalização dos caminhos-de-ferro, privatizados pelo vendido do Blair; defende a SNS britânico e a educação pública gratuita. Parece que cometeu também o crime de reunir-se com o Hamas e o Hezbollah, com o intuito de ouvir os seus pontos de vista, coisa impensável; ou de ter visto Chávez com simpatia, depois de ter varrido do poder venezuelano os corruptos dos socialistas de lá.
Os gestores (recuso-me sequer chamar àquilo 'direita', porque não tem dignidade política acima da mercearia) que governam os europeus, assustando-se ou rebolando-se, vaticinam a destruição do Partido Trabalhista. Outros, ditos socialistas, compagnons de route do repugnante Tony Blair, não diferem dos primeiros.
Eu não faço ideia de qual será o futuro eleitoral dos trabalhistas britânicos. O que sei, é que, de há muito, o socialismo europeu é uma mascarada sem honra nem brio ou coragem. São rendidos, quando não vendidos.  
Podemos e devemos ser pragmáticos em política; outra coisa é dizermo-nos uma coisa e agirmos como outra. Esse o embuste da social-democracia europeia, nódoa que, tranquilamente, espero que Corbyn contribua para limpar.