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quinta-feira, junho 12, 2025

há 150 anos com as mãos nos bolsos


Faz hoje 150 anos que o genial Rafael Bordalo Pinheiro criou o Zé Povinho, caricatura do povo português, que ficou sem o que fazer depois da independência do Brasil. Gonçalo Mendes Ramires bem sugeriu  África como remédio para a apatia, mas já era tarde. Bordalo pertencia a essa Geração de 70, a mais crítica da nossa contemporaneidade -- Santo Antero, papá Eça, avô Ramalho, tio Joaquim Pedro, philosophe... 

Queriam-nos mais europeus, sem deixarmos de ser portugueses. Os mais expeditos, ambiciosos, aventureiros emigraram; os outros ficaram, agarrados à enxada.  Salazar ajudou bastante, até que, faz hoje quarenta anos, Mário Soares assinou a nossa inevitável adesão à CEE, no claustro dos Jerónimos 

Imagem magnífica a da cerimónia no vetusto monumento doutras eras, e também túmulo do venturoso Manuel I: o que éramos e o que queríamos ser. Numa geração, passámos da enxada ao 5G. 

Como escreveu o Almada Negreiros, "Coragem portugueses", etc.


Rui Ochôa


quarta-feira, junho 19, 2024

o António é o mais brilhante cartoonista português desde o Rafael Bordalo Pinheiro

 


Marcelo, com fairplay -- e certamente feliz, pois ser (e é-o há décadas) objecto do lápis de António Antunes é um degrau mais (pelo menos) para estar na História em carne e papel, e não ser apenas um nome esquecido.

Também gosto muito das foices e martelos no Saramago, pensando em especial nos que querem esconder o seu evidente neo-realismo, pensando que lhe dá, a ele, Saramago, mais sainete, quando é precisamente o contrário. 

quarta-feira, setembro 30, 2020

«Leitor de BD»

                                                                             Rafael Bordalo Pinheiro

 jornal i

quinta-feira, julho 28, 2011

revisitação - Bordalo e Eça

«Honni Soit...», de Rafael Bordalo Pinheiro. Eça no «Álbum das Glórias»: franzino e de má cor e piedosamente mordaz. Um génio retratado por outro.

quarta-feira, junho 14, 2006

Caracteres móveis #77 - Aurélio Buarque de Hollanda

As qualidades dominantes do estilo de Eça
parecem-me o resultado destes três factores:
uma requintadíssima percepção sensorial, que ia quase à volúpia;
um agudo senso do pitoresco;
e a ironia.
«Linguagem e estilo de Eça de Queiroz»,
Livro do Centenário de Eça de Queiroz
(edição de Lúcia Miguel Pereira e Câmara Reys)
Caricatura de Eça de Queirós, por Rafael Bordalo Pinheiro, para o Álbum das Glórias

quinta-feira, setembro 15, 2005

Eça de Queirós

Posted by Picasa Caricatura de Rafael Bordalo Pinheiro