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sexta-feira, fevereiro 26, 2016

The Hateful Eight



Mesmo para quem tenha aversão às orgias sanguinolentas que Tarantino serve na última parte dos filmes, vale imenso a pena ver este Hateful Eight no grande ecrã. O plano inicial, sob a música de Morricone, não me sairá da memória.

domingo, dezembro 08, 2013

não estava preparado, mas adaptei-me

From Dusk Till Down ("Aberto até de Madrugada"), de Robert Rodriguez (1996). 
Quando o vi pela primeira vez, nem sabia quem diabo era o Robert Rodriguez. Pus-me, portanto, a ver um road movie com dois psicopatas (Tarantino mais que Clooney) em fuga, sequente e habitual sequestro de família, pai viúvo, pastor que perdeu a fé (deslumbrante Harvey Keitel) e casalinho adolescente (ela é Juliette Lewis). Tiros, pancadaria, esgares maníacos (Tarantino) e crueldade moderada (Clooney, esplêndido moderador...), quando, passada a fronteira, aguardam contacto num bar cheio de mulherio (inesquecível Salma Hayek). Só não estava à espera de zombies (Tarantino é o autor do argumento)... Mudado o registo, a adaptação é fácil, filme que se revê muito bem, um must  do género.

quarta-feira, maio 08, 2013

eh...

Numa entrevista ao Expresso, Harmony Korine diz que está-se "nas tintas para o real". Será um realismo um pouco distorcido, à Tarantino & Rodriguez, mas o que faria se não o estivesse? Já vi coisas sórdidas do Korine -- que era mais "realismo sórdido" do que outra coisa. O «Springbreakers» é talvez um pouco indigesto, mas inofensivo. E há a cena "Britney Spears", de antologia.


look at the traila


terça-feira, janeiro 29, 2013

DJANGO LIBERTADO

Quentin Tarantino, Django Libertado (2012). Já li tanto sobre o filme, escrever o quê? Apenas que é um filmaço, de cinéfilo para cinéfilos, e para todos.