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sábado, maio 21, 2022

uma alegoria do 'Caminho'





Pier Paolo Pasolini, Passarinhos e Passarões (1966)
Totó, Ninetto Davoli, Femi Benussi
Ennio Morricone, Domenico Modugno


terça-feira, maio 03, 2022

«Mamma Roma»





Um filme que é a Magnani, e que não difere muito de Accattone, excepto em subtileza e nas referências há pintura de Caravaggio, fui lembrado, Mantegna, claro. O final é glorioso.

sexta-feira, abril 15, 2022

regresso ao cinema


Pier Paolo Pasolini, Accatone (1961)

Inovador, instigante e com alguns grandes momentos, porém nunca senti grande interesse pela estetização da miséria pulha.



terça-feira, novembro 11, 2014

o meu LEFFEST 2014 (5)

Abel Ferrara, Pasolini, França, Bélgica e Itália, 2014 ("Selecção Oficial -- Fora de competição").
O último dia de Pier Paolo Pasolini, com magnífica intepretação de Willem Dafoe. Pasolini, assassinado pelo prostituto dessa noite de 2 de Novembro de 1975, após agressão dum bando de sicários em fúria homofóbica, como era então bem visto e as sociedades latinas então (se) permitiam. (Há também uma tese conspirativa, que, tal como em Welcome To New York,  não é tida em conta por Ferrara.)
Mas o filme é muito mais do que a reconstituição dessas últimas horas de vida desta bête noire do conformismo burguês: é a própria visão desalentada de Pasolini acerca do caminho que a sociedade ocidental levava, bem expressa na entrevista que dá nessa jornada derradeira, em que, premonitório, detectava e antecipava o desafio que hoje se põe às sociedades democráticas, cada vez mais caricaturas delas próprias, doença que agora nos entra pelos olhos dentro: os cidadãos são-no cada vez menos, e cada vez mais consumidores -- e, como tal, sujeitos e títeres de organizações que paulatinamente os vão escravizando.