Os melhores e os seus mestres: para Mark Knopfler serão Hank Marvin (The Shadows), Chet Atkins e Stevie Ray Waughan, este um bluesman, o do meio um countryman, o primeiro, e único ainda vivo, um inglês de Newcastle. E faz todo o sentido. Como já tinha dito, a propósito das escolhas do Phil Collins, relativamente aos bateristas preferidos, o tipo que aqui fala sabe do que fala, e com que propriedade ele fala. Citando Fernando Assis Pacheco, fiquei freguês.
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domingo, dezembro 15, 2024
terça-feira, novembro 12, 2024
os 8 bateristas de Phil Collins
Todos quantos já não o podíamos ouvir com tanta música para hit, os que sabíamos do magnífico baterista, nunca deixámos que o grande músico se esvaísse das nossas cabeças. Afinal, não devíamos tanto aos Genesis, entre 1970 e, vamos lá, 1978?...
Os oito colegas favoritos: Ringo Starr (The Beatles), Keith Moon (The Who), John Bonham (Led Zeppelin), o bopper Buddy Rich, Charlie Watts (The Rolling Stones), Nick Collins (o filho), Chester Thompson (músico de Zappa, o homem que pegou nas baquetas para Collins ir para a frente do placo, em concerto) e Steve Gadd, músico de estúdio com um leque vasto de colaborações. Um vídeo com muito bom e bem informado texto, aqui.
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Studio N.º 6
sábado, abril 21, 2018
sábado, janeiro 24, 2015
domingo, janeiro 13, 2013
Ontem, a música de amanhã
Não sei dizer qual dos álbuns dos Genesis prefiro. Talvez o Selling England by The Pound (1973), por ter sido o meu primeiro... Mas The Lamb Lies Down In Broadway (1974) estava tão à frente dentro do chamado rock progressivo, que, após a saída de Peter Gabriel, os que ficaram, embora assinassem mais dois discos excelentes (A Trick Of The Tail, Wind And Wuthering, ambos de 1976), recuavam para a sonoridade mais genèsicamente canónica do Selling England; mesmo a solo, Gabriel ensaiará alguma forma ruptura com os padrões estéticos do seu mítico grupo, mas creio que só o conseguindo com o terceiro disco a solo, de 1980. De qualquer modo, "ruptura" deve ser expressão a utilizar com cautelas, porque Gabriel está até ao pescoço no disco de 74, que, por sua vez, é Genesis cem por cento, não se devendo secundarizar o papel dos restantes elementos.
(De alguma forma Face Value (1981), de Phil Collins, também faz um corte com o som da formação, indo para paragens mais negro-americanas, vindo a ser um degrau para uma carreia solista de enorme sucesso comercial que arrastaria os Genesis consigo para uma certa superficialidade popular, sem escamotear alguns bons momentos, em especial o álbum de 1983, significativamente sem outro título que não o epónimo, Genesis, como que significando um regresso às origens, infelizmente fugaz.)
Eles foram tão longe com The Lamb Lies Down On Broadway -- escrevo agora, que me preparo para virar o disco no prato para o lado D --, que tiveram de voltar para trás....
E eu, a ouvi-los hoje: música enganadoramente de ontem; música de amanhã e de sempre, tal como sucede com a Nona de Beethoven...
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