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quinta-feira, junho 26, 2025

serviço público - Miguel Sousa Tavares: "Vamos gastar dinheiro que não temos a comprar armas de que não precisamos para uma ameaça que não existe"

algumas observações: 

1) não digam a ninguém, mas vê-se logo que Miguel Sousa Tavares é comunista;

2) vou pedir à Bolota, a minha cadela, que explique ao pivô o que realmente é a guerra da Ucrânia;

3) não é só o Rutte que não se importa de fazer figura de estúpido, nem a maioria dos jornalistas e comentadores de aviário: embora ninguém consiga ultrapassar a sabujice de António Costa & seus rapazes, também Montenegro junta a voz ao coro dos indigentes dos governantes da UE, muito naquela base de enquanto o pau vai e vem, etc.;

4) o que a Espanha  tem de melhor, não é o Sánchez, essa enguia, mas uma Yolanda Díaz.

Ver aqui.

(O que diz a seguir sobre o "problema" da imigração, também vale muito a pena)


domingo, fevereiro 23, 2025

ucraniana CCLXXXIII - a crise profunda e talvez irreversível da UE

Que a opinião pública, desenquadrada e alheia da complexidade das questões estratégicas e diplomáticas se deixasse levar como uma criança por onde um forte arsenal de propaganda de serviços secretos, ong's dissimuladas e utilização da incompetência me(r)diática a dirigia foi compreensível, pelo menos ao princípio, pois com desenvolvimento a que se assistiu qualquer bípede com dois dedos de testa percebeu que não se tratava de uma guerra da Rússia com a Ucrânia, mas entre aquela e os Estados Unidos (a minha cadela já o tinha compreendido ao fim de seis meses). Inaceitável é a incompetência e indigência de boa parte dos académicos, ou a excessiva prudência de alguns deles, mesmo sabendo que ao princípio não era nada fácil furar a barragem de fogo propagandístico que era lançada até ao absurdo.

O que assistimos agora na Europa é não apenas negação e cobardia dos grandes países, em especial França e Inglaterra, para não falar na cúpula da UE -- a Polónia mostra-se apesar de tudo mais realista, enquanto que os Países Bálticos, no seu pavor patológico, não desistiram ainda de nos arrastar para uma guerra com a Rússia. (Há que ter calma, que a Nato ainda não acabou; e só acreditarei no seu fim depois de ver.) 

Para já, o plano dos americanos é deixar-nos, europeus, com o menino nos braços e fazer-se pagar (um outro nome para pilhagem) da "ajuda" à Ucrânia, como dizem os jornalistas analfabetos. Uma win-win-win situation: levam-lhe a guerra e destruição (com cumplicidades internas e europeias, claro), sacam-lhe boa parte das terras raras e aposto como ainda terão parte de leão no reerguer do país.  

As viagens da semana que começa de Macron e Starmer aos Estados Unidos e de Sánchez e ainda von der Leyen e Costa à Ucrânia (porquê?, o que vão lá fazer? com mandato de quem?... Vai ser cómico ouvi-los.) serão muito esclarecedoras. A UE, sim, está em risco, por demissionismo de boa parte dos governos europeus que levou ao extravasar de competências da Comissão Europeia.  

Algumas desta reflexões foram suscitadas pelo esplêndido artigo do major-general Carlos Branco

sexta-feira, dezembro 13, 2024

serviço público - Carlos Branco e Jaime Nogueira Pinto

 "As encruzilhadas de Zelensky" -- não é só a análise da inconsistência e incongruência do Zelensky, é toda a canalhada que fez a guerra alem de, muito em particular, os indígenas que dirigem aqui a Parvónia desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, todos sabemos porquê. Até quando vamos aceitar calados as mentirolas, a cobardia e a incompetência crassa?

"De Bucareste a Damasco, a democracia está bem e recomenda-se" entre outras coisas, uma das razões que fez de mim um eurocéptico; ou um intelectual salazarista a escrever por que está podre o demo-liberalismo europeu. Ajunto nomes, nomezinhos: de António Costa a Emmanuel Macron, passando por Pedro Sánchez, de Ursula von der Lyen + Josep Borrell, de Stoltemberg a Rutte, de Boris Johnson à ministra alemã dos Estrangeiro, a "verde" Annalena Baerbock -- sou só eu que fico nauseado?

quinta-feira, fevereiro 29, 2024

ucraniana CCXXVIII - ainda o inqualificável Macron e um recado de Putin, para ele e para os outros

Nós já sabíamos, de há muito, que a Europa é tragicamente governada por aprendizes de feiticeiro e impostores. Macron é apenas mais um da linhagem inaugurada por Sarkozy e continuada por Hollande. Mas se pensarmos bem, de Aznar a Pedro Sánchez, ou de Blair a Boris Johnson, entre muito outros cadastrados, o Velho Continente muito tem enfraquecido e infligido sofrimento a terceiros por esse mundo além. Olha-se para Putin e compara-se com estes desmunidos e é todo um abismo que se cava. (Veja-se a forma como reage ao truão hexagonal.)

Já sei o que vão dizer do russo, e francamente estou-me nas tintas. Porque me hei-de preocupar com o modo como Putin governa a Rússia, se entre nós temos à cabeça dos estados os mais inqualificáveis bandalhos? Poderia acrescentar muito mais àquela lista sórdida. Como dizia ontem o comandante Farinazzo, Macron "é um nada" -- porém é um nada que reúne 31 chefes de estado e de governo para pôr-se em bicos de pés. Eu, se estivesse lugar de Marcelo, atribuiria de imediato a Ordem da Liberdade ao cidadão que enfiou uma chapada neste idiota perigoso. 

Em tempo: a estratégia propagandística dos peões do Pentágono : a ameaça de um ataque da Rússia a países da Nato. Qualquer pessoa informada rir-se-ia; no entanto, a vasta maioria da população não faz a mínima ideia, e precisa de ser condicionada pelas nossas queridas "democracias liberais" da ameaça do lobo, que é neste caso um urso. Fá-lo a liderança ucraniana, repetem-no estes indigentes europeus, que acham que podem derrotar a Rússia, mas na realidade condenando a Ucrânia à destruição e ao seu provável desaparecimento enquanto estado.

terça-feira, janeiro 16, 2024

na cabecinha de uma delegada de propaganda bélica

 A convite da FLAD, esta senhora, do American Enterprise Institute, conselheira da campanha de John McCain e Sarah Palin, e, obviamente, apoiante de Joe Biden, veio perorar sobre o que vai pelo mundo, e certamente reciclar as lívia, as sandras, as sónias e todos os outros poejos que têm tão bem servido para esclarecer a opinião pública nacional. Lendo a entrevista, das duas, uma: ou é mais um atraso de vida, epígono de epígonos; ou está a cumprir muito bem o seu papel. Deixo as averiguações para quem tenha curiosidade, que não é o meu caso; mas sempre lembrando que a generalidade das lideranças ocidentais, figuras de excelência como António Costa (ou Montenegro), Sánchez, Macron, Sunak (lídimo herdeiro desse segundo Churchill que é Boris Johnson,seguindo o diapasão dos patetinhas de cá), Scholz, Von der Leyen, Borrell, Michel, como os Bidens e as Hilarys, andam a toque de caixa desta espécie de delegados de propaganda bélica que se passeiam, não pelos consultórios médicos, mas pelos gabinetes onde as luminárias acima citadas decidem sobre as grandes causas da Humanidade...

[dando de barato as características grotescas do Trump e o perigo que representa para o sistema político americano, a verdade é que este não começou nenhuma guerra (até pode ter sido um feliz acaso; pelo contrário, travou o confronto com a Rússia, que já estava preparado com o estafermo da Hilária -- confronto em relação ao qual já estamos a ser ensaboados, mas isso fica para outro post...]

sábado, julho 01, 2023

Se o Zelensky se tornou definitivamente um palhaço, os líderes europeus são o quê?... (ucranianas CXCVII)

Lembro-me bem de quando começou esta nova fase da guerra entre a Rússia e os Estados Unidos na Ucrânia. Embora bastante crítico da liderança ucraniana, em quem depositara esperanças (fui um dos muitos enganados pelo Zelensky), recusei-me aos ataques ad hominem que logo surgiram. Só muito recentemente vi quanta razão tinham todos quanto o insultavam, a começar pelo meu Pai, que lhe antonomasiou o nome em palhaço.

Pois este fantoche dos americanos e dos ingleses anda a ajudar a preparar o ambiente para uma intervenção da Nato (ou de países Nato) na Ucrânia -- tese temerariamente abstrusa defendida por falcões alucinados desde o princípio (crêem que a guerra se limitará à Europa, porque, no fundo fuck the E.U. ) --, vem outra vez com a história de um próximo ataque nuclear da Rússia, o miserável bandalho. O mesmo, aliás, que ordenou o ataque a Zaporizhia, ocupada então como agora pelos russos, mas que os merdia queriam que acreditássemos que os russos estavam a bombardear-se a si próprios.

Quando um indígena como Pedro Sánchez vai a Kiev dizer que a UE vai apoiar a Ucrânia, "independentemente do preço a pagar", o que é ele, que está muito provavelmente de saída da presidência do governo espanhol -- o que é ele a não ser outro paupérrimo palhaço?

Aliás, como disse, Sanches Osório numa entrevista ontem ao Sol, «a Europa não manda nada na guerra», o que sempre se soube, de resto -- mas que é bom repetir, especialmente quando Costa & Marcelo nos vierem endrominar.

segunda-feira, setembro 26, 2022

Giorgia on my mind (continuem. que vão bem)

 

Giorgia Meloni tem o pecado original do fascismo, de que se quis distanciar -- no entanto o símbolo do partido desmente-o. Faço ideia os rios de tinta e o latim gasto com a ascensão desta mulher -- não sei neste momento se neo-fascista, se ultaconservadora. Mais do que conservador, um fascista é um contra-revolucionário, um reaccionário extremista, violento, ressentido e por norma cobarde.

O cenário para já, parece-me este: a julgar pelo que se tem dito ela é uma mulher de convicções e inteligente -- a inteligência política poderá centrá-la --; mas terá que ter cuidado com o principal aliado, Salvini, um faz-tudo, oportunista, modelo dos políticos de taberna como a anedota que dá pelo nome de André Ventura (zero convicções, tudo ambições); e Berlusconi, um artista de variedades, cadáver adiado da política italiana, cujo desígnio parece ser a presidência da República. vai ter que se precaver com a UE. A França já mandou recados, como se tivesse grande autoridade para falar, no que toca aos migrantes que lhe chegam. Mas a Itália é um grande país, e portanto a UE vai ter que falar fininho.

As minhas irritações

1.a politicalha medrosa, calculista e enganadora, cujo grande desígnio é a gestão da própria permanência no poder: os Sanchez, os Macrons, os Boris desta vida, sem esquecer o Costa das pensões e do todos e todas (credo...); e do Montenegro da troika, do leite achocolatado e do chumbo do pec iv, que aparece agora a consolar velhinhos, depois de os terem roubado e aumentado as rendas miseravelmente.

2. o wokismo imbecil, que entretanto domina já as corporações -- quem não se lembra de um merceeirx qualquer que foi ou é administradorx da TAP, e que, não lhe bastando ser saloix, identificando o cargx que ocupava em estrangeirx, deixou de ser chairman, passando a chairperson,?; ou do poderoso lóbi lgbt, Mickey em tons de arco-íris promovido pela Walt Disney Company (melhor que isto foi quando o dito lóbi avançou, sem sucesso, felizmente, com a tentativa de homossexualizar o Egas e o Becas, coisa duma pertinência enorme -- "direitos humanos, pá!...")? Por cá, a perseguição aos alunos e família de Famalicão por outra anedota que era secretárix- de-estadx e hoje ministrx-- ahahah...

A malta chateia-se, enerva-se, e depois vota na Meloni. Continuem, que vão bem.


quarta-feira, maio 11, 2022

JornaL

1. Abuso de crianças dentro da igreja.  Bem sei que a questão é mais complexa, mas estou convencido de que uma aberração como o celibato obrigatório dos padres e freiras contribuiu para deformar algumas mentes.

2. Lei dos Metadados. Não percebo como é possível a Assembleia da República parir leis inconstitucionais. Não há para lá assessores aos pontapés? Para que servem?

3. "Pégasus". Muitíssimo conveniente as alegadas escutas dos serviços secretos espanhóis a Pedro Sánchez e alguns ministros, depois de serem apanhados a espiar os líderes catalães. devem pensar que somos parvos, carne para canhão comunicacional, à maneira do método emprenhamento artificial usado com a guerra da Ucrânia.

4. Atrasos de vida. Os talibãs voltam a impor o véu completo e recomendam a burca. Primitivos e maus.

5. Les beaux esprits...  João Botelho a filmar a poesia de Alexandre O'Neill, dará um bom filme? É bem provável.

6. Livro que me apetece. Devagar, a Poesia, de Rosa Maria Martelo (Documenta).

7. Uma frase. «[...] O'Neill tem na relação com Portugal um tema cuja intensidade e profundidade apenas encontra paralelo em pessoa.» Fernando Cabral Martins, JL. Será? O primeiro nome que me vem à cabeça é o de Ruy Belo, mas há outros.

quarta-feira, abril 20, 2022

ah, que orgulho nos nossos valores... (ucranianas LXXI)

Sempre a pugnar pela liberdade e a autodeterminação dos povos, Pedro Sánchez irá a Kiev; claro que isso vai obrigá-lo a fazer marcha-atrás na traição ao povo do Saara Ocidental. Vindo de Kiev, passará por Barcelona, Bilbau e Santiago de Compostela, anunciando o exercício pleno do da democracia -- que ele, Sánchez, não é um reles troca-tintas --, com um referendo sobre a autodeterminação daquelas nações. E já agora, uma pergunta aos oliventinos, cuja vila ocupam ilegalmente: querem voltar ao Alentejo ou permanecer espanhóis?

Diz-se que estarão mulheres e crianças nos estaleiros de Mariupol, onde aboboram os neo-fascistas do Azov. A ser verdade, estão lá a fazer o quê? E a resposta certa é...

E já que estamos a falar dos nossos valores, parece que o Assange sempre será extraditado, depois de anos de tortura (refúgio numa embaixada e solitária na cadeia). Que a Inglaterra, desde que deixou de ser a superpotência imperial que foi até há pouco mais de um século, passou a mastim da ex-colónia.

E já agora: que coveniente aquela acusação de desvio de fundos contra a Le Pen. Se é assim que a UE pensa que vai sobreviver, podemos já dizer adeus a essa bela aspiração secular.

Ah, os valores europeus, que orgulho, que orgulho...

Mas, para mim, nada há de mais valioso do que os valores dos Estados Unidos, democracy, sempre!

ucranianas

sábado, fevereiro 20, 2021

por que não te calas?

 


Este malabarista condena a violência, designando-a como um ataque à democracia, e a Espanha, diz ele, é uma democracia plena. É para rir, para quem não for "espanhol". Uma democracia plena não subjuga nações pela força e a democracia espanhola do Sanchez, do Iglésias, do Felipe VI, está mais próxima da ditadura do Mobutu do que da nossa ou da inglesa. 
No longínquo 1977, quando os Pistols editaram o God Save the Queen ("She ain't no human being") o máximo que aconteceu, salvo erro, foi a sua proibição na BBC; ou quando os Smiths lançaram The Queen is Dead ( "I say, Charles, don't you ever crave / To appear on the front of the Daily Mail / Dressed in your Mother's bridal veil?").  Quarenta e quatro anos depois um rapper é preso por patacoadas. É essa violência e outras de que este gajo devia falar