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segunda-feira, maio 19, 2025

bolas

Desta vez, para meu pesar, o voto não foi suficiente útil para ajudar a eleger António Filipe.

Quanto ao resto: vitória da AD: pode chefiar-se um governo e receber uma avenças por fora, ao domicílio familiar. Como se vê, é o um assunto que não interessa a ninguém, a maioria dos portugueses faria o mesmo, se pudesse.

PS: Pedro Nuno Santos foi vendido como radical... e os portugueses, manhosos como são, não gostam disso. É verdade que também há uma aversão bastante justificada ao partido do catastrófico António Costa, uma enguia de manobrismo. Quero lá saber do PS, ainda para mais gafado do tifo woke...

Chega: afinal, um partido bem português. Antes das eleições do ano passado, não acreditava que chegasse aos 10%; hoje já não digo nada. Pode ter-se um mentiroso e um demagogo como líder, que os eleitores estão-se nas tintas. "Coragem, portugueses," disse o Almada, que continuava...

BE e Livre: a bancada woke perde um deputado no conjunto. É bem.

IL: nada a acrescentar.

PCP: perde um deputado, e dos melhores.

PAN: também são terrivelmente woke, mas no meio desta hecatombe até gostei que Inês Sousa Real ficasse em Parlamento; dá-lhe um outro ar.

JPP: não sei bem o que é, mas Filipe Sousa tem um discurso civilizado, o que quer que isto signifique.

E pronto.

terça-feira, maio 13, 2025

atrás de um idiota

Diz este estúpido que "a chave é ter tropas na Ucrânia". É um imbecil que nem sequer tem filhos para mandar para lá, acirrado por os russos estarem a tramá-lo em África. Isto daria pano para muita conversa. O que espero é que os que agora estão com sorrisinhos eleitorais, em especial Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, sejam políticos portugueses e não nos atrelem a esta criatura. Devo dizer, aliás, que tanto Montenegro como Rangel, para surpresa minha, foram muito menos infelizes nas suas declarações enquanto governantes do que o infelicíssimo Costa e ministro -- não sei se estão recordados do catastrófico Costa, recompensado pela sua miséria política com um posto de corta-fitas na UE. Aqueles tinham ao menos o cuidado da ponderação mínima e de dizer que a acção do estado português decorrerá sempre sob a égide da ONU e no respeito pelo Direito Internacional. Veremos se é só conversa.

segunda-feira, fevereiro 10, 2025

duplo elogio a Pedro Nuno Santos, entre a falsa esquerda 'woke' e os cães-de-guarda do capital

Já me impacientei com ele, agora duplamente o elogio.

O primeiro, a propósito da suas mais do que sensatas declarações a propósito da emigração. Não me pronunciei logo, porque a circunstância de haver um desgraçado sem escrúpulos chamado André Ventura que está a subir na vida à custa da boçalidade primária ou do oportunismo dos portugueses, coibiu-me de o fazer. E, no fundo, fiz mal. Assuntos sérios -- reais ou percepcionados -- não podem ser deixados nem à pseudo-direita avinhada nem â falsa esquerda wokeE se há um problema real ou inventado que os venturas cavalgam, é obrigação de toda a esquerda decente e inteligente de o não deixar à mercê dos oportunistas incendiários de serviço.

Quando Pedro Nuno Santos, mais ou menos inabilmente, se referiu na preservação dos nossos valores culturais, eu li-o uma chamada de atenção para a precária situação das mulheres na maior parte do mundo islâmico -- 'maior parte', pois ainda agora vemos como tudo é bem diferente por exemplo entre os muçulmanos ismaelitas. Assim sendo, fez o líder do PS muito bem em elevar a fasquia para os parâmetros ocidentais at large (Portugal e a sua realidade de violência doméstica é um país subdesenvolvido do Ocidente). A suposta esquerda woke -- a começar pela que mina o PS -- caiu-lhe em cima. Em nome dos seus absurdos padrões duplos de manicómio, convive bem com a domesticação das mulheres islâmicas -- e portanto, lá teve Santos de arcar com o lixo ideológico do costume.

Agora, parece que terá falado em salvaguardar as pensões dos portugueses da economia de casino, dos fundos de investimento e de toda essa panóplia de alavancas da ganância, para choque dos azeiteiros do costume. 

Quando alguém se diz de esquerda, convém dizer coisas de esquerda. Uma delas é o da defesa das mulheres e da necessidade da sua igualdade intrínseca -- se possível contra os neo-fachos woke; a outra é mostrar repugnância pela 'economia de casino' que é uma economia de bordel, em que se movem muito bem todas as traficâncias, e cuja defesa tem também os seus rafeiros a ladrar na praça pública. 

 

segunda-feira, dezembro 09, 2024

coitado do Pedro Nuno Santos

Meteram-lhe na cabeça que o wokismo é a luta, digamos, pela justíssima igualdade, nas diferenças biológicas, entre homem e mulher, ou a liberdade para amarmos quem quisermos, ou seja, a liberdade para pessoas que se sentem atraídas por outras do mesmo sexo o possam fazer livremente e sem descriminação. Se fosse isso, também eu seria woke. Mas ele pelos vistos não sabe, ou finge não saber, que o wokismo não é só isso. 

"Extrema-direita", não é?... Tristeza de simplificação do que é complexo. Não vou perder mais tempo com quem desvaloriza (ou concorda?...) com o pidismo woke. Como tenho dito, PS minado -- e espero que eleitoralmente derrotado. O Mário Soares deveria adorá-los...

segunda-feira, março 11, 2024

eleições

AD - vitória (?) mais sofrida do que estava à espera, a premiar a boa campanha de Montenegro, uma surpresa também para mim. 

PS - boa alocução de derrota (?) de Pedro Nuno Santos. Apesar de tudo, o PS, pelos dois desastrados anos de Costa, merecia uma derrota retumbante, independentemente de PGR e PR.

Ch - Surpreso com os 18%. Pode agradecê-los a Costa. 18 % de deploráveis, mais os paisanos que votaram ADN a pensar que era AD. Em Viseu, o partido antivacinas (!) saltou em dois anos de de 80 para seis mil votos... Como és belo, meu Portugal.

IL - Aguentou bem a pressão do voto útil, manteve o número de deputados.

BE - Aguentou também, mas enquanto a IL tem margem para crescer, o Bloco vai continuar ser comido pelo Livre, PAN e , no futuro, o PS de Pedro Nuno Santos.

PCP/CDU - Ao irreversível envelhecimento do seu eleitorado, em desaparição, teve de arrostar com a campanha sobre a Ucrânia, que o marcou estúpida mas decisivamente. O que não é de admirar, num país com 18% no Chega, mais os paisanos de de Viseu -- esteve quase a eleger. Que país... A esta hora, parece que António Felipe foi eleito. Dou o meu voto por bem empregue.

Livre - Crescimento anunciado e confirmado, pesca no eleitorado do BE, mas não só.

PAN - Sem surpresa.

A ideia com que fico é que isto não vai durar muito. Mas, quem sabe?, talvez Montenegro surpreenda e consiga entalar o Ch.



quarta-feira, fevereiro 21, 2024

Navalny, o fascista reciclado pelos Estados Unidos e beatificado pelo pateta Assis

O maior pateta da política portuguesa dá pelo nome de Francisco Assis, o tal que era contra a Geringonça e agora é cabeça de lista do Pedro Nuno Santos pelo Porto. Comparar o racista e neo-fascista Navalny com Nelson Mandela é revelador... 

Não querendo ficar atrás embora com menos sucesso, o habitual João Gomes Cravinho, trouxe à liça o Humberto Delgado. Depois, estes bicos de pés de mandarmos chamar o embaixador russo, só faz rir, pela completa falta de noção de ridículo, sem falar no mau aspecto que dá do país, cãozinho amestrado e obediente à voz dos donos (tutela partilhada...). Para além do duplo critério, claro, relativamente ao embaixador israelita, como escreveu hoje Pedro Tadeu no Diário de Notícias.

Mas, na verdade, que importa a coerência, a compostura, a prudência, a isenção, o brio?...

Em baixo, belas demonstrações do malogrado "Mandela" russo, de acordo com a cabecinha vesga do Assis.

quarta-feira, fevereiro 14, 2024

os debatentes, so far e até agora

Pedro Nuno Santos - parece que ainda não encontrou largueza suficiente para este estúpido modelo comprimido de entrevistas paralelas.

Luís Montenegro - Bastante melhor do que estava á espera, especialmente quando fez gato-sapato do pobre Ventura, e com visível gozo. Ri-me.

André Ventura - Excrescência. Não serve para nada, a não ser excitar o medo e os instintos primários da populaça -- só a populaça vota no Chega (populaça, independentemente do estatuto social que tenham).

Rui Rocha - Pertencem-lhe os melhores desempenhos, com Mariana Mortágua.

Paulo Raimundo - Melhora o desempenho de debate para debate. Dicção a melhorar também. O debate com Tavares foi o melhor até agora.

Mariana Mortágua - Pertencem-lhe os melhores desempenhos, com Rui Rocha. No final do confronto com Ventura, deixou-se afogar pela bruteza do catterpilar, o que não deve causar estranheza. Até para evitar equiparar-se.

Inês Sousa Real - Eloquente, mesmo prejudicada por razões de saúde. Mas no entanto, repetitiva. A ideia de um partido "útil á democracia" é bem sacada.

Rui Tavares - O mais criativo e surpreendente. Tanto, que até alinha com a Nato, quando deveria ser, especialmente em relação à miséria da política da UE, o tal grilo falante que almeja.  Quer a autodeterminação dos povos, mas não se preocupa com os russos do Donbass e da Crimeia, e até se esquece dos catalães. 

segunda-feira, janeiro 08, 2024

a propósito de AD '79 e AD '24

Estou convencido de que Pedro Nuno Santos e o PS ganharão as próximas eleições (sem o meu voto, claro). Não é difícil. Compare-se não apenas as lideranças (Sá Carneiro, Freitas do Amaral, Ribeiro Teles com Montenegro, Nuno Melo e Câmara Pereira).  Claro que historicamente PNS nunca poderá almejar, em tempos normais, a ser uma figura central na história contemporânea como foi Soares, que, apesar de eu nunca o ter achado grande espingarda, esteve bem e do lado certo, antes e depois do 25 de Abril (não, amigos e palhaços, o lado certo não estava no Gulag nem na Albânia de então...). Também o mesmo se poderia aplicar a Cunhal e a Raimundo, se bem que a máquina do PCP seja tão bem oleada, que até anda sem maquinista.

domingo, dezembro 17, 2023

bom discurso de Pedro Nuno Santos, mas

obviamente não votarei PS, por duas razões: é um partido minado pelo tifo do asqueroso wokismo, com o qual ele, PNSantos, parece conviver bem; por outro lado, nada me indica que contrarie a posição de pura subserviência à Nato, praticada pelo antecessor, apesar de a nossa margem de manobra como membros da aliança ser estreita. Uma nota para a expressão "europeísmo crítico", por si usada. A UE precisa de europeístas críticos como de pão para a boca. Se isto significar alguma coisa na boca de PNSantos, só o saberemos depois. Quanto ao resto, vi uma convicção que me pareceu genuína. Espero que sim, até porque ele será muito provavelmente o próximo primeiro-ministro, com entendimentos à esquerda, espero que com o PCP. Ter o PS à solta só com o Bloco, o Livre e o PAN, amigos do Zelensky e da lavagem ao cérebro da sexualidade das criancinhas, apesar de a passividade do PC neste ponto deixar muito a desejar. Deveriam tomar o Putin como exemplo, e travar a brincadeira; mas, para ser franco, não estou ver. Parece-me que PCP vê o wokismo como uma borbulhagem que passa com uma terapêutica adequada, o que creio ser um erro grave; e, claro, escaldados com o balir do rebanho a propósito da Ucrânia, não lhes deve apetecer estar na berlinda por assuntos que reputam como secundários. No entanto, estou inclinado a dar-lhe os voto. Diante deste panorama, a quem mais?

terça-feira, novembro 21, 2023

a pobre pólis ou o país que não presta

estas tricas sobre quem disse o quê a quem entre Marcelo e Costa -- já não estava habituado a estas figuras;

a luta pela conquista do poder no PS entre Carneiro e Santos (o outro já se sabe o que é; este, aposto que vai ser outro cordeiro da Nato -- muito me admiraria que viesse dali uma noção do peso político simbólico e de influência internacional que um velho estado pode ter). Quanto a lítios e aeroportos, PNSantos também já deu provas do que é capaz;

a incompetência deste país de aparências. em que é preciso que um descendente de um judeu português seja feito refém para que a puta da papelada ande; e que uns luso-palestinos sejam mortos (uma mãe e duas crianças) para que os sobreviventes sejam evacuados para o Egipto no dia a seguir;

oh, e as azémolas do Ministério Público, não só pelas sucessivas anedotas dos tropeços nos factos, como para aquele ter mais olhos que barriga, que até parece ser de propósito. O que tem a ver o lítio do Barroso com o centro de dados de Sines? por que razão juntam dois processos diferentes? Por tratar-se do mesmo ministro? É que enquanto cidadão comum que ainda não percebeu porque foram dentro o influencer (!) e o autarca, continuo também sem perceber como não há sangue na história do lítio, com a tal empresa a ser constituída uns dias antes, história manhosa a fazer lembrar a compra dumas máscaras antifogo a uma empresa com sede num parque de campismo. 

quinta-feira, fevereiro 20, 2020

decidir aerobortos em cima do joelho porque sim, e é comer e calar; ou não queriam mais nada; ou vivam a Moita e Montalegre!

Alguém que ponha na ordem estes deslumbrados, que não há paciência para arrogância, autossuficiência, desprezo pelos concidadãos, falta de cultura democrática. Eu costumava achar piada aos jovens turcos do PS, pareciam-me arejados, sem desgaste pelas manhas do poder (ingenuidade) nem tiques autoritários.
Recentemente, João Galamba, investido de poder e secretarialmentedeestado engravatado, a propósito das aldeias do lítio em Montalegre, aduziu dois argumentos supostamente de peso para avançar com o processo de prospecção: primeiro, o concurso fora lançado pelo governo anterior (PSD) e o governo actual teria de o cumprir sob pena de pagar(mos) pesadas indemnizações, etc. -- a cantiga do costume. O segundo argumento: não pode uma população, neste caso as das aldeias afectadas pela extracção do lítio, condicionar o resto do país, até por uma questão de solidariedade com o todo nacional, e mais violinos.
Argumento parecido quanto ao aeroborto do Montijo, lançado pelo governo do PSD, ou lá o que foi, e que -- diz agora o ministro Pedro Nuno Santos que a Moita (esquecendo-se dos outros, mas que fosse só a Moita...) não pode negar uma oportunidade que afecta o país.

Este episódio mostra bem que a coisa foi decidida em cima do joelho, tipo petit comité de estado-maior governamentalo-partidário. Só agora, depois desta conversa toda, se aperceberam que foram apanhados com as calças na mão. Para que servem os batalhões de assessores, juristas e outra macacaria? (Sobre isto haveria muito a dizer, mas não quero desviar-me.) Arrumando a questão legal: estamos todos fartos dos factos consumados e das pesadas heranças transmitidas de um governo para outro, das obrigações legais urdidas sempre pelos mesmos. Aqui, já não se fala em mudar a lei, curiosamente -- até porque, como disse um conhecido facilitador de negócios, a esta hora já os caterpilares deveriam estar a trabalhar no Montijo…

Mas isto são questões legais com contornos duvidosos, pouco claros, assuntos eventualmente de polícia e justiça, a gangrena de que se alimentam agremiações manhosas como o Chega e quejandos, pasto para invejosos e desiludidos da vida (a propósito: alguém foi julgado e condenado, alguém foi para a cadeia por causa do nascimento do Siresp? Já quase ninguém se lembra, não é? Provavelmente até já prescreveu a negociata enjorcada por um ministro de saída, e que o governo seguinte lá teve endossar sob pena de o Estado ter de pagar chorudas indemnizações, ou seja, corrupção e rapina -- ou seja, vileza.

Politicamente gravíssimo é o autoritarismo revelado pela dupla Galamba & Santos. Para o primeiro, as aldeias de Montalegre têm de amochar para benefício do país todo. Pois não têm; têm o dever de exigir um debate muito alargado no seu município, e só a eles caberá decidir se estão ou não de acordo com a abertura dessas minas à exploração, com contrapartidas muito bem definidas no caso de concordância, sendo o Governo o mediador entre população e empresa. Mas só e apenas nesse caso. Se não concordarem, que vão prospectar e abrir buracos para outro lado. O mesmo se passa com a Moita e os restantes municípios contrários ao aeroporto. Não querem, não há, ponto final. E escusa o ministro de vir fazer voz grossa e ameaçar com um rolo compressor legislativo para cilindrar as populações. (Aliás, estas têm tanta ou mais razão quando se vê agora que foi tudo decidido em cima do joelho.) Em democracia é o povo quem mais ordena; aqui sim, justifica-se um referendo, exclusivamente local e vinculativo se a participação for superior a metade do número de eleitores, após uma campanha com debate, esclarecimento, contrapartidas no papel. E só aí: tudo o resto é antidemocrático, anti-ético, e como tenho escrito, legitima toda a resistência não-violenta.
Aliás, se a decisão for para a frente, contra tudo e contra todos, a ocupação do terreno pelas populações não só está mais do que justificada, como é um imperativo ético, em nome do presente e das futuras gerações.


quinta-feira, janeiro 16, 2020

onde estão os estudos?

Pedro Nuno Santos diz que a localização do aeroporto em Beja não é viável, mesmo com tgv, e que isso está mais que estudado. Então ele que mostre os estudos, para não cair na suspeição de ser permeável ao lobby hoteleiro , cujo porta-voz, aliás, diz não haver tempo nem dinheiro para mais estudos. Em que ficamos?... Deve ser isto a política da (avi)ação climática do governo; mas está no ministério errado, que é o do ambiente e do lítio.

quarta-feira, outubro 07, 2015

Espero não estar a lançar foguetes demasiado cedo

nem a contar com o ovo no rabo da galinha por parte do BE, mas parece-me que há uma genuína vontade de entendimento na esquerda parlamentar maioritária. As declarações dos dois líderes à saída da sede do PCP indiciam-mo. Nem o país perceberia que não se fizessem todos os esforços nesse sentido. A aspiração da rua fez-se ouvir durante a campanha.
Por outro lado, António Costa, agora já sem a plastificação artificiosa da campanha eleitoral é o secretário-geral certo no momento certo. A delegação à Soeiro Pereira Gomes foi de grande agudeza política: Carlos César, presidente do PS; Pedro Nuno Santos, elemento da ala esquerda do partido e um dos mais acerbos críticos da troika; finalmente, Mário Centeno, o coordenador do programa económico apresentado antes das eleições, que, por sinal, tomava notas com afã.
Há razões para ter alguma esperança.

Em tempo: vi depois, numa outra estação, também Ana Catarina Mendes, um dos melhores quadros políticos do PS, que nas eleições de domingo encabeçou a lista vencedora por Setúbal.