Hans Christian Andersen: «Vi-os quase diariamente nos quatro anos que viveram aqui, antes de partirem para a Suécia a fim de conhecerem também este país e aprenderem a sua língua. Anos se passaram sem que nos correspondêssemos ou notícias tivéssemos uns dos outros. Sucedeu, porém, que bom tempo depois um compatriota me veio pedir algumas palavras de recomendação para um deles em Lisboa, cidade que supunha já ter eu visitado.» Uma Viagem a Portugal em 1866 (1868) - trad. Sinva Duarte § Ivo Andrić: «Uma destas planuras começa aqui, em Visegrad, no lugar onde o Drina irrompe, numa súbita curva, da profunda e estreita ravina formada pelos rochedos de Butkovo e as montanhas de Uzavnica. A curva que o Drina aqui faz é excepcionalmente cerrada e as montanhas de ambos os lados são tão ingremes e tão próximas que parecem um sólido bloco de pedra de onde o rio jorra, como de uma muralha parda.» A Ponte sobre o Drina (1945) - trad. Lúcia e Dejan Stanković § Leonid Andreiev: «Pomerantzev não tinha direito à reforma, mas esta foi-lhe concedida em atenção aos seus vinte e cinco anos de exercício irrepreensível no cargo que desempenhava e às necessidades contraídas com a sua doença. Assim ficou a dispor de meios com que pagar a sua clínica até se finar, já que o mal era, no parecer dos médicos, um caso sem esperança de cura.» Os Espectros (1904) - versão de Manuel do Nascimento § Mikhail Bakunin. «Se ela tivesse guardado um pouco dessa vitalidade, um pouco desse fogo sagrado que lhe permitiu conquistar o mundo no passado, ela teria encontrado em si própria a coragem para reconhecer que se encontra hoje numa situação impossível, e que a menos que faça um esforço heróico da sua parte, ela estará para todos os efeitos perdida, desonrada, arruinada e ameaçada de perecer na confrontação.» O Socialismo Libertário, «O movimento internacional dos trabalhadores» (1869) - trad. Nuno Messias § Woody Allen: «Fiquei em casa de Man e Sting Ray, e Salvador Dalí vinha muitas vezes jantar connosco e Dalí decidiu fazer uma exposição individual, o que levou a cabo e foi um enorme sucesso, porque só apareceu uma pessoa e aquele foi um inverno francês, alegre e esplêndido.» Getting Even / Para Acabar de Vez com a Cultura (1966) - «Memórias dos anos vinte» - trad. Jorge Leitão Ramos
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terça-feira, dezembro 30, 2025
terça-feira, junho 04, 2019
quinta-feira, janeiro 10, 2019
vozes da biblioteca
«Na curta viagem do comboio suburbano, escutando a nossa conversa, a menina, que não teria dez anos e veio a morrer de tuberculose tempos depois, fitava-me sem falar, com uma expressão de angústia infantil nos grandes olhos claros, ao mesmo tempo que em vão puxava para baixo, nos joelhos friorentos, a barra do vestidinho demasiado curto.» José Rodrigues Miguéis, Uma Flor na Campa de Raul Proença (1979) [1985]
«O António Pedro, um bocado na senda do Dalí, garantia ter recordações do útero materno.» Alexandre Babo, Recordações de um Caminheiro (1993)
«Uma mão que se apertou, umas palavras que se trocaram, uma amizade que aflorou, aqui, ali, a norte, a sul, neste país, neste e naquele continente, para cá e para lá dos oceanos.» Ferreira de Castro, «Delfim Guimarães» (1934) [1996]
segunda-feira, junho 18, 2018
segunda-feira, abril 16, 2018
terça-feira, julho 21, 2015
segunda-feira, agosto 11, 2014
Ian Anderson, Dalí e Magritte
Ian Anderson gosta de arte e, não sendo um coleccionador, agrada-lhe tê-la, sabendo, de resto, o que ela vale, nos dois sentidos: "As a schooolboy I became acquainted with the work of Salvador Dalí [...]. He knew how to court the interest of the public and did so shamelessly. You get more bang for your buck with Magritte than Dalí." Classic Rock #200, Agosto 2014).
Etiquetas:
Ian Anderson,
Jethro Tull,
René Magritte,
Salvador Dalí
sexta-feira, março 17, 2006
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