Isto sim, é verdadeiramente importante e tem um significado real. Uma activista que não se resignou ao tratamento infra-humano que uns animais de forma humana lhe aplicaram, criminosos reles que falam de Alá; e um homem que dedica a vida a minorar o sofrimento das suas concidadãs, vítimas de toda a soma de bestialidades, da cupidez â dominação cruel. Existe mal no mundo, sendo o mais poderoso e destrutivo o que não o tem estampado na cara, mas se mascara com frases bonitas, fato e gravata ou perfumes caros. São pessoas como Denis Mukwege e Nadia Murad que dão sentido à existência e mostram o vazio de noventa por cento do palavreado com que ocupamos o espaço público.
Mostrar mensagens com a etiqueta Nadia Murad. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nadia Murad. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, dezembro 11, 2018
quinta-feira, outubro 27, 2016
Um Prémio para a dignidade do indivíduo
Muito bem dado, o Prémio Sahkharov para Nadia Murad e Lamiya Aji Bashar, de iraquianas de religião iazidi, vítimas daqueles excrementos em forma humana do Estado Islâmico. O chamado Ocidente tem muitos crimes às costas e gentalha igualmente repugnante, com bons fatos e perfumes caros; mas distinções como esta ou o Nobel da Paz atribuído a Malala Yuzafai, são também sinais de civilização, que demonstram que há fronteiras cuja transposição nem sequer em hipótese podem ser ultrapassadas.
Etiquetas:
Lamiya Aji Nashar,
Malala Yusafai,
Nadia Murad
Subscrever:
Mensagens (Atom)