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sábado, setembro 21, 2019

livros que me apetecem

No Devagar Depressa dos Tempos, de Marcello Duarte Mathias (D. Quixote)
O que Eu Ouvi na Barrica das Maçãs, de Mário de Carvalho (Porto Editora)
O Zen e a Arte da Escrita, de Ray Bradbury (Cavalo de Ferro)

no papo:
Caim, de José Saramago (Porto Editora)

sábado, abril 25, 2015

no fundo do olhar

"Por enquanto, porém, e mais uma vez, é no fundo do olhar -- no olhar onde há vagar e preguiça -- que melhor se pressente a presença do corpo: a linha das pernas, a extremidade das ancas, a curva lenta e polida das coxas, o relevo e a lisura do ventre, essa íntima consonância do corpo e da nudez. Beleza em forma de segredo!
Não se beija a exuberância, beija-se o pudor."

Marcello Duarte Mathias, Mas É no Rosto e no Porte Altivo do Rosto (1983)

segunda-feira, janeiro 05, 2015

o inexprimível

«Restos de adolescência, breves imagens logo perdidas, fluência de movimentos em desenhos de tapeçaria, raros sorrisos tocados de saber e melancolia.»

Marcello Duarte Mathias, Mas É no Rosto e no Porte Altivo do Rosto (1983)

quarta-feira, agosto 06, 2014

da arte como pudor

«Da sua obra não se poderá dizer, todavia, que é datada pois que dela se desprende precisamente o contrário, a insularidade e a distância de quem decidiu isolar-se para não se desperdiçar ou trair.»

Marcello Duarte Mathias, Mas É no Rosto e no Porte Altivo do Rosto (1983)

domingo, março 23, 2014

figuras de estilo: Marcello Duarte Mathias

«A nossa mulher, ou aquela com quem se vive, é o nosso outro bilhete de identidade, igualmente intransmissível.»

«Ao acaso das horas», JL #1134, 19.III.2014

quinta-feira, abril 21, 2005

Caracteres móveis - Marcello Duarte Mathias

O que mantém um homem de pé são os seus mortos. Quem não os tem, já morreu.
O Destino Velado