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segunda-feira, abril 05, 2021

a arte de começar

 «Manuel Portugal, meu saudoso e muito amado pai, no princípio dos anos setenta do século passado numa despedida em Lisboa, que por lástima haveria de descobrir ser a derradeira, entregou-me um extenso acervo de fotografias, documentos, cartas velhas esmaecidas e dois livros gordos de capa rígida ao tempo utilizados nos registos de caixa de comércio: assentamentos de deve e haver. Em linhas direitas numa letra redonda, certa, apontando ligeiramente para a frente, com as certezas absolutas em que sempre viveu, anotou e percorreu as muitas estações da sua vida e da família. Recuou na busca e colecção de memórias até ao meu trisavô paterno: o anspeçada Josué Cristina, um homem de costados e olhares levantados e direitos, o que lhe acarretaria bons dissabores e uma mão cheia de sustos.»

Mário Silva Carvalho (1948), Regresso a Quionga (2019)


domingo, junho 10, 2018

cabaz da feira

50 Milhões de Fãs não Podem Estar Enganados; Stephen Pastis (Bizâncio)
A Amazona Portuguesa, Mário Silva Carvalho (Saída de Emergência)
Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa, Luís Filipe Silva (Saída de Emergência)
A Belle Époque, Ana Maria Daou (Jorge Zahar Editor)
Berimbau e Outros Poemas, Manuel Bandeira (José Olympio Editora)
A Corja, Camilo Castelo Branco (Lello & Irmão)
Insanus, Carlos Querido (Abysmo) 
A Modernidade: Um Projecto Inacabado, Jürgen Habermas (Vega)
Noites de S. Peterburgo, Nikolai Gógol (Saída de Emergência)
Os Passos Perdidos, Alejo Carpentier (Saída de Emergência)
Os Putos, Altino do Tojal (Europress)
A Velha Casa -- I - Uma Gota de Sangue; José Régio (Círculo de Leitores)
Vulcões de Lama, Camilo Castelo Branco (Lello & Irmão)