É da natureza das ditaduras totalitárias não haver complacência para com a dissidência. Liu Xiabo, pelo pouco que dele sei -- e poderia, e deveria saber mais, pois há pelo menos um livro seu publicado entre nós: Não Tenho Inimigos, não Conheço o Ódio --, foi um preso de consciência na verdadeira acepção do termo: um pensador livre e pacifista. Uma voz ética e moral, a mais perigosa das subversões, portanto.
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sexta-feira, julho 14, 2017
quarta-feira, outubro 14, 2015
se o governo de Angola não se dá ao respeito, não merece ser respeitado
Outra coisa são os direitos humanos! Aí não há países nem ingerências nem sensibilidades nem cerimónias. Por isso, quando um governo de qualquer país atenta contra a dignidade do ser humano, impedidndo-o de se manifestar e encarcerando-o, tem de estar sob forte pressão condenatória da comunidade internacional.
Assim, enquanto o governo e a justiça angolanas não se comportarem civilizadamente neste caso dos jovens detidos, entre os quais está o grevista da fome Luaty Beirão (estou-me nas tintas para a nacionalidade dele, dupla ou tripla), a denúncia do caso e execração da atitude do governo de Angola -- que tem de acabar rapidamente com esta farsa -- é um dever de todos os que têm a Liberdade de consciência e de expressão como valor absoluto e sagrado.
E já agora, com Luaty Beirão, quero lembrar outros presos políticos: o palestiniano Marwan Barghouti, o curdo Abdullah Öcalan, o chinês Liu XiaoBo, o australiano Julian Assange e o norte-americano Edward Snowden.
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