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quinta-feira, janeiro 01, 2026

as minhas melhores leituras e releituras de 2025 (tanto quanto consigo lembrar-me...)

leituras:

As Mãos Sujas, Jean-Paul Sartre

Camilo Visto por José Régio (ed. Manuel Matos Nunes)

Cartas a um Jovem Poeta, Rainer Maria Rilke

Chiquinho, Baltasar Lopes

Lições da História, Edgar Morin

Na Senda da Poesia, Ruy Belo

O Essencial sobre Manuel Maria Barbosa du Bocage, Daniel Pires

O Príncipe com Orelhas de Burro, José Régio

Poesia, Sophia de Mello Breyner Andresen

O Livro dos Cavaleiros, Augusto Casimiro

Sonetos, Bocage (edição de M. Pinheiro Chagas)

Tempos Interessantes, Eric Hobsbawm


releituras:

Aquele Grande Rio Eufrates, Ruy Belo

Cardoso Pires por Cardoso Pires, José Cardoso Pires com Artur Portela, Filho

Cartas Portuguesas, Sóror Mariana Alcoforado

Frango com Ameixas, Marjane Satrapi

Homem de Palavras[s], Ruy Belo

Novas Cartas Portuguesas, Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa

O Delfim, José Cardoso Pires

Sonho de uma Noite de Verão, William Shakespeare

Terra Fria, de Ferreira de Castro

Transporte no Tempo, Ruy Belo

domingo, agosto 10, 2014

Thijs van Leer: Bach, o maior herói

Filho de um flautista apaixonado por Bach, Thijs van Leer (teclas, flauta e voz dos Focus), tem o mestre alemão como o maior dos seus heróis (continuo com o #200 da Classic Rock, Agosto 2014). Mas as referências do progger holandês estendem-se de Béla Bartók aos Earth Wind & Fire, de Miles Davis e John Coltrane aos Weather Report, entre muitos outros, sendo que na flauta jazz o ídolo é Roland Kirk: «The flute become an instrument that could be played alongside louder ones like guitar, bass and drums.»  Fora da música, van Leer menciona os existencialistas Kirkegaard e Sartre (rock progressivo é outra coisa) e Marcel Marceau.