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quinta-feira, fevereiro 22, 2024

ainda Navalny, sem bater mais no morto, mas assestando a mira aos tolos cá da parvónia

Mão amiga fez-me chegar o artigo do major-general Carlos Branco, a propósito do mal contado caso da morte de Navalny ( o discurso cavernoso de crepes de Lobo Xavier, que quase choru na "Quadrarura", ou a penosa indignação selectiva de Pacheco Pereira não conseguem competir com o descabelo de Assis -- Navalny, o Mandela russo...:). 

Eu, que sou um mero curioso destas coisas, não totalmente desinformado, sinto-me sempre confortado quando vejo alguém da craveira de Carlos Branco coincidir no essencial com o que penso sobre o assunto).

Claro que não é preciso ser um génio para levantar dúvidas e questões (ou afirmar umas quantas certezas) ocorridas em torno da morte do "democrata" reciclado Navalny; com alguma leitura e estudo, basta ter honestidade intelectual, e saber pensar.

quarta-feira, fevereiro 21, 2024

Navalny, o fascista reciclado pelos Estados Unidos e beatificado pelo pateta Assis

O maior pateta da política portuguesa dá pelo nome de Francisco Assis, o tal que era contra a Geringonça e agora é cabeça de lista do Pedro Nuno Santos pelo Porto. Comparar o racista e neo-fascista Navalny com Nelson Mandela é revelador... 

Não querendo ficar atrás embora com menos sucesso, o habitual João Gomes Cravinho, trouxe à liça o Humberto Delgado. Depois, estes bicos de pés de mandarmos chamar o embaixador russo, só faz rir, pela completa falta de noção de ridículo, sem falar no mau aspecto que dá do país, cãozinho amestrado e obediente à voz dos donos (tutela partilhada...). Para além do duplo critério, claro, relativamente ao embaixador israelita, como escreveu hoje Pedro Tadeu no Diário de Notícias.

Mas, na verdade, que importa a coerência, a compostura, a prudência, a isenção, o brio?...

Em baixo, belas demonstrações do malogrado "Mandela" russo, de acordo com a cabecinha vesga do Assis.

segunda-feira, abril 04, 2022

levou tempo, mas ainda vão lá (ucranianas LIX)

 Alguns historiadores e especialistas em relações internacionais levaram tempo a perceber que isto não é uma guerra entre a Rússia e a Ucrânia, mas entre dois imperialismos. Alguns coitados porém, tendo aí chegado e comendo a papa toda que lhe põem à frente, acham muito mal que se fale em acontecimentos passados (estão a referir-se ao crime do Iraque, mas não o dizem). Como se a lógica fosse diferente em duas décadas, como se a maior parte dos protagonistas tivesse desaparecido, como se o actual inquilino da Casa Branca não tenha estado directamente implicado nessa guerra com pretextos inventados (coisa que não se pode dizer sobre a Ucrânia, correndo o risco de se parecer efectivamente estúpido ou aldrabão). 

Algumas destas luminárias até se dizem de esquerda; uns quantos circularam inclusivamente pela dita extrema. Ora, não se trata de relativizar a acção da Rússia, que formalmente atenta contra o Direito Internacional, e onde a esquerda não existe, mas de estes pífios analistas e historiadores vesgos, com um suposto posicionamento à esquerda, desvalorizarem o que é a estratégia dos Estados Unidos, a potência que lidera a Nato, como se o imperialismo predatório americano houvesse mudado de natureza. Alguns são tão tapados que nem se aperceberam de que o que se está agora a passar estava já a preparar-se com a suposta vitória da Clinton, ficando entre parênteses com a ascensão do Trump, que, pertencendo ao grupo dos que manobram e não dos manobrados -- clintons, bidens e quejandos --, tinha a sua contabilidade própria, sem precisar de pagar a factura da eleição. Parece, pois, já terem percebido que a Ucrânia é um mero campo de batalha, e que os ucranianos são carne para canhão usada pelos seus líderes políticos

Ainda não escrevi aqui algo que toda a gente sabe; mas que nunca é de mais sublinhar: o filho do Biden, um lóbista -- ou seja, um homenzinho de aluguer que se arrenda para conseguir favores em troca dos seus contactos --, tem ligações e interesses na Ucrânia, nomeadamente, segundo pude ler, na empresa de gás ucraniana, e provavelmente outras.

Hoje ouvi na rádio José Manuel Fernandes, um tipo que defendeu a invasão do Iraque, na sequência do Assis (uma caricatura pertencente à raça dos que gostam de se ouvir, o que impressiona qualquer parolo), atirar-se contra um tipo que tem sido muito badalado, ex-espião e mais não sei o quê, que tem uma posição não sei se pró-russa ou equidistante. Nem me lembro do nome, porque aparece na sic, que só vejo por acidente, com medo que ocorra o inefável Milhazes. No entanto, parece que terei de estar mais atento. (Tive de ir à procura do nome do homem de quem se fala: Alexandre Guerreiro -- e a que horas fala ele?)

ucranianas

quarta-feira, outubro 22, 2014

não havia necessidade

Eu até percebo que, por razões de civilidade e elegância, um deputado português, que não correligionário, aplaudisse o último discurso de Durão Barroso no Parlamento Europeu. Fazê-lo de pé, como sucedeu com Assis, é que, atendendo à personagem, me parece excessivo.