Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Jorge Fabião. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Jorge Fabião. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, janeiro 09, 2026

5 versos de Fernando Jorge Fabião

«Aprender o breviário do estio. / Lavar o olhar / na luz morosa da tarde / em cada rosto / em cada pedra.»

Na Orla da tinta (2001)

quarta-feira, dezembro 03, 2025

6 versos de Fernando Jorge Fabião

«Todo o Verão tem o seu assombro / paisagens altas / onde principio a escrever / (num silêncio de sinos) / vocábulos escassos, dissonâncias / numa saudade de rosas e luz estilhaçada.» 

Na Orla da Tinta (2001)

segunda-feira, novembro 10, 2025

3 versos de Fernando Jorge Fabião

«Com um pé na norma / e outro na errância / navego no coração do vento» 

Na Orla da Tinta (2001)

sexta-feira, outubro 03, 2025

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«um gesto camponês / lavrando a solidão incendiando a terra» 

Na Orla da Tinta (2001)

sexta-feira, agosto 01, 2025

2 versos de Fernando Jorge Fabião

 «um dia a música do mar / será mais leve que o verde» 

Nascente da Sede (2000)

quarta-feira, julho 02, 2025

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«O apego à pequena luz do teu riso / salva-me o dia.» 

Nascente da Sede (2000)

segunda-feira, maio 26, 2025

1 verso de Fernando Jorge Fabião

 «Claridade, mansidão dos justos.»

Nascente da Sede (2000)

quarta-feira, maio 07, 2025

5 versos de Fernando Jorge Fabião

«entrar em casa / é pensar a mulher / na limpidez absoluta das sílabas / quando ainda se ignora a morte / e tudo pode ser dito» 

Nascente da Sede (2000)

quinta-feira, abril 10, 2025

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«Preciso da tua lâmpada / para atravessar os dias» 

Nascente da Sede (2000)

quarta-feira, março 19, 2025

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«És o nome em que tropeço / a água que me prende» 

«És o nome», Nascente da Sede (2000)

sexta-feira, fevereiro 28, 2025

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«Quando falas / uma brisa furtiva povoa a casa» 

Nascente da Sede (2000)

segunda-feira, fevereiro 17, 2025

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«as veias dos mapas  são fundas / como minas abandonadas» 

Nascente da Sede (2000)

sexta-feira, janeiro 17, 2025

3 versos de Fernando Jorge Fabião

«Tenho cabelos brancos / cor de prata / cor de pranto» 

Nascente da Sede (2000)

quinta-feira, dezembro 05, 2024

3 versos de Fernando Jorge Fabião

«Há noites em que a madeira / pede um incêndio, um pó voraz / que a liberte» 

Nascente da Sede (2000)

quinta-feira, novembro 07, 2024

4 versos de Fernando Jorge Fabião

«Vives prisioneiro / de uma videira, da empa, / dos ofícios em que as mãos / prolongam a terra.» 

Nascente da Sede (2000)

segunda-feira, outubro 07, 2024

6 versos de Fernando Jorge Fabião

«Caminhas na terra liberta / pelo arado indecifrável do vento / reúnes resto de cereal, canas, pedaços de musgo // e as tuas mãos acendem / o verde mais verde / que habita nos campos.» 

Nascente da Sede (1999)

quarta-feira, julho 31, 2024

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«Ceifaram rente os campos / agora, é mais cruel a solidão do vento.»

Nascente da Sede (2000)

sexta-feira, julho 19, 2024

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«Não sei acender um fósforo / contra o vento.»  

Nascente da Sede (2000)

sexta-feira, julho 05, 2024

2 versos de Fernando Jorge Fabião

«há casas atravessadas / por um dom luminoso e feroz»

Nascente da Sede (2000)

domingo, junho 23, 2024

1 verso de Fernando Jorge Fabião

«Pus as mãos / sobre a tua sombra» 

Nascente da Sede (2000)