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domingo, setembro 03, 2023

caderninho

 «Lutero, prefiguração do homem moderno, assumiu todo o tipo de desequilíbrios: um Pascal e um Hitler coabitavam nele.» 

E.M. Cioran, Silogismos da Amargura

domingo, setembro 01, 2019

na estante definitiva

Lê-lo, é deixar-se impregnar pela coragem de pensar -- "pensar contra si próprio" é o título de um capítulo --, tal como sucede, por exemplo, com Nietzsche; é não querer terminar e é perder a noção do tempo. É tentar, sem êxito, escrever qualquer coisa que se aproxime.

ficha:
E. M. Cioran, A Tentação de Existir, Lisboa, Relógio d'Água, s.d.
tradução: Miguel Serras Pereira e Ana Luísa Faria.
ano da edição original: 1956.
185 págs.

segunda-feira, julho 15, 2019

lista para a estante definitiva (1-6)

(no seguimento deste post)

1. A Catedral, de Manuel Ribeiro (1920) - Literatura portuguesa. Romance.
2. A Guerra Não Tem Nome de Mulher, de Svetlana Alexievich (1985) - História da II Guerra Mundial.  História do Século XX. Historiografia.
3. A Tentação de Existir, de E. M. Cioran (1956) - Ensaio. Filosofia. Fragmentos.
4. Afluentes Teórico-Estéticos do Neo-Realismo Visual Português, de Fernando Alvarenga (1989) - História da arte. História de Portugal. História do Século XX.  
5. O Meu Coração É Árabe, de Adalberto Alves (1987). Poesia. Poesia do Al-Andaluz. História de Portugal.
6. Os Charutos do Faraó, de Hergé (1934/1955). Quadradinhos. BD franco-belga.
[acho que vou fazer um blogue só para isto, com comentários a cada livro]

domingo, junho 09, 2019

vozes da biblioteca

«As nossas virtudes não são mais, na maior parte das vezes, que vícios mascarados.» François de La Rochefoucauld, Máximas (1664) (trad. Cristina Proença)

«Cada época histórica contempla-se no quadro e na mitologia activa do próprio passado ou de um passado tomado de empréstimo a outras culturas.» George Steiner, No Castelo do Barba Azul (1971) (trad. Miguel Serras Pereira)

«Não há obra que não se volte contra o seu autor: o poema esmagará o poeta, o sistema o filósofo, o acontecimento o homem de acção.» E. M. Cioran, A Tentação de Existir (1956) (trad. Miguel Serras Pereira e Ana Luísa Faria)

quarta-feira, março 27, 2019

vozes da biblioteca

«Depois de havermos trilhado a velha Mesopotâmia, as suas estepes rechinando ao sol, que poeiras ardentes percorriam também e nos queimavam o rosto como enxames de faúlhas, depois de termos auscultado esses largos desertos de onde a nossa civilização lançou os primeiros clarões sobre um mundo espiritual ainda em trevas, voltámos a entrar nas salas das antiguidades orientais do Louvre que tanto frequentáramos antes de partir.» Ferreira de Castro, as Maravilhas Artísticas do Mundo (1959-1963)

«O jagunço destemeroso, o tabaréu ignaro e o caipira simplório, serão em breve tipos relegados às tradições evanescentes ou extintas.»  Euclides da Cunha, Os Sertões (1902)

«Tantas páginas, tantos livros que foram as nossas fontes de emoção, e que relemos para estudar neles a qualidade dos advérbios ou a propriedade dos adjectivos!» E. M. Cioran, Silogismos da Amargura (1952) (trad. Manuel de Freitas)