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quinta-feira, junho 26, 2025

4 versos de Armando Taborda

«o incerto / é o mais concreto / porto // onde chegar.» 

Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1996)

quinta-feira, junho 05, 2025

4 versos de Armando Taborda

«banco de jardim ao sol onde me sento / espero que a morte me leve / à velocidade da luz / para a explicação da vida»

Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1986)

sexta-feira, março 21, 2025

1 verso de Armando Taborda

«O universo é perverso» 

Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1996)

quarta-feira, março 05, 2025

3 versos de Armando Taborda

«escondes-Te / em tudo o que há / para não Te mostrares» 

Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1986)

quarta-feira, janeiro 08, 2025

2 versos de Armando Taborda

«mas é de sons / que a escrita é feita.» 

Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1986)

segunda-feira, outubro 14, 2024

2 versos de Armando Taborda

«A alma Ibérica tem raízes de pedra / e sonhos de azinheira» 

Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1980)

terça-feira, julho 09, 2024

4 versos de Armando Taborda

«Nuvens / desfeitas pelo vento / exangues de morte / lentas» 

Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1996)

quinta-feira, maio 02, 2024

4 versos de Armando Taborda

«Sou poeta / de índole calma / o sol está-me à porta / da alma.»  Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1996)

quarta-feira, outubro 25, 2023

antologia improvável #519 - Armando Taborda


VIVALDI, AS QUATRO ESTAÇÕES


Quando as estações

são música

não há alterações climáticas

que perturbem

as previsões meteorológicas da terra. 


Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1986)

domingo, setembro 17, 2023

antologia improvável #506 - Armando Taborda


ANTON BRUCKNER, SINFONIA N.º 7


Melodia imponderável de águas no planalto.


Vapores líquidos trepam beleza incontida por árvores decrépitas

e súbito

loucas

rolam pela encosta torrentes fragmentadas de luz

diáspora incontida do som que paira na montanha.


Eco desejado

e para sempre 

repetido.

Palavras, Músicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade (1986)