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segunda-feira, dezembro 03, 2018

os livros de Novembro

A Modernidade -- Um Projecto Inacabado, Jürgen Habermas (1981)
Belém do Pará (1616-2016), VV. AA. (2016)
Germinal, Émile Zola (1885)
Maria Lamas, Mulher de Causas, José Gabriel Pereira Bastos (2017)
Maus -- A História de um Sobrevivente, Art Spiegelman (1973)
Maus -- II Assim Começaram os Meus Problemas (1986)
O Amante Japonês, Armando Silva Carvalho (2008)
O Mundo às Avessas -- O Manicómio Contemporâneo, João Maurício Brás (2018)
Para Chegar a uma Estrela, Vergílio Alberto Vieira (2005)
Um Passado Imprevisível, Ernesto Rodrigues (2018)
Um Projecto Libertário, Sereno e Racional, João Freire (2018)

domingo, novembro 11, 2018

quinta-feira, junho 01, 2017

Armando Silva Carvalho [Poetas de qualidade, como ele, ficam para aí dois ou três, quatro ou cinco.]


Tu tinhas esse lindíssimo timbre
das primas-donas espanholas.
Preparavas todas as manhãs o branco
da garganta com vários goles de vinho
e praguejavas alto para que os teus filhos
(cada um de seu pai)
te fossem por recados e merendas.
O teu ofício era vender pedras de cal
aos gordos fazendeiros
que te percorriam o ventre inchado
nas noites de dezembro
e iam mijar depois dentro das bilhas
de água.
Ainda não morreste no meu tempo
mulher de cal e mágoa.
Cada casa caiada é a pele do teu corpo.


(Alexandre Bissexto, 1983)



quinta-feira, janeiro 16, 2014

Nas braçadas da vida / Seríamos crianças um do outro / Que é a melhor definição para a ternura
Armando Silva Carvalho

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

O teu rosto surge vindo do branco da espuma / Brilha no azul do céu, e deixa-me / De rastos
Armando Silva Carvalho