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quinta-feira, maio 07, 2026

1 verso de Alexandre Dáskalos

«Só no silêncio o amor desperta»

Poesia (1961)

sexta-feira, março 20, 2026

2 versos de Alexandre Dáskalos

«Só no silêncio o coração murmura / e desliza a vida para o que a alma quer.» 

Poesia (1961)

segunda-feira, fevereiro 23, 2026

2 versos de Alexandre Dáskalos

«A árvore sustém na copa de sombra / os ramos que apenas sabem que vacilam.» 

Poesia (1961) - «Crepúsculo»

sexta-feira, janeiro 30, 2026

3 versos de Alexandre Dáskalos

«No compasso de espera, / ainda dia e não sei se noite, / é que acorda o nosso coração.» 

Poesia (1961) - «Crepúsculo»

sexta-feira, fevereiro 10, 2023

antologia improvável #492 - Alexandre Dáskalos


Não peças palavras:

É voz o vento e o seu perdido rumo.

O silêncio quebrou-se entre mitos

onde quisemos apagar as nossas incertezas.

Silêncio para a dor para o amor e para a vida:

A boca renega o que a razão não dita.

Só no silêncio o coração murmura

e deslisa a vida para o que a alma quer.

Abre em grandeza o mais pequeno gesto

pagando dívidas de amor.

E escorre o mais pequeno gesto

para a grandeza em que o amor se tem.


E nasce na flor entreaberta

o pólen de todas as virtudes.


Poesia (1961)

sexta-feira, janeiro 14, 2022

versos do dia

[...] 

«Onda sobre onda infinita como o mar / como o mar inquieto / num jeito / de nunca mais parar.» 

[...] 

Alexandre Dáskalos, Poesia (1961)

sexta-feira, abril 20, 2018

«Todo o Verão tem a sua sombra / a sua pequena morte / homens lentos nas adegas / (poços de frescura / imaginam ofícios sublimes, / presságios / pequenas conjuras» Fernando Jorge Fabião, Na Orla da Tinta (2001)

«Viesses tu, Poesia, / e o mais estava certo.» Sebastião da Gama, «Viesses tu, Poesia», Pelo Sonho É que Vamos (1953, póst.)

«Só no silêncio a vida se descobre.» Alexandre Dáskalos, Poesia (1961, póst.)

terça-feira, abril 10, 2018

«Sol Branco / Imperador fraterno / Do azul muito ténue» Alberto de Lacerda, Átrio (1997)

«Não peças palavras: / É voz o vento e o seu perdido rumo.» Alexandre Dáskalos, Poesia (póstumo,1961)

«Mal empregado privilégio, a fala, / Que traduz a verdade em que pensamos, / As palavras gastando em ocultá-la!» Carlos Queirós, «Clamavi ad te», Desaparecido (1935)

quarta-feira, março 21, 2018

«Eu ontem encontrei-a, quando vinha, / Britânica, e fazendo-me assombrar; / Grande dama fatal, sempre sòzinha, / E com firmeza e música no andar!» Cesário Verde, «Deslumbramentos», O Livro de Cesário Verde (póstumo, 1887)

«O meu íntimo é uma catedral / que ninguém viu.» Alexandre Dáskalos, Poesia (póstumo, 1961)

«é inacreditável como há dezassete anos / comecei a geração contigo / num ferry-boat sobre o moliço» Fernando Assis Pacheco, Memórias do Contencioso (1976) 

terça-feira, março 20, 2018

«Se não fora eu ter-te assim, / A toda a hora, / Sempre à beirinha de mim, / (Sei agora / Que isto de a gente ser grande / Não é como se nos pinta...) / Mãe!, já teria morrido, / Ou já teria fugido, / Ou já teria bebido / Algum tinteiro de tinta!» José Régio, «Colegial», As Encruzilhadas de Deus (1936)

«Oh, sentir sempre no peito / o tumulto do mundo / da vida e de mim.» Alexandre Dáskalos, Poesia (póstumo, 1961)

«Milady, é perigoso contemplá-la, / Quando passa aromática e normal, / Com seu tipo tão nobre e tão de sala, / Com seus gestos de neve e de metal.» Cesário Verde, «Deslumbramentos», O Livro de Cesário Verde ( póstumo, 1887)

sexta-feira, junho 23, 2017

Sempre haverá o que se busque / embora o que se busque não se encontre.
Alexandre Dáskalos

terça-feira, dezembro 13, 2016

Se é a terra Prometida / que sentido teve então a caminhada?
Alexandre Dáskalos 

quinta-feira, setembro 08, 2016

O meu íntimo é uma catedral / que ninguém viu.
Alexandre Dáskalos