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sexta-feira, janeiro 06, 2023

António Cartaxo e A. Campos Matos


Ontem morreu António Cartaxo. O seu livro Ao Sabor da Música é daqueles que se derretem entre língua e palato. Das coisas mais deliciosas que alguma vez  li.


Quanto a Campos Matos (também sergiano), bastaria o Dicionário de Eça de Queiroz (que grafava à antiga), que coordenou -- o primeiro do género que se fez por cá, sem falar no miraculoso Dicionário de História de Portugal, de âmbito mais vasto. Bastaria isso.



 

segunda-feira, novembro 05, 2018

vozes da biblioteca

«Ainda que Maria Emília nunca o tenha entendido com clareza, foi aquele espelho que lhe abriu o destino.» Hélia Correia, O Número dos Vivos (1982)

«Na madrugada de Londres, numa noite de Janeiro de 1965, ao som opaco de tambores, ouvem-se passos lentos e cadenciados que vão tomando conta do murmúrio da imensa cidade adormecida.» António Cartaxo, Ao Sabor da Música (1996)

«No isolamento absoluto da noite, as matérias do curso costumavam entrar-me pelo espírito dentro, com uma fluidez e limpidez de água corrente.» Francisco Costa, Cárcere Invisível (1949)