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sexta-feira, janeiro 13, 2023

gritos na noite, e outros caracteres móveis

 «De grito a grito, tudo ficava morto em silêncio.» Castro Soromenho, Terra Morta (1949)

«Educado na crença viva daqueles tempos; naturalmente religioso porque poeta, foi procurar abrigo e consolações em Aquele cujos braços estão abertos para receber o desgraçado que neles vai buscar o derradeiro refúgio.» Alexandre Herculano, Eurico o Presbítero (1844)

«Subitamente, um estrondo ecoou nas traseiras da Casa Grande, para as bandas do pátio onde ficava a cavalariça e se arrumava o FordÁlvaro Guerra, Café República (1982)

sexta-feira, agosto 28, 2020

a arte de começar - Castro Soromenho (1910-1968)

«A luz amarela do candeeiro de petróleo espalhava-se sobre o pano de ramagens que cobria a mesa. A cara dos homens estava na meia sombra, por cima do quebra-luz. Eram quatro à volta da mesa. Estavam calados, com a atenção concentrada nas cartas de jogo que um deles, de costas voltadas para a porta que dava para a estrada, talhava com gestos vagarosos, aparentando serenidade. Mas era tão visível o esforço que fazia para se mostrar sereno que os companheiros trocaram rápidos olhares.»

Terra Morta (1949)

domingo, junho 16, 2019

cabaz da feira

À Margem da História, de Euclides da Cunha (Martin Claret)
Cartas Dispersas, de Camilo Castelo Branco, edição de Castelo Branco Chaves (Campo das Letras)
Contos Amazônicos, de Inglês de Sousa (Martin Claret)
Nós, de Evgueni Zamiatine (Antígona)
O Ateneu, de Raul Pompéia (Martin Claret)
Terra Morta, de Castro Soromenho (Cotovia) 
Um Copo de Cólera, de Raduan Nassar (Companhia das Letras)