sábado, abril 25, 2026
quinta-feira, abril 02, 2026
Henrique de Barros (1904-2000), Presidente da Assembleia Constituinte
sexta-feira, abril 25, 2025
quinta-feira, abril 24, 2025
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domingo, abril 20, 2025
quinta-feira, abril 25, 2024
quarta-feira, abril 24, 2024
terça-feira, abril 23, 2024
segunda-feira, março 11, 2024
Ventura cospe no prato em que comeu
Ouvi ontem o Ventura bolsar sobre o 25 de Abril. Sei pouco da criatura, tenho muito mais com que ocupar o tempo. Suponho que tem origens humildes. Talvez os avós andassem descalços, passassem fome, como sucedia aos pobres no pré-Abril, e no Natal tivessem laranjas de presente; talvez os pais tivessem querido estudar, o que não era permitido aos pobres entregues a si próprios. este demagogo, que se licenciou com elevada classificação e doutorado em Direito deve-o ao 25 de Abril, que democratizou o ensino e transformou o país mais atrasado da Europa, em 1974. Não foi perfeito, claro. Por isso, há 18% de ressentidos e/ou saudosistas que se revêm neste ex-pobre que cospe no prato que lhe deu de comer. Abaixo de zero à esquerda.
terça-feira, abril 25, 2023
sexta-feira, abril 21, 2023
Lula e o 25 de Abril: uma estrondosa vitória do populismo alarve, do oportunismo pateta e da cobardia política
As indisposições da direita que não suporta o 25 de Abril deveria ser para o lado em que os democratas dormiriam melhor. Mas não, pelo contrário: os estrebuchos de taberna de André Ventura -- a criatura que teve o gosto refinado de discursar em sessões anteriores com um cravo negro à lapela --, a agitação adolescente (e suspeita) de Rui Rocha, para se pôr em bicos de pés (ou às cavalitas do presidente brasileiro), o enconanço dos dois partidos do centrão, para não falar do enjoo do Bloco e do Livre.
O 25 de Abril perdeu uma oportunidade de brilhar, com a presença de um dos homens (de origem portuguesa, recorde-se, e presidente do Brasil), que melhor encarna o espírito da data. O que irá acontecer no hemiciclo será uma coisa cinzenta, como desde há muitos anos, que não fará jus à maior data da história contemporânea de Portugal.
Nos 50 anos da revolução, todos os países que saíram da descolonização, de Cabo Verde a Timor-Leste, deveriam estar representados ao mais altíssimo nível, convidados a discursar, pois o 25 de Abril representou a sua libertação do jugo colonial e o fim de uma guerra criminosa, com milhares de vítimas, entre portugueses e africanos. É também assim que se faz a CPLP e se dá sentido à lusofonia. Porque o meu maior orgulho com o 25 de Abril é a descolonização; foi principalmente por ela que esta se tornou uma data maior da nossa história. Mas com democratas medrosos de o serem, receosos da raiva pavloviana do salazarismo, envergonhado ou não, não podemos esperar mais do que uma espécie de liturgia de sacristia, como em anos passados.
Se não chover, talvez volte a descer a Avenida este ano, afinal é na rua que o 25 de Abril é mais bonito e faz mais sentido.
quinta-feira, março 02, 2023
que belo e fresco seria ter o Lula a discursar no 25 de Abril
Sentir-me-ia muito honrado como cidadão -- não pelo facto de tratar-se do PR do Brasil, mas por ser Lula. O 25 de Abril fica-lhe tão bem.
terça-feira, junho 15, 2021
ah pois, as comemorações
Passado todo este tempo, já não apetece escrever nada; mas como disse que dizia...
Então, muito rápido:
Pedro Adão e Silva (PAS), melhor escolha seria difícil. Além disso, comemorar o 25 de Abril é para quem o comemore, não para burocratas ou comissários políticos.
Péssimo: Rio, o grau zero. Está de patins postos. O pior é o que vem a seguir.
Repéssimo: o PS. Já havia os donos do 25 de Abril, o PCP, e agora é o PS ao assalto, porque eles têm a mania que são donos disto tudo. Claro que PAS come por tabela, injustamente. Não ouvir pelo menos os partidos parlamentares quando se comemora uma data em que grande parte dos que a viveram ainda está viva, é duma arrogância e duma suficiência de quem está habituado a transformar padeiros em técnicos especialistas. Não são os únicos, mas estes gajos sempre mostraram pouca vergonha
Tenho ideias para as comemorações, ou de como elas deveriam ser, mas já é tarde e amanhã tenho de levantar-me cedo.
E é isto.
domingo, abril 25, 2021
o discurso do Presidente
| Foto: Daniel Rocha - Público |