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quarta-feira, janeiro 12, 2022

os debates: Costa - Martins

 António Costa - Catarina Martins. Não há grande pachorra.

segunda-feira, janeiro 10, 2022

os debates: Costa-Santos; Figueiredo-Ventura; Real-Tavares

António Costa - Francisco Rodrigues dos Santos. Para o que interessa: a posíção moderadíssima do CDS de tornar opcional o embuste da chamada "Educação Cívica", que para além de ensinar os meninos a não comer de boca aberta, também quer endoutrinar que sexo e género são coisas diferentes e que a biologia não interessa para nada, entre outras coisas lindas, Costa, sempre cágado, vem falar de "liberdade" e de "convicções religiosas". Espertíssimo.

André Ventura - João Cotrim de Figueiredo. Um debate entre dois et's a tentarem entalar-se. Foi para pipocas. 

Inês Sousa Real - Rui Tavares. Eram esperados beijinhos. RT bem nas terapias alternativas e na abordagem ao problema da pecuária: não tentar resolver os problemas contra as pessoas. ISR, muito bem no ataques à selvajaria do transporte de animais vivos.

sexta-feira, março 13, 2015

casos e casinhos: ou o conhecido gangsterismo pollítico volta a contratar garotos de programa

Isto anda abaixo de cão. Um mail enviado para um local de trabalho, sem destinatário específico, cujo remetente é uma coisa que se autodesigna como "Direita Política". Alvos: António Costa, pois claro, mais Sócrates, Pedroso, Santos Silva, etc.
A coisa é tão canhestra que se percebe que o público-alvo é aquela faixa desgraçada das revistas de mexericos, dos futebóis, das casas dos segredos e selvajarias semelhantes.
Uma amostra:
     «Será por isto que Sócrates pode movimentar 398 milhões em offshores e Costa pode praticar o tráfico de influências, enquanto um cidadão normal como Pedro Passos Coelho não pode atrasar-se a pagar 2 mil euros de IRS? Uma coisa é certa, é para este investimento público que os socialistas dizem que o Estado têm que estar em tudo e, por isso, têm de cobrar altos impostos a quem trabalha, produz e faz mexer a economia»...
Continua-se, a detecta-se português do Brasil, à menino guerreiro. Como se por cá não houvesse prostitutos em quantidade suficiente para transformar a política em achincalho. 
Lixo, lixo, lixo, e eu sem paciência nenhuma...