Amar é uma coisa que dá trabalho.
Amar não é tarefa fácil.
As pessoas que mais amamos na vida nos aborrecem às vezes por coisas tão pequenas: esposo, filhos, pai, mãe...
Como é difícil simplesmente amar, guiar as atitudes e as decisões em prol desse amor.
O egoísmo fala mais alto, o egocentrismo fala mais alto.
Sem contar que há a força contrária, a força destruidora, a sombra interferindo nos mais nobres sentimentos na tentativa infinita de por tudo a perder.
É assim o tempo todo... essa luta entre o bem e o mal, entre o perfeito e o imperfeito, entre a minha verdade e a verdade do outro.
Que difícil!!!
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sexta-feira, agosto 12, 2011
A gente se aborrece...
Postado por Jac C. às 22:12 1 comentários
domingo, maio 22, 2011
A foto do ano...
Esta é uma família da cidade de Columbus, estado de Ohio (USA),
"pais de sêxtuplos".
Deus os abençoe como pais e a nós que temos filhos também.
Amém!
Deus os abençoe como pais e a nós que temos filhos também.
Amém!
Postado por Jac C. às 22:55 2 comentários
sexta-feira, janeiro 07, 2011
Gestos de Mãe e outras coisinhas mais
Férias pra mim só é férias se viajo, do contrário, a parte cumprir horário, estou sempre envolvida com algo que me toma considerável tempo.
Hoje resolvi organizar o armário de material escolar de meus filhos e só terminei agora.
Já comecei a comprar o material deste ano e estamos na fase do orçamento de livros.
Estamos de férias: mãe e filhos, mas o pai da casa, não!
Então não viajamos e um dos programas para a ocasião é a ida ao cinema. Esta semana fomos a 3 sessões. Assistimos: TRON, Enrolados e Crônicas de Nárnia III. Todos bons e em 3D.
Aliás, só mesmo a tecnologia em 3D para barrar um pouco os DVD's piratas e as TV's de LCD de 1.001 polegadas. A inovação aqui resultou em filas imensas como a muito não se via.
Amanhã receberemos a visita de minha irmã e seus filhos. Depois da luta que enfrentaram com os problemas de saúde da mais velha, passear um pouco é uma boa pedida e cabe a mim recebê-los com todo carinho. Meus filhos estão radiantes com o fato. Criança, brincadeira, colchonetes pelo chão, chorinho de nenê ... eita, sô!
Ainda preciso aproveitar JANEIRO para colocar em dia minhas consultas médicas e terminar meu artigo da pós-graduação. Deus me oriente e auxilie que dê tempo. Amém!
Postado por Jac C. às 02:50 0 comentários
Marcadores: Cinema, diário, família, Férias, minha vida
quarta-feira, setembro 15, 2010
Quanta tristeza pode a alma suportar?
"A gente aqui brigando por bobeira... "
Foi a frase que disse ao meu marido depois de ter passado o dia praticamente sem nos falarmos.Poucos instantes antes, uma mensagem da minha irmã no orkut deixou pesado meu coração.
Tenho os olhos aquecidos pelo calor das lágrimas que não evitaram cair quando falei com ela ao telefone e quando compartilhei da situação com meu marido.
Um choro solidário, sofrido e inevitável...
Minha sobrinha está internada novamente desde domingo.
Seu estado de saúde vem se agravando a cada dia: lúpús em atividade, menos de 50% de capacidade de funcionamento dos rins, inúmeras tentativas de medicação sem sucesso.
Sim, estamos com medo de perdê-la (como não estar?)
Certas dores o coração de uma mãe não deveria conhecer.
Só nos resta confiar, clamar pela misericóridia divina.
E em meio a tudo isso, a tristeza faz o seu reinado...
e nossa insignificância nos reduz ao nada de sermos míseros mortais.
Postado por Jac C. às 22:39 6 comentários
quinta-feira, julho 15, 2010
Contagem regressiva...
para uma nova mudança.
E fico pensando... nas entrelinhas, quanta coisa pode mudar dentro da gente com uma mudança de endereço, de ambiente, de lar?
A parte a bagunça e a desordem que predomina naquela que logo deixará de ser sua casa, que mais sai do lugar na gente?
A gente empacota a casa inteira. É uma tarefa árdua... descobre que tem tanta coisa inútil e pouco consegue se livrar delas. Coisinhas e mais coisinhas que trazem em si uma porção de lembranças... lembranças de épocas, lugares, pessoas, fatos.
Empacotando coisas, que mais a gente empacota? Uma boa dose de sonhos e esperança. Uma aposta em que tudo "continue" dando certo.
E o que deixamos pra trás? Ora, esta é a 7ª vez que me mudo de endereço e a 6ª vez que me mudo de cidade. Há sempre alguma coisa que a gente quer deixar pra trás... velhos vícios, resquícios de sentimentos, pitadas de probleminhas que se fizeram presentes, lembranças que já não deve ocupar nossos pensamentos...
É como aquela mala que vc faz de questão de deixar pra trás, abandonada no meio da sala. Você esvazia o ambiente, cruza a porta de saída, se prepara para virar a chave daquela porta pela última vez... olha pra'quela mala e faz questão de deixá-la ali.
Há coisas que devem ficar pra trás, para que possamos enxergar melhor o novo que está por vir.
Mais uma vez vou ficar sem internet, não sei por quanto tempo (sumiço justificado).
Enfim... nosso novo lar tem sido preparado a quase 7 meses (desde janeiro). Tudo ali foi pensando e planejado com muito carinho e chegou bem perto do que havíamos planejado (o que faltou justifica-se com o fato do dinheiro ter se esgotado tb...rs).
Tem novidades parceladas em 10 vezes sem juros por uma famooooooooosa loja de elerodomésticos...rs.
Um quarto para o menino e outro para a menina (novidade que ambos estão ansiosos pra saborear).
Nosso escritório... fim de coisas de escola espalhadas desde da sala até a cozinha (espero) por mãe, pai e crianças (ô turminha, sô!).
Meu quarto novo, roupa de cama nova pra inaugurar.
A área da churrasqueira, bem-estar do maridão, promessa de bons momentos entre amigos e familiares.
E a vontade que tenho de que todos que venham a estar em nossa casa sintam-se bem recebidos e sintam-se bem por estar ali.
Quero que minha casa tenha aconchego, alegria, harmonia, paz, amor, saúde, felicidade, prosperidade e bençãos de Deus.
Cheirinho de café, papo na cozinha, pipoca com DVD, esquentar ao sol, chupar jabuticaba e acerola do pé... e agradecer a Deus por cada novo dia.
Quanto a minha sobrinha... foi feita a biópsia que tanto nos preocupava e ela já está se recuperando. Minha irmã-guerreira esteve todo tempo ao lado dela na cirurgia. Esperamos que o resultado deste exame traga um direcionamento eficaz sobre como tratar o problema. Em meio a tudo isso, a surpresa... logo serei tia de um menininho.
Viva a vida!
Obrigada pelas orações e pensamentos de ânimo daqueles que se solidarizaram com meu último post.
A parte a bagunça e a desordem que predomina naquela que logo deixará de ser sua casa, que mais sai do lugar na gente?
A gente empacota a casa inteira. É uma tarefa árdua... descobre que tem tanta coisa inútil e pouco consegue se livrar delas. Coisinhas e mais coisinhas que trazem em si uma porção de lembranças... lembranças de épocas, lugares, pessoas, fatos.
Empacotando coisas, que mais a gente empacota? Uma boa dose de sonhos e esperança. Uma aposta em que tudo "continue" dando certo.
E o que deixamos pra trás? Ora, esta é a 7ª vez que me mudo de endereço e a 6ª vez que me mudo de cidade. Há sempre alguma coisa que a gente quer deixar pra trás... velhos vícios, resquícios de sentimentos, pitadas de probleminhas que se fizeram presentes, lembranças que já não deve ocupar nossos pensamentos...
É como aquela mala que vc faz de questão de deixar pra trás, abandonada no meio da sala. Você esvazia o ambiente, cruza a porta de saída, se prepara para virar a chave daquela porta pela última vez... olha pra'quela mala e faz questão de deixá-la ali.
Há coisas que devem ficar pra trás, para que possamos enxergar melhor o novo que está por vir.
Mais uma vez vou ficar sem internet, não sei por quanto tempo (sumiço justificado).
Enfim... nosso novo lar tem sido preparado a quase 7 meses (desde janeiro). Tudo ali foi pensando e planejado com muito carinho e chegou bem perto do que havíamos planejado (o que faltou justifica-se com o fato do dinheiro ter se esgotado tb...rs).
Tem novidades parceladas em 10 vezes sem juros por uma famooooooooosa loja de elerodomésticos...rs.
Um quarto para o menino e outro para a menina (novidade que ambos estão ansiosos pra saborear).
Nosso escritório... fim de coisas de escola espalhadas desde da sala até a cozinha (espero) por mãe, pai e crianças (ô turminha, sô!).
Meu quarto novo, roupa de cama nova pra inaugurar.
A área da churrasqueira, bem-estar do maridão, promessa de bons momentos entre amigos e familiares.
E a vontade que tenho de que todos que venham a estar em nossa casa sintam-se bem recebidos e sintam-se bem por estar ali.
Quero que minha casa tenha aconchego, alegria, harmonia, paz, amor, saúde, felicidade, prosperidade e bençãos de Deus.
Cheirinho de café, papo na cozinha, pipoca com DVD, esquentar ao sol, chupar jabuticaba e acerola do pé... e agradecer a Deus por cada novo dia.
Quanto a minha sobrinha... foi feita a biópsia que tanto nos preocupava e ela já está se recuperando. Minha irmã-guerreira esteve todo tempo ao lado dela na cirurgia. Esperamos que o resultado deste exame traga um direcionamento eficaz sobre como tratar o problema. Em meio a tudo isso, a surpresa... logo serei tia de um menininho.
Viva a vida!
Obrigada pelas orações e pensamentos de ânimo daqueles que se solidarizaram com meu último post.
Postado por Jac C. às 23:06 4 comentários
Marcadores: família, minha vida, Minhas reflexões, Sonho
quarta-feira, julho 07, 2010
A Agonia de uma Mãe
Tudo começou quando ela descobriu que a filha, de 13 anos, recebera o diagnóstico de "lúpus".
Quando um filho adoece, o coração de uma mãe padece.
A menina tão doce, com seu jeitinho tímido, experimenta o medo, a angústia, a dor.
A doença lhe ataca os rins, causa nefrite e as internações tem se tornado mais frequentes que o desejado.
Os médicos, por sua vez, não encontram a solução tão prontamente quanto se é esperado.
A menina, estudiosa, teme perder o ano letivo dada as interrupções em sua rotina, que não lhe pedem licença.
Em meio a tudo isso, uma nova gestação... a família se alegra diante da surpresa e do susto da mais nova mãe.
Não demora muito para que a gravidez mostre-se de risco (descolamento de placenta).
Agora, mãe e filha necessitam de cuidado e atenção.
Uma é minha irmã, outra - minha sobrinha.
Hoje ao receber a notícia de que a menina foi internada com infecção nos rins e que terá que se submeter a uma biópsia nos rins, sofri junto com minha irmã.
Estou preocupada... pensando nela lá, na enfermaria de um hospital, em plenas férias escolares, quando poderia estar brincando e curtindo os dias de folga de forma mais agradável.
Minha irmã impossibilitada de acompanhá-la, visto estar em condição de repouso absoluto por orientação médica, tem outro tom de voz... um tom sofrido. Encontra-se dividida com um filho pra zelar dentro de si e outra lhe necessitando fora de si.
E me peguei pensando: "Por que, Senhor, elas estão tendo que passar por tamanha provação?"
Creio no poder da oração pra reverter e amenizar este quadro.
Por este motivo, valho-me deste espaço para pedir aos que oram, que incluam, ao menos uma vez, o nome de minha sobrinha em suas orações: "Raphaela".
Obrigada e que a Paz de Cristo esteja com vocês.
Amém!
Postado por Jac C. às 01:10 2 comentários
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