Fotos J. Moedas Duarte
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21.9.14
26.10.11
UM POEMA DE FERNANDO ASSIS PACHECO, AO FIM DA TARDE
COM A TUA LETRA
Porque eu amo-te, quer dizer, estou atento
às coisas regulares e irregulares do mundo.
Ou também: eu envio o amor
sob a forma de muitos olhos e ouvidos
a explorar, a conhecer o mundo.
Porque eu amo-te, isto é, eu dou cabo
da escuridão do mundo.
Porque tudo se escreve com a tua letra.
Praia de Santa Cruz, fim de tarde em outubro | Fotos (C) Méon
31.8.10
ASSISTINDO À AGONIA DO SOL...
Lembrei-me de Afonso Duarte e os poemas de "Tragédia do Sol-Posto":
Mártir-sol, ao crepúsculo, sangrando...
(...)
Oh! velho ocaso! orla dos céus marítima!
Nuvens aos sulcos pelas nossas águas!
O dia é já uma tenebrosa vítima
No coração do Mar, cheio de mágoas.
Fotos Méon
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