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8.6.11

IMAGENS DO MEU OLHAR - Pormenores

É o que se ganha em passear devagarinho: reparar nos pormenores. Daquele dia no Ribatejo ficaram alguns na nossa retina.




Casa de um brasileiro "torna-viagem" do princípio do séc. XX
Azenha, aldeia do Arneiro das Milhariças


Malhou, perto de Pernes



Igreja de Malhou

Igreja de Malhou


Igreja de Malhou

Idem

Malhou

Malhou

Malhou

Perto de Rio Maior



Fotos Méon
Se usar, faça referência ao blogue de origem, p.f.

7.6.11

IMAGENS DO MEU OLHAR - O Ribatejo beirão


                                                                 Ponte medieval em Alcanede


O Tejo é a grande referência. Magestoso, largo, percorre os férteis campos da borda d'água, desde a Golegã até ao Mar da Palha, frente a Lisboa. A Este destes terrenos alagadiços estende-se a charneca que vem dos lados do Gavião, Ponte de Sôr e Montargil, no Alto Alentejo. A Noroeste encontramos as Serras de Aire e Candeeiros. Entre elas e a bord'água há uma grande mancha de pinhal e eucaliptal, que corresponde à parte norte do concelho de Santarém e a Alcanena, numa paisagem muito semelhante à da Beira Baixa, com povoações como Rio Maior, Alcanede, Abrã, Amiais de Baixo e de Cima, Arneiro das Milhariças, Tremês, Romeira...
Foi por aí que andámos ontem.
Pontos de paragem: Almeirim do Arneiro das Milhariças, uma aldeia que outrora viveu de duas ricas várzeas agrícolas, hoje praticamente abandonadas; a aldeia de Malhou, com o seu apreciado restaurante O MALHO, de boa comida e agradável amesendação; e os Olhos d'Água, já perto de Alcanena, nascente do rio Alviela, onde no século XIX se captava a água que abastecia Lisboa e hoje é uma praia fluvial.


Almeirim do Arneiro das Milhariças (norte do concelho de Santarém)





Igreja de Malhou (concelho de Alcanena)




Janela na aldeia de Malhou

Sino de portão, Malhou

Aldeia de Malhou

Aldeia de Malhou

Quinta do Alviela, próxima dos Olhos d'Água


Nascente do Alviela, afluente do Tejo

Oliveira centenária, Olhos d'Água

Praia fluvial, Olhos d'Água


 
Castelo de Alcanede


Fotos Méon.
Fazer referência de origem.

19.2.08

IMAGENS DO MEU OLHAR

Passeando no Ribatejo. Estrada entre Pernes e Alcanena.

Terra de velhas oliveiras, centenas de anos de dádiva generosa.

E de velhas quintas, como a "dos Morgados do Alviela", ainda habitada pela antiga família. Com aqueles guardas não era possível entrar...

Mas deixaram olhar para o portão lindíssimo...
... espreitar por cima do muro...


Mas afinal, onde é que estamos? Perto de Alcanena, nos Olhos d'Água, a famosa nascente do rio Alviela. Daqui foi feito, no século XVIII, um colector que levava água para abastecer parte de Lisboa.


Eexactamente aqui, o rio que corria subterraniamente, encontra a luz do dia.

Há sítios - como este - por onde não corre, quando a seca vai longa.


A Câmara de Alcanena construíu um Centro de Interpretação, modernaço, mas que - pela localização - não colide demasiado com o ambiente natural. As escolas frequentam-no pois é um Centro de Ciência Viva.

Voltando os olhos para o outro lado é o deslumbramento: água pura a correr, com peixinhos VIVOS!







Entre Pernes e os Olhos d'Água fica a povoação de Malhou com a sua igreja setecentista.


Nesta terra quase anónima há um local belíssimo para se refeiçoar: chama-se O MALHO. Restaurante que, só por si, vale a deslocação! E mais não digo...


Em Pernes vi uma indicação: «Torre do relógio, Mon Nac.» Fica o registo.