31 de Outubro, 83º aniversário da morte de José Relvas. Vou a Alpiarça e percorro alguns dos espaços que o lembram.
De caminho, passo pelo Tejo.
Junto à Ribeira de Santarém
A Ribeira de Santarém, vista da Ponte D. Luís
Já em Alpiarça...
A casa onde vivi até aos 18 anos...
A casa da família Durão Neves
A casa da "Sopa dos Pobres"
As duas portas da esquerda eram do consultório do Dr. Mário Zúniga, médico de extrema bondade e generosidade que acorria a casa dos doentes montado numa velha bicicleta, a qualquer hora do dia ou da noite. Tinha residência no primeiro andar do prédio contíguo ao consultório.
À direita era a loja de pronto a vestir do "Batata". À esquerda, a casa do Sr. Nunes, com belos azulejos no friso superior. Por trás divisam-se as torres da Igreja Matriz.
Pormenores dos azulejos
Tem imponência e equilíbrio a Matriz de Alpiarça
Na torre do lado direito mora uma família de cegonhas...
A igreja é do final do séc XIX mas o cruzeiro é do séc XVI
Janelas de Alpiarça
Às 10H30 foi a romagem ao cemitério, com uma pequena homenagem ao grande republicano.
Jazigo onde repousam José Relvas,
a mulher D. Eugénia e os três filhos
Monumento a José Relvas, no jardim público de Alpiarça,
autoria de João Limpinho, 1982
Em homenagem a José Relvas, que foi grande melómano - apreciador e executante, o serão foi dedicado à música.
Leonor Leitão-Cadete, compositora, pianista e professora, que durante alguns anos dinamizou a prática musical em Alpiarça, deu um memorável concerto.
Em fundo, imagens da Casa dos Patudos.
Destaque para o quadro de José Malhoa que retrata José Relvas com o seu violino.
A Casa Museu dos Patudos em Alpiarça merece uma visita.
Mesmo aqueles que já a conhecem, encontram sempre novos motivos de interesse.
Foi recentemente restaurada e aberto ao público o segundo andar onde se encontram os aposentos de José Relvas.