(Terbrugghen)
Só, incessante, um som de flauta chora,
Viúva, grácil, na escuridão tranquila,
- Perdida voz que de entre as mais se exila,
Festões de som dissimulando a hora.
(...)
A flauta débil... Quem há-de remi-la?
Quem sabe a dor que sem razão deplora?
(Camilo Pessanha)