Erguem-se, soberbos, sobre a nossa pequenês. Testemunham outros tempos de poder e guerra. Chamam e repelem. Permanecem imóveis à espera do tempo que não volta.
Amáveis, outros, recebem-nos de braços abertos. De branco e azul, festejam a nossa chegada.
Hoje viajei pelos olhos da minha máquina, que guardou um passeio a Montemor-o-Novo.