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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

REGRESSO


Casablanca, Marrocos, 2 de Agosto de 2008 / Foto: Luís Filipe Catarino

Um dia inteiro em Casablanca à espera pela ligação para Bamako é um grande pretexto para voltar a visitar a terceira maior mesquita do mundo, a Mesquita Hassan II. O entorno do edifício tranforma-se num jardim de pedra onde os "casas" vão passear à tarde a família pelas arcadas e terraços à beira-mar.

Já ontem, no regresso do Mali, e completamente derreados a precisar de repouso, fomos agradavelmente surpreendidos pela oferta de dois quartos duplos no hotel do aeroporto e de uma refeição, para melhor passarmos o dia de espera. A Royal Air Maroc e o Turismo de Marrocos com olho para o negócio, mimando os clientes para que voltem a usar a companhia aérea marroquina (e ainda por cima os vôos saem à hora, ou até antes!).

sexta-feira, 11 de abril de 2008

CONFUSÃO


Fez, Marrocos, 3 de Novembro de 2007 / Foto: Luís Filipe Catarino

Para o fim-de-semana, mais uma da minha cidade marroquina preferida.

terça-feira, 8 de abril de 2008

TIDAS E ACHADAS VII


Fez, Marrocos, Abril de 2003 / Foto: Luís Filipe Catarino

Mais uma descoberta no arquivo dos slides.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O VULTO E AS ÁRVORES


Taroudant, Marrocos, Abril de 2004 / Foto: Luís Filipe Catarino

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

MULTIDÃO MARROQUINA


Souk el Arba du Rharb, Marrocos, 4 de Novembro de 2007

Já na viagem de regresso encarámos uma multidão que se divertia num terreiro à beira da estrada. A isso voltaremos mais tarde... para já a recordação destes olhares e do sabor do meio quilo de fruta, daquela que já dificilmente por cá se encontra, a preços ainda mais árduos de dar com eles.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

RUAS DE INDIGO


Chefchaouen, Marrocos, 2 de Novembro de 2007 / Foto: Luís Filipe Catarino

Quase tudo o que se possa dizer da côr indigo das paredes de Chefchaouen arrisca-se a ser um lugar comum. Mas Chefchaouen é um lugar-incomum que apetece trazer para casa, ou... voltar sempre!

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

DE VOLTA A MARROCOS





Fez, Marrocos, Maio de 2005 / Fotos: Luís Filipe Catarino

Agora sim. Aqui vou eu na sela do pendura, montado no fiel e corajoso Rocinante, com a estrada a apontar o Sul onde está a verdadeira moirama. Depois de algumas tentativas de voltar ao nosso vizinho do Sul sinto que já nada nos detém nas nossas comemorações...
Chefchaouen, Fez e Mèknes serão as escalas deste curto périplo e aqui vos deixo postais antecipados da minha cidade medieval preferida, Fez.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

TIDAS E ACHADAS III


Merzouga, Marrocos, Maio de 2004 - Foto: Luís Filipe Catarino

Afinal no deserto não há só camelos: também há burros...

quarta-feira, 4 de abril de 2007

MARROCOS VIRTUAL


Fez, Marrocos, 24 de Maio de 2005 / Foto: Luís Filipe Catarino

Há planos que não passam do estado virtual: neste momento no meu plano virtual estaria em Chefchaouen, a comer uma "pastilla" como preparação para andar de mão dada pelas ruelas azul indigo. Depois passaríamos por Fez onde recuaríamos 500 anos ao entrar na medina. Daríamos ainda um saltinho à extraordinária "cidade imperial" de Meknès para ver os locais a passear à beira-cisterna à sexta-feira. Com o tempo contado, passaríamos no Alto Atlas em Imilchil, veríamos os lagos cuja lenda fala nas lágrimas de um príncipe e de uma princesa, e tentaria compartilhar a melhor omelete que já provei na vida.
O tempo era tão contado que só deu para contar aqui o que teriam sido estes próximos dias em Marrocos.

quinta-feira, 1 de março de 2007

MEIO À TOA


Ruínas Romanas de Volubilis, Maio de 2005 / Foto: Luís Filipe Catarino

Hoje ando como este marroquino: de onde é que eu vim parar a estas ruínas?

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

DE CÁ PARA LÁ


Praça Jemma El-Fnaa, Marrakesh, 18 de maio de 2005 / Foto: Luís Filipe Catarino

Nunca é demais dizer que esta é uma das praças mais extraordinárias do mundo com os seus contadores de histórias, vendedores de sumo de laranja, encantadores de serpentes e milhentos outros que fazem pela vida num local que se vai transformando ao correr do dia. É sempre um prazer ir lá de novo.